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Arquivo da Categoria ‘agroecologia’

Mutirão Agroflorestal na Bienal

24, novembro, 2016 Sem comentários

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IV Encontro de Agroecologia IF Sul de Minas

21, novembro, 2016 Sem comentários

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IEA-USP Convida: Seminário “Temas da Agroecologia”

25, outubro, 2016 Sem comentários


EXPOSIÇÃO

Hugh Lacey
Márcia Maria Tait Lima
Vanessa Brito de Jesus
Iara Fonseca
Márcio Automare

MODERAÇÃO

Pablo Mariconda

31 de outubro de 2016, das 14 às 17 horas

O sétimo encontro da série de seminários Investigação das Possibilidades e Implicações da Pesquisa Multiestratégica, coordenado pelo professor visitante Hugh Lacey, tratará de diversos aspectos relacionados à agroecologia: dimensões da pesquisa sobre o tema; questões sobre gênero e feminismo nos movimentos e pesquisas agroecológicas; inovação e tecnologia na transição para a agroecologia; políticas públicas e construção do conhecimento agroecológico; e a situação de Cuba em relação ao tema.

Evento com transmissão em: http://www.iea.usp.br/aovivo

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ORGANIZAÇÃO

Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia

Evento gratuito, com inscrição prévia
Local Sala de Eventos do IEA – Mapa de localização
Rua Praça do Relógio, 109, bl. K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo, SP
Informações Claudia Regina, clauregi@usp.br

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Produção diversificada e acesso a políticas públicas garantem autonomia para famílias agricultoras, revela estudo

3, outubro, 2016 Sem comentários

ASA, 30/09/2016

Por Elka Macedo – Asacom

 

Os quintais produtivos contribuem para a resiliência das famílias agricultoras no Semiárido | Foto: Fred Jordão

A poucos meses da finalização, a pesquisa Sistemas Agrícolas Familiares Resilientes a Eventos Ambientais Extremos no Contexto do Semiárido Brasileiro: alternativas para enfrentamento aos processos de desertificação e mudanças climáticas, realizada pelo Instituto Nacional do Semiárido (INSA) em parceria com a Articulação Semiárido Brasileiro (ASA) revelará aspectos relevantes das características e sustentabilidade de agroecossistemas diversificados e especializados de dez territórios do Semiárido.

Iniciada a cerca de três anos, o estudo está sendo desenvolvido em territórios específicos nos estados da Bahia, Piauí, Pernambuco, Ceará, Minas Gerais, Paraíba, Rio Grande do Norte, Alagoas e Sergipe. Aproximadamente, 50 famílias agricultoras participam da pesquisa que analisa aspectos econômicos, sociais e ecológicos das experiências, a fim de apontar a viabilidade dos diversos modos de produção, sobretudo, no período de estiagem que já se estende na região por mais de cinco anos.

“Essa pesquisa tem um lugar diferente quando eu olho para a história do Semiárido. Então, como é que a gente olha para este período de seca e para a forma como os agricultores vão construindo alternativas, sobretudo na perspectiva da resiliência. Nós sabemos que agricultores/as que têm água de beber e que têm água de produzir vivem melhor do que outros agricultores, então a nossa ideia não é comparar. A intenção é entender as famílias que têm um conjunto de inovações e, qual a importância do conjunto de estratégias de estoque dessas famílias”, explica o Coordenador do Programa Uma Terra e Duas Águas (P1+2) da ASA, Antônio Barbosa.

Na perspectiva de visualizar caminhos para estas questões, foi realizada nos dias 27 e 28 deste mês, na sede do INSA em Campina Grande-PB, a “oficina de restituição final dos estudos de caso”. O evento reuniu membros de organizações parceiras que se envolveram diretamente nos estudos, no intuito de fazer uma releitura da pesquisa por meio da apresentação dos dados já apurados pelos pesquisadores. As informações foram captadas por meio de ferramentas metodológicas como a linha do tempo, modelização de agroecossistemas, gráficos econômicos e gráficos de atributos, que revelam informações sobre renda, divisão de tarefas, canais de comercialização, áreas de preservação, estoque e outras que demonstram a autonomia dos sistemas produtivos.

Para a bolsista pesquisadora, Roselma Viana que acompanhou o estudo no território do Apodi (RN) “a pesquisa traz diversos resultados, dentre eles destaco a visibilidade da importância do papel da mulher dentro da unidade familiar, da comunidade e do território e a importância das tecnologias sociais para famílias, que além de garantir a segurança hídrica possibilita o aumento da produção ou até mesmo mantê-la durante estiagens prolongadas. Essa é uma metodologia diferenciada, pois prioriza uma pesquisa participativa com base nos diálogos e nas experiências implementadas nos agroecossistemas, além de uma sistematização das estratégias agrícolas e sociais adotadas pelas famílias pesquisadas”, disse.

Embora parta das experiências, a pesquisa tem um papel importante na percepção e análise das transformações sociais nos territórios em que as famílias estão inseridas como salienta a coordenadora da ASA pelo estado da Paraíba, Glória Araújo. “É importante olhar para o território porque é lá que as coisas ocorrem, este é também um lugar de construção do projeto político e sociorganizativo das famílias na perspectiva da convivência e da agroecologia. Não se promove agroecologia e desenvolvimento territorial só dentro do agroecossistema. Neste contexto, o fortalecimento das redes são elementos para a construção de uma nova perspectiva de agricultura e, portanto, a gente tem que sistematizar porque isso serve também para o próprio processo de formação das organizações de agricultores/as”.

Nos dados apresentados durante a oficina é possível perceber e comparar a transformação na vida das famílias agricultoras após o acesso a políticas públicas estruturantes de à água para beber e produzir, crédito, mercados institucionais (PAA e PNAE) e da participação em espaços coletivos de discussão de políticas, a exemplo das associações, grupos, sindicatos e articulações.

Luciano Silveira destaca como a agricultura familiar se desenvolveu nos últimos anos | Foto: Elka Macedo

“A agricultura familiar além de ser majoritária ela é dona de seus meios de produção, ou seja, a terra está nas mãos dos agricultores, mas tem um novo desafio hoje que é a pressão sobre o espaço produtivo porque muitas dessas terras foram partilhadas por herança e você tem um processo de minifundização. A gente vive uma crise agrária e a degradação é enorme. No entanto, nesses últimos 20 anos há um conjunto importante de politicas novas, dirigidas à valorização da agricultura familiar e segurança alimentar que emergem nesse período e que têm uma influencia nas transformações que vivemos no Semiárido”, salienta Luciano Silveira da AS-PTA.

O desfecho do estudo está previsto para novembro deste ano e a apresentação dos resultados finais deve ser feita durante um seminário no primeiro semestre de 2017. Para dar visibilidade ao conteúdo, membros do INSA e da ASA e pesquisadores envolvidos na ação estão se organizando para apresentar a pesquisa em congressos, fóruns e outros eventos, a exemplo da nona edição do Encontro Nacional da ASA (Enconasa), que acontece de 21 a 25 de novembro deste ano em Mossoró-RN.

“A gente tem uma amostra poderosa dos efeitos que geram nos territórios o projeto da convivência com o semiárido. Nós temos condições de gerar demonstrações importantes da viabilidade da convivência e do impacto que isso gera concretamente na vida das famílias. Nosso desafio agora é como a gente dá esse desfecho na pesquisa e em que espaços a gente vai comunicar os efeitos que a pesquisa está demonstrando numa rede gigantesca de organizações que estão atuando no território do Semiárido”, ressalta Gabriel Fernandes, da AS-PTA.

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Não planto transgênicos para não apagar minha história

7, setembro, 2016 Sem comentários

II Seminário Nacional de Educação em Agroecologia

2, setembro, 2016 Sem comentários

A Associação Brasileira de Agroecologia (ABA-Agroecologia), em parceria com diversas organizações do estado do Rio de Janeiro (universidades, movimentos, grupos e redes), apresenta a 2ª Convocatória do II Seminário Nacional de Educação em Agroecologia (II SNEA), que será realizada entre 25 a 27 de outubro de 2016, no Colégio Técnico da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (CTUR/UFRRJ), em Seropédica/RJ.

Informações:
http://aba-agroecologia.org.br/wordpress/?p=2650

Nesta terça: Avaliação do Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica – primeiros resultados

29, agosto, 2016 Sem comentários

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Podemos alcançar a agricultura sustentável?

29, agosto, 2016 Sem comentários
Can we Achieve Sustainable Agriculture?
5 de setembro de 2016, das 14h às 16h30
Sala de Eventos do IEA

 

EXPOSIÇÃO
Leslie Firbank (Universidade de Leeds)

MODERAÇÃO
Pablo Mariconda (FFLCH e IEA/USP)

O agroecologista Leslie Firbank, da Universidade de Leeds, no Reino Unido, discutirá temas como segurança alimentar, agroecologia e oferta e consumo sustentáveis. Ele avaliará se a agricultura tem adotado técnicas que priorizem a qualidade das terras, mantendo o capital natural necessário para sua utilização no futuro. O pesquisador argumenta que há um “espaço operacional seguro e justo” para a agricultura, em que o alimento pode ser produzido em quantidade suficiente sem causar danos ao meio ambiente.

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ORGANIZAÇÃO
Grupo de Pesquisa Filosofia, Sociologia e História da Ciência e da Tecnologia do IEA
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Evento gratuito, com inscrição prévia
Local Sala de Eventos do IEA – Mapa de localização
Rua da Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, Butantã, São Paulo
Transmissão pela web www.iea.usp.br/aovivo ou www.iptv.usp.br
Informações Claudia Regina, (11) 3091-1686, clauregi@usp.br

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Carta Política da 14a Feira Regional das Sementes e da Agrobiodiversidade

8, agosto, 2016 Sem comentários

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Declaração Política da 14ª Feira Regional de Sementes e da Biodiversidade

“Sementes crioulas, construindo a nossa autonomia”.

 

Sob essa bandeira, mais de 2.000 agricultores e agricultoras familiares, adultos e jovens estudantes das escolas municipais do campo e da cidade, professores, representantes de Povos Indígenas, e pesquisadores, em quinze caravanas, de trinta e cinco Municípios do Paraná, dezesseis municípios de Santa Catarina, dois do Rio Grande do Sul e um do Rio de Janeiro, e sessenta e cinco expositores e expositoras participaram, em Palmeira, nos dias 05, 06 e 07 de agosto de 2016, da 14ª Feira Regional de Sementes Crioulas e da Agrobiodiversidade onde foram realizadas quatorze oficinas e três seminários sobre os temas relacionados às Redes de Abastecimento Alimentar, a Produção Ecológica da Erva-Mate e Ameaças dos Direitos à Biodiversidade.

A Feira foi convocada pelas organizações e lideranças da Agricultura Familiar e Escolas (rurais e urbanas) da região Centro-Sul do Paraná e Planalto Norte de Santa Catarina articuladas no Coletivo Triunfo como parte do processo de luta política há mais de 20 anos se constrói na região, por meio das trocas de experiências sobre a conservação da agrobiodiversidade.

As Feiras são espaços de enfrentamento ao massivo processo de extinção das variedades e raças promovido tanto pelo agronegócio regional quanto pela vinculação da Agricultura Familiar a cadeias produtivas, especialmente do “fumo” e da “soja”.

Nessa luta pela agrobiodiversidade é central o reconhecimento e resgate do papel essencial e insubstituível que têm desempenhado as mulheres agricultoras na reprodução e no fortalecimento da agricultura familiar e camponesa, como agentes da produção, da conservação e defesa da biodiversidade, como gestoras de diferentes fontes de renda e como promotoras de inovações técnicas e esteio da segurança alimentar das famílias.

Essa luta acontece desde a roça e encontra seu fundamento nas práticas herdadas de nossos antepassados. Mas elas apontam também para a garantia de uma agricultura mais promissora, que assegure a geração de renda e autonomia diante das ameaças impostas pelo agronegócio e dos efeitos das mudanças climáticas. Em nome desse futuro assistimos em nossa feira uma marcada mobilização da juventude rural manifestando-se em defesa da agrobiodiversidade e da agroecologia.

Diante do contexto de instabilidade política do país, resultante do golpe contra a democracia, em curso, e da instalação de um governo ilegítimo, nossas oficinas e seminários produziram as seguintes propostas:

  1. Defesa das Sementes e Raças e Políticas Públicas: As sementes e as raças animais crioulas são patrimônio da Humanidade e constituem identidade sociocultural além de ser componente histórico vital da agricultura camponesa, familiar e dos povos tradicionais.

Destacamos que o reconhecimento da importância das sementes crioulas avançou muito no país nos últimos anos, o que se reflete nos programas que fazem parte da Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica. As chamadas de ATER, especialmente as de ATER agroecologia, são uma conquista da sociedade, a exemplo do Ministério do Desenvolvimento Agrário que foi criado em resposta ao massacre de El Dorado dos Carajás e, neste momento de golpe, está reduzido a uma secretaria subordinada à Casa Civil. Referidos avanços estão ameaçados pelo governo interino, porém a sociedade seguirá defendendo essas conquistas históricas.

Denunciamos as ameaças legislativas articuladas pela bancada ruralista e empresas do agronegócio, que visam se apropriar do patrimônio genético e dos saberes tradicionais criados e recriados pelos povos do campo e da floresta.

Neste sentido repudiamos especificamente os Projetos de Lei:

– PL 827/2015 (PL Cultivares): busca alterar a Lei de Proteção de Cultivares ampliando a restrição ao livre uso das sementes e mudas registradas, impondo a cobrança de royalties sobre as sementes salvas, e ampliando os prazos de proteção para os “melhoristas” e a criminalização sobre o uso das cultivares protegidas. Exigimos que sejam mantidas as exceções legais para os Povos Indígenas, Agricultura Familiar, Camponesa, Povos e Comunidades Tradicionais tais como previstas na legislação atual;

– PL 4961/2005 (PL Patenteamento de Seres Vivos): busca possibilitar o patenteamento de seres vivos;

– PL 1117/2015 (PL Terminator): traz novamente a discussão do antigo PL 268/2007, para que o Brasil seja o primeiro e único país do mundo a garantir, por lei, a possibilidade de aprovação, uso e comercialização das sementes suicidas, ou estéreis, o que é proibido pela legislação atual de biossegurança e alvo de moratória internacional;

– PLC 34/2015 (PL Rotulagem), antigo PL 4148/2008: aprovado na Câmara dos Deputados em 2015, e atualmente com recomendação pelo arquivamento no Senado, esse Projeto de Lei prevê o fim da rotulagem dos alimentos transgênicos e a alteração dos testes de detecção, tornando impossível detectar a presença de Organismos Geneneticamente Modificados nos alimentos, especialmente os ultraprocessados.

 

  1. Contra a Contaminação Genética e por Agrotóxicos: A experiência prática e estudos têm comprovado que as promessas dos transgênicos não se concretizaram, pois o que se vê é a queda da qualidade dos alimentos, a redução da agrobiodiversidade através da ampliação dos monocultivos, da intensificação do uso de agrotóxicos, inclusive ainda mais tóxicos como é o caso das sementes resistentes ao 2,4-D, aprovadas em 2015 pela CTNBio. As sementes crioulas e demais variedades, especialmente do milho, estão ameaçadas pela contaminação que se alastra no campo sem que existam regulamentação e fiscalização suficientes para impedir, assim impondo o ônus da proteção a quem utiliza as sementes crioulas e demais variedades. Por isso denunciamos as falsas promessas dos transgênicos que só aumentam a vinculação aos pacotes tecnológicos, que geram lucros privados e prejuízos públicos ao provocar o endividamento e a dependência de agricultores.

 

  1. Defesa da Terra e Território: Terra e Semente são bens comuns, não são mercadoria!

Repudiamos a imposição, promovida pelo governo interino, da titularização dos lotes de assentamentos destinados à Reforma Agrária, trazendo a lógica de mercantilização da terra para dentro dos assentamentos.

Repudiamos a PEC 215 e todos os seus efeitos nefastos para a demarcação de Terras Indígenas e titulação de Territórios Quilombolas.

Territórios coletivos como Faxinais, Terras Indígenas, e Assentamentos devem ser estimuladas a se autodeclararem áreas livres de transgênicos e agrotóxicos, e de proteção da agrobiodiversidade.

Reivindicamos que os poderes municipais, estaduais e federal estimulem através da educação, em todos os níveis, a construção de projetos de vida no campo para a juventude.

 

  1. Implementação das Redes de Abastecimento Alimentar e Circuitos Curtos de Comercialização: nas merendas escolares e programas de compras institucionais de alimentos, defendemos a alimentação 100% livre de agrotóxicos e transgênicos, diversificada com alimentos de estação e da região, priorizando as cadeias produtivas da Agricultura Familiar e Camponesa.

Defendemos a promoção de encontros entre o campo e a cidade, nas escolas e municípios, valorizando assim a agricultura local e os circuitos curtos de comercialização.

 

  1. Valorização dos Ecossistemas Locais: a presença da diversidade dos ecossistemas locais, tais como da Bracatinga, Pinheiro do Paraná, Frutas e Abelhas Nativas, assim como dos ervais nativos na região são oportunidades para fortalecer as cadeias produtivas ecológicas, proporcionando circuitos de solidariedade, como o da Erva-Mate, contemplando o manejo sustentável e solidário através das organizações da Agricultura Familiar e Camponesa, fortalecendo o protagonismo e pertencimento dessas nos territórios.

 

  1. Defesa do protagonismo das Mulheres: Requeremos políticas e programas públicos que reconheçam a identidade sociocultural e econômica própria da mulher agricultora e lhes garantam os instrumentos legais e normativos para seu desempenho autônomo como profissional da agricultura familiar. Ao mesmo tempo, conclamamos as organizações da agricultura familiar de nossa região a assegurar o protagonismo das mulheres agricultoras em suas direções.

Ao realizar a 14ª Feira Regional das Sementes Crioulas e da Agrobiodiversidade reafirmamos nosso compromisso e nossa disposição para continuar na luta pela defesa e fortalecimento da agricultura familiar, com base nos princípios da agroecologia. Temos exercitado esse caminho em nossas casas, comunidades e redes, temos reconhecido nele a alternativa para um futuro de equilíbrio socioambiental e de prosperidade para nossas famílias, adultos e jovens. Temos certeza de que esse é também o caminho para assegurar a satisfação das demandas e necessidades da população por um alimento saudável em suas mesas.

 

Palmeira, PR, 07 de agosto de 2016.

 

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IV Festa da Semente Crioula

8, agosto, 2016 Sem comentários

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I Caravana da Agrobiodiversidade do Semiárido

3, agosto, 2016 Sem comentários

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Conheçam, visitem, acompanhem e compartilhem a nossa página

Entre os dias 31/07 e 05/08/2016 sairemos em caravana do Sertão do São Francisco (PE/BA) rumo ao Sertão do Pajeú-PE, Pólo da Borborema-PB e Sertão do Cariri Paraibano com objetivo de conhecer e trocar experiências entre agricultores e agricultoras, agentes de ATER, pesquisadores, professores e alunos(as) com foco na conservação, multiplicação e manejo da agrobiodiversidade local, destacando-se os bancos e casas de sementes comunitárias do Semiárido Nordestino.

Essa atividade interinstitucional e em rede faz parte do plano de ação de um dos projetos do Núcleo de Agroecologia do Semiárido da Embrapa Semiárido por meio da CHAMADA CNPq/Embrapa Semiárido – Edital 38/2014 em parceria com diversas organizações não-governamentais e os diferentes núcleos de agroecologia consolidados por meio das chamadas do CNPq. São nossos parceiros diretos para realização desse intercâmbio: o Instituto Regional da Pequena Agropecuária Apropriada – IRPAA, Serviços de Assessoria a Organizações Populares Rurais – SASOP, Centro de Habilitação e Apoio ao Pequeno Agricultor do Araripe – CHAPADA, a Rede Territorial de Agroecologia do Sertão do São Francisco(PE/BA), Embrapa Tabuleiros Costeiros, Embrapa Algodão, Embrapa Meio Norte, Embrapa Cocais, Associação Comunitária Mantedora da Escola Família Agrícola de Sobradinho-BA-AMEFAS/EFAS, o Núcleo de Pesquisa e Estudos em Agroecologaia Sertão Agroecológico da Universidade Federal do Vale do São Francisco – Univasf, IF Sertão Pernambucano e a Rede de Núcleos de Agroecologia do Nordeste – RENDA. Para realização dessa caravana, contamos com a parceria fundamental das organizações que atuam e assessoram os agricultores(as), assim como os grupos socioprodutivos nos territórios do Sertão do Pajeú-PE, Pólo da Borborema-PB e Sertão do Cariri Paraibano: o Centro de Desenvolvimento Agroecológico Sabiá – Centro Sabiá,  Associação de Desenvolvimento Rural Sustentável da Serra da Baixa Verde – ADESSU,  Casa da Mulher do Nordeste – CMN, Agricultura Familiar e Agroecologia – AS-PTA/PB, Rede de Sementes da Paraíba – ASA/PB, O Coletivo Regional do Cariri, Seridó e Curimataú-PB e Programa de Aplicação de Tecnologias Apropriadas – PATAC.

Sugestões e informações: nucleoagroecologiadosemiarido@gmail.com

 

Semiárido Vivo, Nenhum Direito a Menos!

Sistemas agrícolas quilombola do Vale do Ribeira

30, julho, 2016 Sem comentários

Neste belo vídeo o Instituto Socioambiental mostra o que são e como funcionam os sistemas agrícolas quilombolas do Vale do Ribeira (SP-PR) e como o conhecimento ali criado e recriado é o fio condutor que mantém viva essa cultura.

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O vídeo descreve o Sistema Agrícola Quilombola do Vale do Ribeira a partir do diálogo entre os olhares de quilombolas e de pesquisadores acadêmicos, em diferentes perspectivas: a produção de alimentos dentro do ciclo anual da roça, a sustentabilidade do sistema em meio à Mata Atlântica, o conjunto de saberes, celebrações, expressões e práticas culturais relacionados ao modo tradicional de fazer roça, e a contribuição dos quilombolas do Vale do Ribeira para o fortalecimento da agrobiodiversidade regional e do patrimônio genético da humanidade.

Encontro: Juventude Agroecológica

29, julho, 2016 Sem comentários

cartaz rede carioca

Feira de Sementes Crioulas no Paraná

29, julho, 2016 Sem comentários

A cidade de Palmeira, no Paraná, vai sediar a 14ª Feira Regional de Sementes Crioulas e da Agrobiodiversidade, que acontecerá entre os dias 5 e 7 de agosto de 2016.

cartaz-palmeiraSob o lema “Sementes Crioulas: cooperando para a preservação da biodiversidade na agricultura familiar”, o evento reunirá na sede do Ginásio de Esportes Sebastião Amâncio dos Santos agricultores e agricultoras experimentadores em agroecologia da região Sul do país.

O evento tem como objetivo propiciar a construção coletiva do conhecimento agroecológico e a troca de experiências e saberes tradicionais entre agricultores familiares, guardiões de sementes, organizações da agricultura familiar e camponesa, estudantes, professores, técnicos e visitantes.

A Feira oferecerá um amplo cardápio de atividades, como seminários, apresentações culturais, exposição e palestra sobre Políticas Públicas de Sementes Crioulas. Também serão promovidas trocas de sementes nos estandes, além de Oficinas Temáticas sobre temais tais como: manejo ecológico dos solos, compostagem, sementes crioulas, bioconstrução e produção de sementes de hortaliças.

Entre as questões que serão debatidas estão as ameaças aos direitos sobre o uso da biodiversidade, os riscos da contaminação por transgênicos e agrotóxicos e os desafios da comercialização de produtos agroecológicos.

Dias 5 e 6 – Seminários e atividades a partir das 8:00h

Dia 7 – 14ª Feira Regional de Sementes Crioulas e da Agrobiodiversidade a partir das 8:00h

Local: Ginásio de Esportes Sebastião Amâncio dos Santos, Palmeira – PR

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Maiores informações:

AS-PTA – Agricultura Familiar e Agroecologia

E-mails: asptapr-sc@aspta.org.br   / andre@aspta.org.br / fabio@aspta.org.br / mirianeas@hotmail.com

Tel.: (42) 3252-7290 / (42) 8888-9093 (Fábio) / (42) 8402-1511 (André)

XIII Festa Regional das Sementes – Francisco Beltrão, PR

22, julho, 2016 Sem comentários

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