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Arquivo de agosto, 2011

Ciclo de debates sobre a Rio+20

30, agosto, 2011 Sem comentários

Aumenta a preocupação com regras da UE para defensivos

29, agosto, 2011 Sem comentários

Ao invés de buscar modernizar suas práticas agrícolas, a indústria se mobiliza para defender seus interesses e manter no mercado antigos produtos tóxicos.

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Aumenta a preocupação com regras da UE para defensivos (sic)

VALOR ECONÔMICO, 29/08/2011

Por Tarso Veloso

Se for levada ao pé da letra, a revisão das regras para o uso de pesticidas na União Europeia poderá prejudicar 59% das exportações agropecuárias do Brasil para o continente em 2014, de acordo com o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Agrícola (Sindag).

O banimento de centenas de agroquímicos no mercado europeu não envolve apenas a própria produção da UE, mas também os resíduos eventualmente encontrados nas exportações para a região. Dessa forma, os insumos que forem proibidos não poderão ser aplicados nas vendas brasileiras ao bloco. A revisão foi definida em 2008. De 1.111 produtos analisados, foram permitidos 215. Os cortes serão realizados gradualmente, até 2014.

Para o Sindag, os produtores do Brasil serão penalizados porque vários defensivos usados no país serão banidos pelo novo regulamento. Segundo cálculos da entidade, 36 dos 49 inseticidas utilizados pelos produtores brasileiros de soja serão proibidos. Para combater a ferrugem asiática, por exemplo, os sojicultores só terão como opção fungicidas com o grupo químico estrobirulinas – que, de acordo com a entidade, são cada vez menos eficientes.

Segundo Silvia de Toledo Ligabó, executiva do Sindag, uma das opções para driblar as restrições europeias é negociar a liberação de defensivos propícios para países tropicais, já que a maioria dos produtos barrados não são usados na UE.

Praga do milho cria resistência a planta transgênica da Monsanto

29, agosto, 2011 Sem comentários

Note que, assim como acontece com os agrotóxicos, alega-se que a culpa pela criação de insetos resistentes é dos agricultores, que não sabem usar adequadamente a tecnologia.

Em tempo: a notícia fez as ações da empresa caírem 4%, conforme divulgou a CNBC.

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Wall Street Journal Americas, 28/08/2011

Por SCOTT KILMAN

Pés de milho que a Monsanto Co. modificou geneticamente para bloquear um inseto voraz estão virando alimento dessa mesma praga em umas poucas plantações nos Estados Unidos, a primeira vez em que uma praga desenvolve resistência a uma lavoura fruto de engenharia genética na região agrícola americana.

A descoberta suscita temores de que a maneira como alguns produtores estão usando lavouras alteradas possa alimentar pragas resistentes.

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Besouro desenvolve resistência a milho Bt da Monsanto

26, agosto, 2011 Sem comentários

A própria natureza talvez seja a melhor opositora aos transgênicos e aos agrotóxicos. Não só as plantas como também os insetos estão desenvolvendo resistência. O besouro Diabrotica virgifera, uma das principais pragas que afetam os milharais, desenvolveu resistência a uma variedade Bt da Monsanto e plantações inteiras estão sendo perdidas.

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Briga de cachorro grande

25, agosto, 2011 Sem comentários

Com informações da Reuters, 22/08/2011.

Syngenta processa Bunge por veto a milho transgênico

A Syngenta Seeds, que integra a gigante agroquímica Syngenta AG, ingressou na Justiça contra a Bunge após ver recusada uma de suas variedades de milho transgênico.

A Syngenta alega que as operações da Bunge América do Norte estão recusando ilegalmente operar com uma de suas variedades de milho Bt [inseticida].

Na ação apresentada segunda feira à Corte Iowa, a Syngenta alega que a Bunge notificou seus fornecedores que não aceitará o novo milho da Syngenta, Agrisure Viptera, liberado ano passado nos EUA.

A Syngenta disse que a Bunge isolou seu milho, junto com uma soja da Pioneer Hi-Bred International (DuPont), justificando que seus elevadores não poderiam aceitar o grão uma vez que ele não foi aprovado pelos principais destinos de suas exportações.

A Syngenta afirma que a atitude da Bunge é ilegal e que a variedade tem as aprovações nos maiores destinos, incluindo Austrália, Brasil, Canadá, Japão, México, Nova Zelândia, Filipinas, Coreia e Taiwan.

Porém, falta aprovação da China, que nos últimos meses tem comprado volumes crescentes do cereal estadunidense.

Segunda a Syngenta, a aprovação da nova variedade de milho pela China deve ser obtida em 2012.

A Syngenta ainda afirma na ação que a China não é um grande mercado para o milho dos Estados Unidos porque as importações de milho pelos EUA representaram menos de 3% do total das exportações em 2010-2011. (…)

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Sou AGRO-mentira

23, agosto, 2011 Sem comentários

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A sequela da monocultura

23, agosto, 2011 Sem comentários

SCIENTIFIC AMERCIAN, 17/08/2011

Uso de herbicida pode causar sérias doenças em seres humanos

Segundo declarações de um cientista do governo americano, o uso excessivo do herbicida Roundup, da Monsanto, pode causar mudanças prejudiciais no solo e, potencialmente, prejudicar os rendimentos das culturas geneticamente modificadas pelos agricultores.

“O uso repetido do glifosat, o principal ingrediente do herbicida Roundup, causa impactos na estrutura química das plantas, e 15 anos de pesquisas indicam que a substância química pode ser a responsável por doenças nas raízes causadas por fungos”, explica Bob Kremer, microbiólogo do Agriculture’s Agricultural Research Service.

Roundup é o herbicida mais vendido no mundo, e seu uso tem fortalecido a Monsanto, maior empresa de sementes do planeta, que continua implantando culturas “Roundup Ready”, tolerantes ao herbicida.

O milho, a soja e outras culturas Roundup Ready são amados pelos agricultores, pois permitem que pulverizem o herbicida diretamente em suas colheitas para matar ervas daninhas. Além disso, o milho e a soja estão entre os produtos mais cultivados nos Estados Unidos.

Mas como os agricultores aumentaram a utilização de culturas Roundup Ready e consequentemente do herbicida Roundup, os problemas começaram a surgir. Um dos maiores problemas atualmente é a resistência de plantas daninhas ao Roundup. Mas Kremer disse que os problemas menos visíveis, presentes abaixo do solo, também devem ser observados e pesquisados mais amplamente.

Embora Kremer afirme que a pesquisa até o momento não comprovou que o glifosato provoca doenças fúngicas que limitam diretamente a produção agrícola e a saúde, os dados sugerem que poderia ser o caso. “Estamos sugerindo que esse potencial certamente existe”, disse Kremer em uma apresentação na conferência anual da Organização para Mercados Competitivos, realizada recentemente em Kansas City.

Kremer explica que a pesquisa mostra que essas culturas geneticamente alteradas não rendem mais do que as culturas convencionais, e deficiências de nutrientes ligadas a problemas de doenças na raiz são provavelmente fatores limitantes.

Kremer disse que os agricultores devem tomar cuidado e considerar uma maior rotatividade de culturas e maior acompanhamento do uso do glifosato. Ele está entre um grupo de cientistas que notou problemas potenciais com esse herbicida. Pesquisadores de outros países também manifestaram preocupações sobre o uso do glifosato poder estar ligado ao câncer, a abortos e outros problemas de saúde em pessoas e animais.

A Monsanto declarou que o glifosato liga-se fortemente à maioria dos tipos de solo e que não é prejudicial às colheitas. A empresa disse que suas pesquisas mostram que o glifosato é seguro tanto para seres humanos quanto para o meio ambiente.

“Nem o USDA (United States Department of Agriculture), nem a Agência de Proteção Ambiental que está analisando o registro do glifosato para a sua segurança e eficácia, demonstraram interesse em continuar a explorar essa área de pesquisa”, lamenta Kremer.

 

Indústria do fumo e das armas financiou campanha do novo ministro da agricultura

23, agosto, 2011 Sem comentários

Ministro defensor do tabaco

CORREIO BRAZILIENSE, 23/08/2011

O teor de uma emenda a um projeto de lei que tramitava na Câmara resume os posicionamentos políticos do novo ministro da Agricultura, o deputado federal Mendes Ribeiro (PMDB-RS), que assume hoje o cargo. O projeto impedia a fabricação, instalação, operação e importação de máquinas de venda automática de cigarros e de outros derivados do tabaco, como charutos e cigarrilhas.

A proposta foi aprovada e remetida ao Senado em 2004. Antes, Mendes Ribeiro propôs uma alteração na lei. A emenda restringiu a proibição. As máquinas seriam permitidas, desde que apresentassem sistemas de controle que evitassem a compra dos maços de cigarro por crianças e adolescentes. “Fica claro que a solução ideal não é a proibição da fabricação, mas a busca de uma forma eficaz que garanta a não utilização das máquinas por menores de 18 anos”, justificou o deputado no texto da emenda.

O novo ministro da Agricultura do governo da presidente Dilma Rousseff é um ferrenho defensor da indústria e do cultivo do tabaco no Brasil. No exercício de seus mandatos na Câmara, discursou em defesa do setor e atuou na prática para beneficiar a produção de fumo, como é o caso da emenda apresentada. Em março deste ano, Mendes Ribeiro subiu à tribuna do plenário da Câmara para defender os produtores de fumo da Região Sul, principalmente de seu estado, Rio Grande do Sul. Disse que explicou a um agricultor, depois de ser abordado por ele, que não havia qualquer iniciativa do Congresso para proibir a comercialização de fumo no país. “O que está acontecendo encontra fundamento em duas consultas públicas da Anvisa, que literalmente legisla sobre o tema”, criticou o deputado. “As colocações feitas têm o intuito de alardear e aumentar os problemas do setor fumageiro.”

Doações

Para se eleger deputado, Mendes Ribeiro recebeu R$ 70 mil de indústrias do tabaco em 2002 e 2006, conforme registros de doações oficiais no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Do setor de armamento, foram mais R$ 155 mil, nas últimas três eleições. Duas semanas antes de subir à tribuna para defender a indústria do cigarro, o parlamentar discursou em defesa do setor de armas. “O Brasil disse ‘não’ ao desarmamento dos homens decentes”, disse logo no início de seu quinto e atual mandato. Um projeto de lei de sua autoria propôs, 12 anos atrás, a obrigatoriedade de renovação anual do registro de armas de fogo.

Na votação do novo Código Florestal Brasileiro, aprovado em maio na Câmara, Mendes Ribeiro apoiou integralmente a proposta do relator Aldo Rebelo (PCdoB-SP), na contramão do próprio governo que passa a integrar a partir de hoje. O deputado assinou seis emendas ao projeto em conjunto com os líderes do PSDB na Câmara, Duarte Nogueira (SP), e do DEM, ACM Neto (BA). Aliado aos principais líderes da oposição na Câmara, Mendes Ribeiro propôs a exploração agropecuária no Pantanal, a permissão de atividades agropecuárias em áreas de preservação permanente (APPs) – como acabou validado em plenário – e a dispensa de averbação de reserva legal em cartório. Entre outros projetos na Câmara, propôs a redução da faixa da fronteira brasileira, de 150km para 50km.

 

O veneno está na mesa, lançamento em Brasília

23, agosto, 2011 1 comentário

 

 

Fotos de Leonardo Melgarejo

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Anvisa autua duas empresas por vender agrotóxico vencido

17, agosto, 2011 Sem comentários

Basf e Servatis são processadas; Vigilância Sanitária diz ter identificado reprocessamento de 113 mil litros de defensivo

Lígia Formenti | O Estado de S.Paulo, 187/08/2011

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autuou na semana passada as empresas Basf e Servatis por participarem de uma operação para reintroduzir no mercado, supostamente sem controle, agrotóxicos vencidos ou próximos da data de vencimento. A agência diz que identificou o “reprocessamento” de pelo menos 113 mil litros do defensivo Opera. O material, estimado em R$ 7,7 milhões, já estaria em postos de venda.

As duas empresas autuadas responderão a um processo administrativo sanitário. Elas estão sujeitas ao pagamento de multas que variam de R$ 2 mil a R$ 1,5 milhão. A Basf e a Servatis têm 15 dias para apresentar a defesa. Usado principalmente na cultura da soja, o Opera é um dos principais produtos da Basf, uma das líderes do mercado de agrotóxicos.

O reprocessamento foi identificado em uma fiscalização de rotina há duas semanas na Servatis, em Resende (RJ). Foi constatado que a Basf encaminhava à Servatis o material vencido para reprocessá-lo.

A empresa contratada era encarregada de tirar o produto das embalagens e colocá-lo em um tanque, onde seria submetido a um processo semelhante à centrifugação. Depois, o material era novamente embalado, com novos números de lote, novas datas de fabricação e de validade. Nessa prática, podiam ser usados vários lotes do produto.

Na Servatis, a Anvisa apreendeu documentos em que a Basf fazia recomendações detalhadas sobre a “operação de desenvase”, processo considerado pela empresa como de rotina e dentro da lei. O documento pedia que o procedimento fosse mantido sob sigilo. Para garantir a confidencialidade, a Basf recomendava que a Servatis obrigasse “seus empregados à dissimulação, dentro das possibilidades legais, mesmo para o tempo depois de ter deixado a empresa”.

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Agrotóxicos contaminam corais na Austrália

17, agosto, 2011 Sem comentários

VALOR ECONÔMICO, 17/08/2011

A Grande Barreira de Corais da Austrália, patrimônio natural da Humanidade, está sendo danificada por pesticidas utilizados na agricultura, apontou um relatório do governo sobre a qualidade da água na região. Embora a mudança do clima continue sendo a principal responsável pelo descoloramento dos corais, o governo afirma que os agrotóxicos também impõem grande risco ao local.

De acordo com o levantamento, agrotóxicos foram encontrados em um raio de 60 quilômetros dentro da área dos corais, e em concentrações altas. O estudo refere-se especificamente às lavouras de cana-de-açúcar do norte de Queensland.

 

Domingo é dia de cinema

16, agosto, 2011 Sem comentários

Cinelândia, Rio de Janeiro

Milho modificado para produzir mais álcool gera polêmica nos EUA

16, agosto, 2011 Sem comentários

O Globo, 16/08/2011

RIO – Agricultores americanos começaram a plantar a primeira cultura de milho geneticamente modificado para produzir mais etanol dentro da política dos EUA de aumentar o uso da bioenergia no país, informou o jornal britânico “Guardian”. O plantio, no entanto, já começa a gerar é polêmica, com organizações não-governamentais alertando que a nova planta pode piorar uma crise alimentar global que ganhou evidência com a fome na Somália ao desviar ainda mais milho para a produção de energia.

A indústria alimentícia também manifestou desagrado, já que o milho modificado, embora não seja totalmente intragável, não serve para fabricar a maioria dos produtos alimentares que normalmente usam milho em sua fórmula. Além disso, fazendeiros que plantam milho para consumo humano estão preocupados com a possível contaminação de suas lavouras.

O milho desenvolvido pela empresa suíça de pesticidas Syngenta contém um gene a mais para a produção de uma enzima, a amilase, que acelera a quebra de seus aminoácidos em etanol. As usinas de álcool geralmente têm que adicionar a enzima ao milho para fabricar o etanol.

Batizado Enogen, o milho modificado está sendo plantado comercialmente pela primeira vez em cerca de 5 mil acres de terra nos limites do chamado “cinturão do milho americano” no estado de Kansas após aprovação pelo Departamento de Agricultura dos EUA em fevereiro último. Em seu material promocional, a Syngenta afirma que ele permite aos fazendeiros produzir mais etanol com menor uso de energia e água.

 

Feira de sementes em São João do Triunfo – PR

15, agosto, 2011 Sem comentários

Presidente da CTNBio adianta voto favorável sobre feijão transgênico

15, agosto, 2011 Sem comentários

 

Terra de Direitos, 11/08/2011

Nessa quinta-feira (11), a CTNBio irá analisar o pedido de liberação do feijão transgênico. Mas Paiva, o polêmico presidente da comissão, e outros 15 membros anunciaram antecipadamente seus votos favoráveis. Organizações pedem que estes membros não possam votar na reunião.

O alimento mais consumido no Brasil poderá se tornar geneticamente modificado, dependendo da decisão tomada pelo plenário da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança – a CTNBio nesta quinta-feira (11). A semente do feijão transgênico, desenvolvida pela Embrapa, promete ser resistente ao vírus do mosaico dourado e tem recebido um rótulo de “orgulho nacional”, enquanto organizações e pesquisadores questionam a pesquisa de campo feita apenas em três localidades, mas com possibilidade de aprovação para plantio em todo o território brasileiro.

Além das questões científicas, outro ponto preenche o debate de dúvidas quanto a isenção da CTNBio em decidir o uso da transgenia no Brasil. O polêmico presidente da Comissão, Edilson Paiva, adiantou seu voto em um ofício encaminhado no dia 2 de agosto ao ministro Aloizio Mercadante e a presidenta Dilma Rousseff. No documento, Paiva defende o feijão transgênico e critica o Consea – Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional – por questionar o produto. Com isso, Paiva deixou claro que é favorável ao feijão geneticamente modificado, mesmo sendo seu papel ético prezar pelo debate aprofundado sobre o tema, a fim de preservar a legitimidade conferida à Comissão.

Organizações e movimentos sociais que acompanham os debates se organizam para participar da reunião, a fim de questionar a aprovação de uma variedade nunca produzida e nem consumida. Nesta quarta-feira (08), encaminharam uma representação a diversos órgãos, entre eles Ministério Público Federal e ao ministro Mercadante, pedindo para que os membros que já se manifestaram publicamente favoráveis ao feijão transgênico sejam declarados como não isentos, e por isso não possam votar na audiência desta quinta-feira.

Há tempos as posturas de Paiva chamam atenção. Em 2007, chegou a declarar a imprensa que as pessoas “poderiam até beber” o glifosato, um herbicida muito utilizado no plantio de soja. Em junho, Paiva afirmou que Mercadante estava mal orientado, após o ministro comparecer pessoalmente a comissão e vetar uma alteração no regimento que reduziria para 30 dias o prazo de análise para as liberações comercias de transgênicos.

Além dele, outros 15 membros da Comissão também já anteciparam seus votos ao aderirem a um abaixo assinado virtual pedindo a liberação do feijão transgênico, antes mesmo de enfrentarem o debate e sem considerarem os questionamentos feitos pela sociedade em audiência pública. O autor do abaixo assinado é um dos membros da CTNBio, Paulo Paes, representante do Ministério de Relações Exteriores e inclusive um dos relatores responsáveis pela análise do feijão transgênico. Paes é professor da UFPE e sócio de uma empresa de biotecnologia em Pernambuco, a Biogene. Na última reunião ordinária da CTNBio, em junho, manifestou-se dizendo que o Protocolo de Cartagena é um problema para as liberações de OGM´s no Brasil. Outro relator do processo, o membro Flávio Finardi, também assinou ao documento.