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Produção de grãos chega a 184,15 milhões de toneladas

9, maio, 2013 Sem comentários

CONAB, 09/05/2013

estimativas: soja > 81,5 milhões de toneladas (cerca de 75% transgênica) ; milho > 43 milhões de toneladas (cerca de 70% transgênico)

graos conab

A produção nacional de grãos do período 2012/2013 está estimada em 184,15 milhões de toneladas, quantidade 10,8% superior à da safra 2011/12, quando atingiu 166,17 milhões de toneladas. Os números são do 8º levantamento da safra, divulgado nesta quinta-feira (9/05) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Esse resultado representa um incremento de 17,98 milhões de toneladas e se deve, sobretudo, às culturas de soja e milho segunda safra, que apresentam crescimento nas áreas cultivadas de 10,7 e 15,6%, respectivamente. Também, as condições climáticas favoráveis, embora com estiagem e excesso de chuva em algumas áreas, justificam o aumento de produção.

A soja permanece como o grande destaque, com um crescimento de 22,8% sobre as 66,38 milhões de toneladas da última safra e uma produção estimada em 81,53 milhões de toneladas. Também o milho 2ª safra tem bom desempenho, com aumento de 10,4% sobre as 39,11 milhões de toneladas do último ano, chegando a 43,19 milhões de toneladas. Este número supera a produção do milho 1ª safra, estimada em 34,81 milhões de toneladas. O arroz é outro grão que obteve crescimento (3%), ao passar das 11,6 milhões de toneladas para 11,95 milhões de toneladas.

Área – A área total de plantio de grãos cresceu 4,1% em relação à safra passada (50,89 milhões de ha) e chegou a 52,98 milhões hectares. As culturas de soja e milho obtiveram também os melhores desempenhos em área plantada. O aumento da soja foi de 10,7%, passando de 25 para 27,72 milhões de hectares. Já o milho 2ª safra ampliou a área em 15,6%, passando de 7,62 para 8,81 milhões de hectares.

Para a realização deste estudo, técnicos da Conab entraram em contato com os profissionais de cooperativas, secretarias de agricultura e órgãos de assistência técnica e extensão rural (oficiais e privados), além de produtores rurais, entre os dias 22 e 26 de abril. (Antônio Marcos da Costa /Conab)

 

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O avesso da reforma agrária

4, abril, 2013 1 comentário

Dez grandes companhias já controlam uma área superior a 1 milhão de hectares na região

Cerrado piauiense vira soja

 

Valor Econômico, 01/04/2013 | via clipping do MPOG

Por Gerson Freitas Jr.

De Bom Jesus (PI) e Balsas (MA) |  O avanço da soja no Mapito – região fronteiriça entre os Estados do Maranhão, Piauí e Tocantins, além da Bahia – nos últimos anos foi impulsionado pela presença de grandes grupos empresariais e fundos de investimento. Um levantamento feito pelo Valor mostrou que dez grandes companhias já controlam – direta ou indiretamente – uma área superior a 1 milhão de hectares na região. Embora nem toda essa área já esteja cultivada, ela representa cerca de um terço dos 3 milhões de hectares em que a soja está sendo colhida na região na atual safra.

Quem percorre os quase 120 quilômetros de chão batido da rodovia PI-397, que corta a Serra do Quilombo, no Piauí, vê um cenário em transformação. Longas extensões de vegetação nativa postas no chão anunciam o avanço das lavouras de soja e milho sobre o chapadão, naquela que é conhecida como a “última fronteira agrícola” do país – a porção de Cerrado que engloba o sul do Maranhão e do Piauí, o leste do Tocantins e o oeste da Bahia, também conhecida pelo acrônimo “Mapitoba”.

O Piauí integra aquela que é conhecida como a “última fronteira agrícola” do país – a porção de Cerrado que engloba ainda o sul do Maranhão, a parte leste do Tocantins e o oeste da Bahia e que ficou conhecida pelo acrônimo “Mapitoba”.

Nos últimos 10 anos, a área plantada com soja nessa região cresceu em mais de 1,7 milhão de hectares, para quase 3 milhões – pouco mais de 10% da área dedicada ao grão em todo o país na última safra. No período, a área ocupada com lavouras mais do que dobrou no Maranhão, triplicou no Tocantins e praticamente quintuplicou no Piauí. Mais de dois terços desse crescimento aconteceu a partir do ciclo 2005/06 – não à toa, quando os preços internacionais da commodity iniciaram sua escalada.

O que mais chama atenção em relação ao avanço da produção em uma das regiões mais pobres do país é o perfil desse crescimento. Trata-se de um fenômeno impulsionado pela chegada de grandes empresas de capital aberto, controladas por fundos estrangeiros ou por empresários nacionais ligados a outros ramos da economia. E que exploram um modelo de produção que combina altíssima escala, gestão profissional e acesso aos mercados de capitais.

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Bayer CropScience dá novo passo para crescer em sementes

7, março, 2013 1 comentário

Assim avança o controle das multinacionais sobre as sementes, que definem as estratégias de melhoramento genético e lançamento de cultivares de acordo com seus interesses na venda de insumos. Restam cada vez menos opções para os agricultores.

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VALOR ECONÔMICO, 07/03/2013

Por Gerson Freitas Jr. | De São Paulo

A Bayer CropScience anunciou ontem mais um passo em sua estratégia para crescer em sementes de soja no Brasil – um mercado no qual ainda é incipiente.

A múlti alemã oficializou a aquisição do banco de germoplasma da Agropastoril, de Cascavel (PR), e um acordo para comprar a unidade de sementes de soja da Agrícola Wehrmann e a sua divisão de melhoramento genético (a Wehrtec), com sede em Cristalina (GO). A multinacional não revelou quanto desembolsou nos dois negócios.

A Bayer CropScience já havia adquirido outras duas companhias de perfil semelhante – a CVR, em 2010, e a Soytech, no ano seguinte. Com isso, a múlti tenta criar um banco de germoplasma que a permita acelerar o desenvolvimento de novas variedades e a sua pesquisa com transgênicos.

Desde que decidiu entrar no mercado de sementes, hoje dominado por Monsanto, DuPont e Syngenta, há apenas quatro anos, a gigante do setor químico elegeu como prioridades os mercados de soja e trigo, o que colocou o Brasil no centro de sua estratégia global.

“A área plantada com soja no Brasil deve alcançar cerca de 40 milhões de hectares até 2020, ante 28 milhões cultivados na última safra”, justificou o presidente da Bayer CropScience para a América Latina, Marc Reichardt, em entrevista ao Valor.

“Temos planos muito ambiciosos para expandir e finalmente ser um líder em sementes de soja no Brasil. Estamos muito bem posicionados para isso”. Segundo o executivo, a empresa possui um amplo portfólio de produtos geneticamente modificados em processo de desenvolvimento.

Entre eles, a Bayer estuda uma variedade de soja resistente ao nematoide (verme que ataca as raízes das plantas) e plantios tolerantes a novas classes de herbicidas. Ele não revelou, porém, quando esses produtos serão submetidos a registro no Brasil.

Apenas três meses depois de assumir a cadeira de CEO global da Bayer CropScience, o irlandês Liam Condon desembarcou ontem em São Paulo para sua primeira visita ao país. “O Brasil é um dos quatro “países-alvo” [mercados considerados prioritários do ponto de vista de investimento] para a Bayer. Acreditamos que o mercado de soja vai dobrar nos próximos 20 anos e queremos participar desse crescimento”, afirmou. Estados Unidos, Índia e China são os outros países-alvo da companhia.

No ano passado, as vendas da Bayer CropScience no Brasil cresceram 38% em moeda local, para R$ 3,085 bilhões (cerca de € 1,2 bilhão). Contudo, a maior parte da receita ainda está atrelada ao mercado de defensivos agrícolas. Em 2012, o segmento respondeu por quase 80% do faturamento global de € 8,4 bilhões, enquanto a participação das sementes foi inferior a 12%.

Em 2012, a Bayer CropScience registrou um crescimento nominal de 15% (12,4% considerando os ajustes de câmbio e portfólio). O resultado foi puxado pelas vendas para América do Norte e América Latina (bloco que inclui ainda os países da África e do Oriente Médio), que cresceram respectivamente 26,5% e 18,5%, em termos nominais, seguida por Ásia, com avanço de 11,4%, e Europa, com 8%.

Embora cresça menos, a Europa ainda é o principal mercado da companhia em volume de vendas (€ 2,7 bilhões), seguida por América do Norte (€ 2,15 bilhões), América Latina (€ 2,13 bilhões) e Ásia (€ 1,3 bilhões)

“Ficamos muito felizes com esse desempenho. Foi um ano bom para o mercado, com os preços das commodities em patamares ainda elevados”, afirma Condon. Para 2013, pondera o executivo, o cenário é menos favorável. Segundo ele, os mercados de defensivos e sementes tendem a desacelerar ao longo do ano. “A expectativa é que cresçamos apenas um dígito ao ano”. “Estamos falando de um setor cíclico. Tivemos dois anos de crescimento na casa dos dois dígitos, o que é inédito, então achamos que em algum momento o mercado vai desacelerar”, afirma Condon.

Segundo ele, o mercado ainda deve se manter aquecido no primeiro semestre, mas pode perder força no segundo, caso a previsão de uma safra recorde nos Estados Unidos se confirme. “Se isso acontecer, os preços das commodities tendem a cair, o que pode desestimular os investimentos por parte dos produtores”, explicou.

Condon ponderou, no entanto, que as vendas de defensivos e sementes para a América do Sul e do Norte (sobretudo, os Estados Unidos) devem continuar a crescer de maneira acelerada, provavelmente na casa dos dois dígitos – “se o mercado concordar”. “Ainda é cedo para fazer qualquer avaliação sobre a safra americana”. “Se tivermos alguma desaceleração, será na margem”, concorda Reichardt.

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Contaminação ameaça soja convencional brasileira

25, junho, 2012 Sem comentários

Perdas ameaçam competitividade de soja convencional brasileira

Em Cuiabá (MT), durante congresso, especialistas discutiram futuro cultura.

Desperdícios influenciam diretamente no desempenho da oleaginosa.

G1 MT, 24/06/2012

A pressão exercida pela transgenia nas lavouras brasileiras pressionou a área ocupada com soja geneticamente não modificada. A cada safra cai a participação dos materiais livres enquanto na outra ponta aumenta-se a participação dos GMs. Somente na safra passada, a área de transgênicos no país cresceu 20% ou 4,9 milhões de hectares a mais, puxado pela oleaginosa em 20,6 milhões de hectares, milho com 7,3 milhões de hectares e o algodão, 600 mil hectares, indicou último relatório do Serviço Internacional para a Aquisição de Aplicações em Agrobiotecnologia (ISAAA).

Mesmo com a tradicional disputa entre as variedades o país conserva o título de maior produtor de soja e derivados não GMs do mundo, com produção voltada especialmente às demandas da União Europeia e Ásia. Na temporada 2011/12 no Brasil, 28% da área de soja foram plantados com cultivares livres, de acordo com a Associação Brasileira de Produtores de Grãos Não Geneticamente Modificados (Abrange). Mas apesar de produzir soja livre, o que chega ao destino final (como mercado externo) não reflete em sua totalidade o volume colhido no campo, alerta Ivan Domingos Paghi, diretor-técnico da Abrange.

Em alguns casos, até 50% dos grãos convencionais perdem-se em função de fatores como dificuldades na segregação, problemas infraestruturais. De uma média de 18 milhões de toneladas anualmente produzidos com soja convencional no país somente 6 milhões chegam até o consumidor final, estima Ricardo Souza, diretor-executivo da Abrange. “Se observamos que 28% da produção são de não transgênico e exportamos 6 milhões de toneladas, certamente a soja acaba se perdendo ou por questões logísticas, de contaminação, colheita”, destaca.

O desafio dos produtores que optam pela utilização da soja livre é manterem-se distantes da contaminação pelos grãos geneticamente alterados. “As empresas organizam sua produção, os agricultores a logística e os portos preparam-se para receber a produção. É uma questão de controle de qualidade”, pondera o diretor da Associação.

Riscos de contaminação pelos materiais transgênicos também ampliam as chances de produtores de convencionais perderem a produção. Podem ocorrer a partir de diferentes fatores como a utilização de máquinas em lavouras transgênicas e posteriormente encaminhadas para trabalhar em áreas livres, além de armazéns, lembram os representantes da Abrange.

“O que se contamina é preciso vender como transgênico e pagar royaltie”, cita ainda Ricardo Souza. Para Glauber Silveira, presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho no Brasil (Aprosoja), prevenir-se contra a contaminação de grãos requer altos investimentos e que, nem sempre, estão acessíveis ao produtor rural.

“Não é simples, pois você não está 100% livre da não contaminação. É muito dinheiro que se precisa ter para uma estrutura diferente”, reforça Silveira.

A imposição exercida pela transgenia vai continuar incidindo sobre a sojicultura brasileira. Mas para a Abrange, cabe ao produtor tomar a decisão de aderir – ou não – às culturas. “Não somos contra a tecnologia, mas desde que se mantenham as opções [de escolha] ao produtor”, menciona Ivan Paghi.

Em cima do muro
No mercado de sementes, que anualmente reduz a oferta de variedades livres, garantir a disponibilidade de não GMs é o primeiro passado para manter a sobrevivência dos produtores convencionais. Mas para a Abrange, as empresas devem ‘sair de cima do muro’. Ou seja, decidirem-se sobre qual nicho de mercado pretendem trabalhar.

“É o primeiro passo, pois já são poucas as sementeiras. Hoje o Brasil tem em torno de 600 sementeiras e quem produz soja transgênica ganha pelo produto e também pelos royalties. O perigo é o produtor ficar refém disso”, pondera Ivan Paghi.

Efeitos colaterais da expansão do agronegócio no Uruguai

27, março, 2012 Sem comentários

Documentário produzido por Radio Mundo Real, Redes, Amigos da Terra e Uruguay Sustentable

Parte 1

 

Efectos Colaterales (capitulo 01) from Radio Mundo Real on Vimeo.

Parte 2

Efectos Colaterales (capitulo 2) from Radio Mundo Real on Vimeo.

PF apreende 1,2 tonelada de agrotóxico ilegal no Paraná

14, março, 2012 Sem comentários

Folha On Line – 08/30/2012

Uma operação da Polícia Federal realizada nesta quarta-feira nas cidades de Boa Esperança e Foz do Iguaçu, no Paraná, tirou de circulação 1,2 tonelada de agrotóxicos ilegais e prendeu cinco pessoas.

De acordo com a PF, os investigados compunham uma organização criminosa que adquiria agrotóxicos ilegais no Paraguai, os transportava até depósitos no interior do Paraná e depois promovia a venda para agricultores.

Os produtos apreendidos seriam usados especialmente nas plantações de soja da região. De origem chinesa, esses agrotóxicos não são proibidos no Paraguai.

Os presos na operação poderão responder pelos crimes de formação de quadrilha, contrabando, e comercialização e transporte ilegal de agrotóxicos. As penas, somadas, podem chegar a 11 anos de reclusão.

A PF acompanhava a movimentação dos investigados desde novembro de 2011. Ao todo, foram cumpridos sete mandados de prisão temporária, oito mandados de busca e apreensão e seis mandados de condução coercitiva.

Entre os agrotóxicos ilegais apreendidos estão: Fipronil 80, Imidacloprid 70, Clorimuron 75, Methomyl 90, Clethodim 24, Metsulfuron 60%, Invictus 700, Imidacloprid WP, Master 800, Fichen 80, Ceprid 70, Acetamiprid WP Serpa 700 e Gamaextra 75 WP Glymax.

Caramuru amplia processamento de soja não transgênica

9, março, 2012 1 comentário

Valor Econômico, 05/03/2012.

Uma das maiores companhias de grãos de capital nacional do país, a Caramuru Alimentos, com sede em Itumbiara (GO), está investindo R$ 80 milhões para ampliar em 60% sua capacidade de processamento de soja para a produção de farelo e óleo, inclusive para biodiesel. Parte do aporte é financiada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Esse projeto de expansão teve início no fim de 2010, com o arrendamento de uma unidade industrial em Sorriso, Mato Grosso, cuja modernização continua em andamento. De acordo com César Borges de Sousa, vice-presidente da Caramuru, quando estiver em seu “estado da arte” a planta terá capacidade para processar aproximadamente 300 mil toneladas de soja por ano.

O executivo informa que o arrendamento tem prazo de dez anos. A fábrica é focada em produção de farelo e extração de óleo, mas depois que a assumiu, a Caramuru também implantou uma linha de lecitina de soja, proteína de elevado valor agregado, neste caso não transgênica, normalmente comercializada como suplemento alimentar ou para fins medicinais. (…)

Segundo Sousa, o farelo produzido na planta, que deverá entrar em operação em um ano e meio, será destinado sobretudo a fábricas de rações e criadores de bovinos da região. (…)

Em suas unidades, a Caramuru mantém a aposta de processar apenas grãos não transgênicos, matéria-prima para seus produtos vendidos no varejo, como óleos e bebidas à base de soja. O mesmo vale para o milho, processado na fábrica da companhia em Apucarana, no Paraná. A empresa só trabalha com transgênicos quando se trata da exportação direta de grãos, que responde por 20% a 25% do volume total de soja originado. (…)

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Produtividade da soja convencional ultrapassa a do grão transgênico

26, janeiro, 2012 Sem comentários

FAMASUL, 26/01/2012

A cada mil hectares plantados, uma lucratividade extra de até R$ 200 mil reais. Esses são os resultados da comercialização das cultivares de soja convencional apresentadas pela Fundação Meridional de Apoio à Pesquisa e Pecuária e pela Embrapa durante a 16ª edição da Showtec, que acontece na sede da Fundação MS, em Maracaju (MS), até o dia 27.

De acordo com o presidente da Fundação Meridional, Almir Montecelli, das variedades de soja que foram plantadas na sede da Fundação MS, a soja BRS 284 rendeu 74 sacas por hectare. A média de produtividade é de 50 a 60 sacas. “As sojas convencionais apresentadas aqui são mais resistentes a doenças como a neumatóide, por exemplo”, explica Montecelli. “O preço das cultivares da soja convencional testadas aqui também tem um valor de R$ 3 reais a mais por saca”, complementa Ivan Pagui, diretor técnico da Associação Brasileira de Produtores de GRÃOS Não Geneticamente Modificados (Abrange).

A Fundação Meridional trabalha com um grupo de 64 produtores de sementes nos estados de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Goiás e Rondônia. A apresentação feita na Showtec faz parte do programa Soja Livre que conta com a parceria da própria Fundação Meridional, Embrapa, da Abrange e da Importação e Comércio Paraná (Imcopa).

- Informações sobre evento podem ser obtidas pelo site www.fundacaoms.org.br, pelo telefone (67) 3454-2631 ou pelo e-mail fundacaoms@fundacaoms.org.br

Soja transgênica do Brasil depende de aprovação externa

28, outubro, 2011 Sem comentários

A soja chamada de brasileira é uma parceria da BASF com a Embrapa.

A matéria mostra que a coexistência não é possível nem entre os transgênicos, e que a contaminação irá ocorrer ao longo da cadeia de produção.

A empresa afirma que espera aumentar o uso de seu herbicida com a entrada de sua semente no mercado E a promessa de que os transgênicos iriam reduzir o uso de agrotóxicos?

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GAZETA DO POVO, 25/10/2011, por José Rocher

A primeira soja transgênica brasileira, a Cultivance, está praticamente pronta para a multiplicação de sementes, mas essa etapa só deve deslanchar a partir da aprovação do consumo na China e na União Europeia. Conforme a Embrapa Soja, que desenvolve o projeto com a multinacional alemã Basf, é necessária a liberação em ambos os mercados, principais importadores, para que não haja problemas com a produção comercial, liberada pela Comissão Técnica Nacional de Biotecnologia (CTNBio) desde 2009.

A previsão inicial, de que a alternativa chegasse aos produtores brasileiros nesta safra de verão, vem sendo adiada. A estimativa agora é de que o cultivo em larga escala comece daqui dois anos. Com o uso da semente, a Basf pretende ampliar a comercialização dos herbicidas que acompanham a nova tecnologia, também chamados de Cultivance.

O chefe de Pesquisa e Desen­­volvimento da Embrapa Soja, José Renato Farias, explica que, se a soja Cultivance for produzida em escala antes da aprovação do consumo no mercado externo, seus traços genéticos podem aparecer em cargas de exportação. Para isso, bastaria que um caminhão com restos de grãos não autorizados no exterior fosse usado para transportar uma carga de soja até os portos marítimos. A contaminação colocaria em risco as vendas do país. Poderia resultar em embargos sanitários e, consequentemente, em prejuízos astronômicos.

O quadro é novo para o Brasil. Nos casos da soja transgênica RR, cultivada em escala comercial desde 2006/07 – e dos milhos geneticamente modificados que se difundiram a partir de 2008/09 –, a liberação da CTNBio ocorreu após a aceitação dos mercados importadores. Nos últimos cinco anos, o Brasil acelerou seu processo de avaliação de novas sementes transgênicas. Colocou-se à frente dos importadores. Porém, a partir de agora, o aval da CTNBio não basta para que as alternativas ganhem os campos agrícolas. Os mercados consumidores é que passam a “liberar” o cultivo.

Câmara debate soja no entorno de unidades de conservação

4, outubro, 2011 Sem comentários
Agência Câmara de Notícias, 04/10/2011

Agricultores, deputados e representantes do governo divergiram nesta terça-feira (4) sobre o plantio de soja transgênica na zona de amortecimento da Floresta Nacional de Passo Fundo, durante audiência pública na Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. A floresta é localizada entre os municípios de Passo Fundo e Mato Castelhano, no Rio Grande do Sul.

Em ação de fiscalização realizada neste ano, atendendo recomendação do Ministério Público Federal, o Instituto Nacional do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) constatou a presença de soja transgênica em quatro propriedades na zona de amortecimento da Floresta de Passo Fundo e aplicou multa aos proprietários.

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Agrotóxico falsificado causa prejuízo a produtores de soja

7, setembro, 2011 Sem comentários

GLOBO RURAL, 07/09/2011.

A venda de agrotóxico falsificado prejudicou muitos agricultores no sul do Maranhão. Eles pagaram caro por um produto que não funcionou. As perdas foram significativas nas lavouras de soja.

As denúncias chegaram à Aged, Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão, por meio dos próprios produtores de soja, que desconfiaram do produto quando perceberam a grande perda de produção nas lavouras.

Quase dois mil litros de agrotóxico adulterado foram vendidos nos municípios de Tasso Fragoso e Alto Parnaíba, na região sul do Maranhão, e Santa Filomena, no estado do Piauí. De acordo com fiscais da Aged, o fabricante Basf, informou que a numeração deste lote nunca existiu.

Durante a fiscalização foi observado também que na bula dos produtos falsificados havia vários erros ortográficos. Além disso, o laudo da Universidade Federal do Paraná confirmou a falsificação do produto. O índice de fipronil, princípio ativo do produto nas amostras, era de 0,03%. O normal seria de 25%.

O resultado foi um prejuízo grandioso para os produtores da região sul do estado do Maranhão. Na fazenda onde foram plantados 2,5 mil hectares de soja, mil e novecentos foram totalmente perdidos.

A empresa acusada de vender o lote falsificado fica na cidade de Balsas, no sul do Maranhão. A Granule está fechada e os gerentes desaparecerem após prestarem depoimento na Aged.

A Polícia Federal investiga o caso e os agricultores que compraram o produto adulterado entraram na Justiça contra a Granule. Já a Basf, empresa que sofreu a falsificação, não quis comentar o assunto.

 

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Estudo questiona uso de soja na menopausa

11, agosto, 2011 Sem comentários

 

Consumo de suplementos com o vegetal não reduz sintomas e até piora os fogachos, diz pesquisa americana

Alimento é visto como alternativa à reposição hormonal, que aumenta o risco de doenças, como câncer de mama

MARIANA VERSOLATO | FOLHA DE SÃO PAULO, 10/08/2011

 

Ingerir suplementos de soja para reduzir os sintomas da menopausa, como a perda óssea, não funciona e pode até piorar as ondas de calor, segundo um estudo norte-americano.

A soja contém isoflavonas, uma classe de fitoestrógenos semelhantes ao hormônio feminino estrogênio, cuja produção cai na menopausa. Desde a publicação do estudo WHI (Women Health”s Initiative), que mostrou que a terapia de reposição hormonal aumenta os riscos de câncer da mama e doenças cardiovasculares, as prescrições de hormônio sintético caíram e as mulheres passaram a recorrer à soja. Agora, uma pesquisa da Universidade de Miami, publicada no “Archives of Internal Medicine”, descarta a soja como alternativa eficaz. As voluntárias do estudo tinham entre 45 e 60 anos e estavam na menopausa há cerca de cinco anos.

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Bayer compra Soytech

7, junho, 2011 2 comentários

VALOR ECONÔMICO, 07/06/2011

A Bayer CropScience anunciou ontem um acordo para adquirir a totalidade de ações da holding Goiânia Investimentos e Participações (GIP), que controla a brasileira SoyTech Seeds, especializada em melhoramento genético de sementes na cultura da soja. A aquisição possibilitará à empresa elevar sua capacidade de pesquisa e desenvolvimento de variedades de soja. “Continuaremos a investir no segmento para atender as demandas dos agricultores por alta tecnologia e soluções integradas”, disse Marc Reichardt, presidente para o Brasil e América Latina.

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p.s. Com a aquisição a empresa ampliará acesso de sementes de soja para venda do transgênico resistente ao herbicida glufosinato de amônio

Semear 2011 – 10 e 11 de maio, São Paulo

2, maio, 2011 Sem comentários

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Semear 2011 – São Paulo 10 e 11 de maio

18, abril, 2011 Sem comentários

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