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Arquivo de julho, 2011

Você é Agro-Tóxico ou Agro-Ecológico?

29, julho, 2011 Sem comentários

http://souagro.com.br/

Campanha contra Agrotóxicos no Canal Futura, 28/07/2011

29, julho, 2011 Sem comentários

Com Denis Monteiro, da Articulação Nacional de Agroecologia e Martin, agricultor da Ecocitrus – RS (28/07/2011)

Categories: agrotóxicos, alimentação, video Tags:

Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida será lançada em Juazeiro

29, julho, 2011 Sem comentários

 

CONVITE

 

Juazeiro-Ba, 26 de julho de 2011.

Att. Comitê Regional da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida,

O Comitê Regional da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida, fórum que reúne mais de 20 entidades locais – movimentos sociais, associações, entidades estudantis e organizações não-governamentais – na luta contra o uso de Agrotóxicos no Vale do São Francisco tem o prazer de convidar vossa senhoria e sua entidade para a cerimônia de lançamento regional da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida. Na ocasião, contaremos com as intervenções de Cléber Folgado, da secretaria operativa nacional e Domingos Rocha, presidente do Sintagro. Em anexo segue o release (divulgação) desta atividade.

A Campanha será lançada na próxima sexta-feira, 29 de julho, na sala 28 da Univasf, em Juazeiro. A abertura da mesa está prevista para as 9h30. Contamos com a vossa colaboração, bem como da sua entidade, na construção de um mundo saudável, que produza alimentos com base em princípios agroecológicos, em pequenas propriedades, respeitando a natureza e os/as trabalhadores/as e garantindo qualidade de vida para as atuais e futuras gerações. Assim, romperemos definitivamente com o modelo que concentra riquezas, expulsa a população do campo e produz pobreza e envenenamento.

Desde já agradecemos pela sua colaboração e participação nessa Campanha.

 

Secretaria Operativa do Comitê Regional da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida

contraosagrotoxicosdovale@gmail.com

 

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Categories: agrotóxicos Tags:

Eucalipto transgênico no Piauí

28, julho, 2011 Sem comentários

Nota: No banco de dados da CTNBio disponível na internet não há qualquer autorização para pesquisa com eucalipto transgênico no estado do Piauí.

“Engana-se quem acha que a Suzano Papel e Celulose está agindo sozinha em terras piauienses. A empresa entregou para a FuturaGene o seu campo de testes e as fazendas experimentais instaladas no Estado.

A FuturaGene, empresa britânica especializada em biotecnologia foi adquirida pela Suzano em 2010. A FuturaGene já conduziu os testes com florestas de eucalíptos transgênicos no Piauí e agora espera a regulação da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) para vender no mercado.”

As informações são do Valor Econômico.

 

Público lota sessão de lançamento do filme “O veneno está na mesa”

27, julho, 2011 2 comentários

 

por Sheila Jacob, do NPC, com fotos de Diana Helene, do SOLTEC/UFRJ


Debate realizado com o autor Silvio Tendler após apresentação do vídeo


No último dia 25/07, o Teatro Casa Grande ficou pequeno para as mais de 500 pessoas que assistiram ao lançamento de “O veneno está na mesa”, o mais novo documentário do cineasta Silvio Tendler. O filme, feito para a Campanha Contra os Agrotóxicos e Pela Vida, mostra em apenas 50 minutos os enormes prejuízos causados por um modelo agrário baseado no agronegócio.. Além dos ataques ao meio ambiente, os venenos cada vez mais utilizados nas plantações causam sérios riscos à saúde tanto do consumidor final quanto de agricultores expostos diariamente à intoxicação. Nessa história toda, só quem lucra são as grandes empresas transnacionais, como a Monsanto, Syngenta, Bayer, Dow, DuPont, dentre outras.

O documentário aborda como a chamada Revolução Verde do pós-guerra acabou com a herança da agricultura tradicional. No lugar, implantou um modelo que ameaça a fertilidade do solo, os mananciais de água e a biodiversidade, contaminando pessoas e o ar. Nós somos as grandes vítimas dessa triste realidade, já que o Brasil é o país do mundo que mais consome os venenos: são 5,2 litros/ano por habitante. A ANVISA denuncia que, em 2009, quase 30% dos mais de 3000 alimentos analisados apresentaram resultados insatisfatórios, com níveis de agrotóxicos muito acima da quantidade tolerável. Os produtos orgânicos, mais indicados, são de difícil acesso à população em geral devido ao alto custo.

Apesar do quadro negativo, o filme aponta pequenas iniciativas em defesa de um outro modelo de produção agrícola. Este é o caso de Adonai, um jovem agricultor que individualmente faz questão de plantar o milho sem veneno, enfrentando inclusive programas de financiamento do governo que tem como condição o uso desses agrotóxicos. Outro exemplo vem da Argentina: em 2009, a presidenta Cristina Kirchner ordenou à ministra da saúde, Graciela Ocaña, a abertura de uma investigação oficial sobre o impacto, na saúde, do uso de agrotóxicos nas lavouras. Enquanto isso, no Brasil, há incentivo fiscal para quem usa esses produtos, gerando uma contradição entre a saúde da população e a economia do país, com privilégio da segunda. Leia mais…

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VIII Festa Reginal das Sementes

25, julho, 2011 Sem comentários

Controle da qualidade da água no Brasil não acompanha contaminação química

25, julho, 2011 Sem comentários

Jornal do Brasil, 25/07/2011

 

A água potável no Brasil pode conter 22 tipos de agrotóxicos, 13 de metais pesados, 13 de solventes e seis de desinfetantes. Essa presença contaminante é tolerada até níveis fixados em uma escala oficial, que às vezes é ultrapassada por conveniências econômicas e devido a controles inadequados. Até 1977 as autoridades determinavam que a água própria para consumo humano não podia conter resíduos de mais de 12 agrotóxicos e dez metais. Nada sobre os demais. Desde então foram feitas duas atualizações, em 1990 e 2004, “legalizando” os resíduos de novos insumos químicos usados na agricultura e na indústria, lamentou Wanderlei Pignati, médico e professor da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT). Leia mais…

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Brasil deve passar os EUA em venda de defensivos agrícolas

22, julho, 2011 Sem comentários

VALOR ECONÔMICO,  22/07/2011

Gerson Freitas Jr.

O Brasil deve ultrapassar os Estados Unidos e se tornar o maior mercado mundial de agrotóxicos ainda em 2011, com vendas superiores a US$ 8 bilhões. Com o bom desempenho das vendas do insumo no primeiro semestre e a forte alta nos preços das principais commodities, o setor reviu suas estimativas e espera uma crescimento de até 10% na receita com as vendas.

Isso significa que o mercado pode crescer duas vezes mais do que se previa no início do ano. As projeções iniciais do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Agrícola (Sindag) indicavam uma expansão de 4,5%, ritmo compatível com o crescimento então esperado para a economia brasileira.

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Assinale a alternativa correta

21, julho, 2011 1 comentário

a) é o boné certo na pessoa certa
b) é o boné certo na pessoa errada
c) é o boné errado na pessoa certa
d) é o boné errado na pessoa errada
e) n.d.a.

 

http://souagro.com.br/lula-usa-bone-do-movimento-sou-agro

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Estudo indica anomalias em ratos que consumiram transgênicos

21, julho, 2011 Sem comentários

rfi Português, 21/07/2011

por Ana Carolina Dani

Uma equipe de pesquisadores, liderada pelo francês Gilles-Eric Séralini, acabou de publicar um estudo sobre os transgênicos que mostra que ratos que consumiram alimentos geneticamente modificados apresentaram anomalias nos rins e fígado. Além dos problemas, o estudo indica que o lobby pró-transgênico teria tentado dissimular os resultados das análises. O Dr. Gilles-Eric Séralini realiza, há anos, pesquisas sobre transgênicos. Ele é o presidente do Conselho Científico do Griigen, o Comitê para Pesquisa e Informação Independente sobre Engenharia Genética e professor de Biologia Molecular na Universidade de Caen.

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A pesquisa realizada pela equipe do doutor Gilles-Eric Seralini foi publicada no Environmental Sciences Europe (2011, 23, 10-20) e está disponível na íntegra na página: http://www.enveurope.com/content/23/1/10

Ervas resistentes ao glifosato levam agricultores ao ‘desespero’ nos EUA

21, julho, 2011 Sem comentários

 

Sul21, 20/07/2011 (Via MST)

A resistência de ervas daninhas ao herbicida Roundup, da Monsanto, está levando agricultores do Estado norte-americano de Missouri a recorrerem à antiga prática da capina em plantações de algodão. Em casos mais graves, os agricultores estão fazendo “coquetéis” de agrotóxicos ainda mais prejudiciais à saúde e ao meio–ambiente.

A informação é do jornal Saint Louis Today, em reportagem publicada no último domingo (17). Na matéria intitulada “Ervas daninhas resistentes deixam agricultores desesperados”, o jornal informa que cada vez mais ervas daninhas estão se tornando resistentes ao Roundup da Monsanto, vendido genericamente como o glifosato, forçando os agricultores a usar outros herbicidas em suas lavouras de algodão, milho e soja.

Eles estão ficando sem opções? A resposta simples é: sim”, diz ao jornal o cientista da Universidade de Illinois, Aaron Hager. “É irônico que o glifosato tenha sido vendido como alternativa para esses pesticidas mais velhos, e agora os agricultores os estão usando novamente “, afirma o analista do grupo Environmental Working Group, Brett Lorenzen.

O problema da resistência das ervas daninhas ao glifosato é antigo. Em 2006, um estudo da Universidade de Passo Fundo (UPF), na região norte do Rio Grande do Sul, mostrou que pelo menos quatro plantas daninhas se mostravam resistentes ao glifosato da Monsanto. A própria Monsanto confirmou parcialmente a informação no ano seguinte. Na época, noticiou-se que os agricultores da região estavam recorrendo a agrotóxicos proibidos pela legislação brasileira.

 

Novo herbicida é suspeito de matar milhares de árvores nos EUA

20, julho, 2011 Sem comentários

 

Supostamente ‘eco-friendly’, teria matado milhares de álamos, salgueiros, pinheiros brancos, espruces-da-Noruega e outras coníferas

 

O ESTADO DE SÃO PAULO, 15 de julho de 2011

Um herbicida recentemente aprovado nos Estados Unidos, amplamente usado por paisagistas por ser supostamente eco-friendly, é o principal suspeito das mortes de milhares de árvores em todo o país, divulgou o New York Times nesta sexta-feira. O Imprelis, fabricado pela DuPont, é vendido desde outubro apenas para profissionais de jardinagem. No começo de maio, começaram a surgir relatos de mortes de álamos, salgueiros, pinheiros brancos, espruces-da-Noruega e outras coníferas em diversos jardins, campos de golfe e cemitérios dos EUA – exceto na Califórnia e em Nova York, onde o uso do herbicida não foi liberado pelas autoridades locais.

Uma porta-voz da DuPont ouvida pelo jornal diz que a empresa está “investigando estes sintomas”, mas que é difícil identificar “quais variáveis contribuíram”. O produto continua a ser vendido, e a empresa afirma que houve “muitos lugares” nos quais ele foi usado sem danificar as árvores.

Numa carta de 17 de junho, um outro representante da empresa, Michael McDermott, afirmou que os usuários do Imprelis podem não ter misturado o herbicida corretamente, ou tê-lo combinado com outros produtos. A mesma carta, porém, pede aos clientes que não apliquem o Imprelis perto de espruces-da-Noruega ou pinheiros brancos, nem de suas raízes.

A empresa de jardinagem Underwood Nursery, com sede no Michigan, alega que, de 1.000 aplicações do produto, já recebeu 350 reclamações de árvores mortas. Afirma ainda ter gasto US$ 150 mil (R$ 236 mil) em franquias à companhia de seguros para substitui-las. Alguns paisagistas, diz o New York Times, descobriram que seus seguros não cobrem mortes de árvores.

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Consumidores ainda não sabem avaliar alimentos transgênicos

18, julho, 2011 Sem comentários

DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR
17/07/2011 | 12h28 | Desinformação

Você sabe o que são os produtos transgênicos? Sabe como identificá-los quando vai ao supermercado? A técnica em enfermagem Nazaré Dantas até que tentou definir um organismo geneticamente modificado (OGM), mas acabou se rendendo à dificuldade de definição e a falta de conhecimento. Como o nome explica, o OGM é aquele produto que tem na sua composição ingredientes alterados geneticamente em laboratório. Um dos exemplos mais comuns é o óleo de cozinha fabricado à base de grãos de soja transgênica. Ou aquela massa para cuscuz feita com o milho modificado. A lista não para por aí: a carne de boi pode ser considerada transgênica se o animal for alimentado com ração que contenha algum OGM.

Nazaré reclama da falta de informação: “Acho que todo mundo tem dificuldade de identificar o que é transgênico porque não tem a informação clara no rótulo dos produtos”. Ela tem razão. O triângulo de fundo amarelo com a letra T (transgênico) de cor preta fica escondido em meio às informações sobre composição, calorias, data de fabricação e data de validade. “Como eu sou do interior prefiro os produtos naturais. Mas no caso de óleo de cozinha não tem para onde correr. Eu compro, mas acho que o transgênico faz mal à saúde”, arrisca.

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O Veneno está na mesa, lançamento do documentário de Silvio Tendler

16, julho, 2011 7 comentários

O Comitê do RJ da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e pela Vida convida para o lançamento do mais novo documentário de Silvio Tendler: “O veneno está na mesa”. O filme mostra o perigo a que se está exposto por conta do emprego de agrotóxicos na agricultura, e como este modelo beneficia as grandes transnacionais do veneno em detrimento da saúde da população.

A exibição será no dia 25 de julho, segunda-feira, às 20h, no Teatro Casa Grande. Depois da exibição do filme (50 min.), haverá debate com a participação do autor e de Letícia Rodrigues da Silva, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A mediação será feita pela agrônoma Nívia Regina, do MST-Via Campesina, e integrante da coordenação nacional da Campanha.

Sinopse

O Brasil é o país do mundo que mais consome agrotóxicos: 5,2 litros/ano por habitante. Muitos desses herbicidas, fungicidas e pesticidas que consumimos estão proibidos em quase todo mundo pelo risco que representam à saúde pública. O perigo é tanto para os trabalhadores, que manipulam os venenos, quanto para os cidadãos, que consumem os produtos agrícolas. Só quem lucra são as transnacionais que fabricam os agrotóxicos. A idéia do filme é mostrar à população como estamos nos alimentando mal e perigosamente, por conta de um modelo agrário perverso, baseado no agronegócio.

A entrada é franca!

Esse evento faz parte das comemorações dos 45 anos do histórico Teatro Casa Grande que terá, a cada mês, sempre às 20h, uma palestra sobre temas do Brasil e de nossa inserção no mundo.

Não é necessário inscrição prévia: é só chegar antes da hora do início e aproveitar para visitar, no local, a pequena livraria da Editora Expressão Popular (www.expressaopopular.com.br).

Estacionamento, PAGO, no Shopping Leblon.

O Teatro Oi Casa Grande fica na Rua Afrânio de Melo Franco, 290, Leblon.

Organização

Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida – RJ

Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF – http://amigosenff.org.br/site/)

Instituto Casa Grande (ICG – http://institutocasagrande.wordpress.com/)

Jornal de Cultura e Política Algo a Dizer (www.algoadizer.com.br), que está publicando as transcrições das palestras na íntegra.

Esta será a sexta palestra do ciclo que teve o professor Emir Sader em março, João Pedro Stédile, dirigente do MST, em abril, o embaixador Samuel Pinheiro Guimarães em maio, Aleida Guevara em junho e, dia 18 de julho, o reitor da UFRJ Aluísio Teixeira.

 

EUA reconhecem importância da rotulagem dos alimentos transgênicos

13, julho, 2011 Sem comentários

Comentário de André Trigueiro para a Rádio CBN, 10/07/2011