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Textos com Etiquetas ‘Syngenta’

Agronegócio prepara ofensiva publicitária para reverter imagem negativa

17, agosto, 2010 1 comentário

Para conferir os primeiros resultados dessa campanha de marketing basta dar uma olhada nas últimas matérias aqui reproduzidas. O detalhe é que nenhuma dessas reportagens abre o jogo e afirma tratar-se de resposta à ofensiva de propaganda de empresas do agronegócio.

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Do site da Monsanto (05/08)  |  Grandes empresas e entidades ligadas aos produtores rurais, às agroindústrias e à cadeia de insumos da agropecuária preparam uma milionária ofensiva de marketing institucional, incluindo campanhas em horário nobre na televisão estreladas por atores da Rede Globo.

Os objetivos são reverter a imagem negativa junto à população dos grandes centros e transmitir a ideia de um setor moderno, sustentável e essencial para o desenvolvimento socioeconômico do país.

Nomes como Bunge, Monsanto, Syngenta e associações como Abag (do agronegócio), Bracelpa (papel e celulose), Abef (frango), Única (cana-de-açúcar), Fiesp (indústrias paulistas), CitrusBR (suco de laranja), Abrasem (sementes) e Sindirações (nutrição animal) fazem parte de um grupo de trabalho criado formalmente no início do ano para debater o projeto. Leia mais…

Syngenta começa a vender mudas de cana-de-açúcar

6, agosto, 2010 Sem comentários

De acordo com o Valor Econômico (03/08), a multinacional Syngenta sequer inaugurou sua nova fábrica de mudas para cana-de-açúcar em Itápolis (SP), mas já estima contratos de venda no valor de US$ 200 milhões, para usinas do Centro-Sul, até dezembro deste ano. (…) A expectativa da Syngenta é que as novas mudas – ou gemas – cubram uma área entre 120 mil e 150 mil hectares nos próximos cinco anos, dos quase 2 milhões de hectares cultivados com cana-de-açúcar na região Centro-Sul. (…)

Além da fábrica de Itápolis, com inauguração prevista para o primeiro trimestre de 2011, outras unidades de produção de mudas de cana estão nos planos da Syngenta para atender a demanda de regiões onde o cultivo tem crescido nos últimos anos. A expectativa é que a empresa avance para Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Paraná. (…)

Comentário: A Syngenta é uma das grandes multinacionais que atuam no desenvolvimento e comércio de sementes transgênicas. As mudas de cana ora anunciadas não são transgênicas, mas não é difícil imaginar que ao entrar pesado neste setor a empresa esteja pavimentando o caminho para, no futuro, comercializar também variedades transgênicas de cana.

Quem é o dono do brócolis e do tomate?

30, julho, 2010 Sem comentários

O brócolis, ou pelo menos uma de suas muitas variedades, agora é o prato principal em uma disputa que poderia ter repercussões significativas para as indústrias de alimentos, de agroquímicos e agrícola da Europa e de todo o mundo.

A questão é determinar se é permitido, ou deveria ser, patentear um vegetal. De acordo com uma diretriz da União Europeia de 1998 sobre a proteção de inovações biotecnológicas, não é permitido patentear processos biológicos na reprodução de animais e plantas. Se for demonstrado, no entanto, um novo desenvolvimento técnico na produção de um vegetal, a Agência Europeia de Patentes pode conceder a patente desse desenvolvimento específico.

O problema, portanto, resume-se a determinar se um novo sistema de produção é um processo biológico convencional ou um tecnológico patenteável. É esse princípio que está sendo colocado à prova atualmente em dois casos separados em avaliação pelo conselho de apelações da agência.

O primeiro caso envolve uma patente concedida em 2002 à empresa britânica Plant Bioscience, que desenvolveu um método para aperfeiçoar as propriedades anticancerígenas do brócolis – vegetal há muito conhecido por suas qualidades benéficas à saúde, servindo para prevenir tanto doenças cardíacas como o câncer, desde que não fervido por muito tempo.

A patente da empresa foi contestada pela Syngenta, multinacional agroquímica suíça, e pela Limagrain, uma cooperativa francesa de sementes. Elas argumentam que a patente do brócolis deveria ser revogada, já que basicamente envolve um processo biológico e, assim, não deveria ser patenteável.

O outro caso sob avaliação na agência envolve um método, desenvolvido pelo Ministério de Agricultura israelense, de produzir tomates com baixo conteúdo de água, o que os torna mais adequados para a produção de ketchup. O caso foi aberto após uma queixa da Unilever, uma grande produtora de ketchup, contra a patente israelense dos tomates.

A agência deverá dar seu veredicto sobre ambos os ainda neste ano. Mas as audiências preliminares na sede da agência já provocaram, na semana passada, polêmicas calorosas e não apenas sobre a confirmação ou revogação dessas duas patentes. Políticos, associações de agricultores, o Greenpeace e outras organizações não governamentais aproveitaram esses dois casos para questionar o princípio básico da concessão de patentes para vegetais.

O argumento desse grupo é que se as atuais patentes de brócolis e tomates forem mantidas, permitindo-se a concessão para os vegetais em geral, haverá consequências negativas para consumidores e produtores independentes. Eles acreditam que tais patentes criariam uma concentração ainda maior do mercado agrícola e de alimentos, elevando preços.

Um advogado do Greenpeace advertiu que se a agência confirmar as patentes dos tomates e brócolis estaria abrindo as “comportas”, já que há milhares de pedidos na fila por patentes sobre a produção de vegetais e animais. (…)

Fonte: Valor Econômico, 26/07/2010.

Patentes de vegetais

21, julho, 2010 Sem comentários

A Unilever e a Syngenta estão questionando a validade das patentes europeias nos processos de reprodução para tomates e brócolis. Uma consulta, que começou ontem no Escritório Europeu de Patentes, em Munique, na Alemanha, e atraiu manifestantes, vai estabelecer a validade das patentes para vegetais para cultivo. As duas empresas afirmam que as patentes são inválidas porque elas cobrem mais um processo biológico do que um técnico. (Valor Econômico, 21/07/2010.)

P.S.: Vale lembrar que em 2005 a mesma Syngenta inscreveu 15 pedidos globais de patentes sobre milhares de sequências gênicas do arroz e de outras plantas igualmente importantes. À época, um representante da Syngenta afirmou que a empresa reivindicaria patentes sobre todas as seqüências gênicas que pudessem ser de interesse comercial. Ou seja, alegando direitos sobre as informações genéticas de arroz, a empresa tentaria ao mesmo tempo monopolizar todas as seqüências similares de outras plantas de interesse comercial. Mudaram de opinião?

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Ecologistas destroem campo experimental de transgênicos na Espanha

15, julho, 2010 Sem comentários

Em 12 de julho dezenas de pessoas destruíram dois campos experimentais de milho transgênico da Syngenta situados no município de Torroella de Montgrí, na região da Catalunha, na Espanha.

Em nota, os manifestantes afirmaram: “Destruímos o experimento transgênico a céu aberto da Syngenta porque entendemos que este tipo de ação direta é a melhor maneira de responder à política de fatos consumados mediante a qual o governo regional, o Estado e as multinacionais biotecnológicas há doze anos nos impõem unilateralmente os organismos geneticamente modificados (OGMs) na agricultura e na alimentação.”

Leia a íntegra do manifesto.

p.s.: De fato consumado o Brasil entende…

Cientistas desmascaram estudo da Syngenta sobre a Atrazina

28, maio, 2010 Sem comentários

Em 2008 um grupo de cientistas associados à multinacional Syngenta (fabricante de agrotóxicos e sementes transgênicas) publicou uma revisão científica dos efeitos do agrotóxico Atrazina em animais aquáticos. O estudo concluiu que, “baseado numa sólida análise das evidências de todos os dados, a teoria central de que concentrações ambientalmente relevantes de atrazina afetam a reprodução ou o desenvolvimento reprodutivo em peixes, anfíbios e répteis não é sustentada pela vasta maioria de observações”. Entretanto, no início de 2010 cientistas independentes da Universidade do Sul da Flórida (USF) publicaram um artigo apontando conclusões muito diferentes.

Agora, um novo paper da equipe da USF investiga as discrepâncias e descobre que a revisão financiada pela Syngenta é tendenciosa e factualmente incorreta (a Syngenta é a principal fabricante da atrazina). Os cientistas da USF documentaram meticulosamente 122 “incorreções” e 22 “afirmações enganosas” na revisão. Todas as afirmações enganosas e 117 das incorreções favorecem a Syngenta, menosprezando os efeitos danosos da atrazina. Além disso, o estudo da Syngenta “criticou ou colocou dúvidas sobre a validade” de 94% dos estudos que descobriram efeitos adversos do agrotóxico, contra apenas 3% dos estudos que não o fizeram. Leia mais…

Nova parceria Embrapa-Syngenta

3, maio, 2010 Sem comentários

O Valor Econômico de 29/04 divulgou que a Embrapa e a Syngenta assinaram no dia 28 um acordo de cooperação nas áreas de soja, milho e algodão. Segundo o jornal, “Na soja, as duas empresas irão aperfeiçoar a capacidade de identificação e tratamento das principais doenças e nematóides da cultura. Já no milho, o acordo prevê estudos por parte da Embrapa de tecnologias desenvolvidas pela Syngenta.”

É mesmo lamentável que a Embrapa privilegie parcerias com grandes multinacionais da biotecnologia para o desenvolvimento de produtos que, além de arriscados para o meio ambiente e a saúde dos consumidores, só fazem aumentar a dependência dos agricultores. Muito mais ganharíamos todos se a Empresa investisse mais pesado no estudo e desenvolvimento de práticas agroecológicas para a agricultura familiar — aquela que responde por 70% dos alimentos consumidos no país.

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Nova apreensão de venenos na Syngenta

23, outubro, 2009 Sem comentários

Operação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), realizada ontem, na fábrica da Syngenta em Paulínia (SP) interditou a linha de produção e apreendeu 150 mil litros do agrotóxico Priori Xtra adulterado. Os lotes eram produzidos com uma pré-mistura à base de ciproconazole sem registro. A produção, com o uso da pré-mistura não autorizada, corresponde de 15 a 20% do agrotóxico Priori Xtra formulado pela empresa. A Syngenta possui cinco dias úteis para apresentar defesa prévia. Só este ano, a Anvisa apreendeu mais de 5,5 milhões de litros de agrotóxicos adulterados. As informações são do Valor Econõmico, 23/10/2009. Leia mais…

Fiscalização apreende 1 milhão de quilos de agrotóxicos na Syngenta

15, outubro, 2009 Sem comentários

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) interditou cerca de 1 milhão de quilos de agrotóxicos com irregularidades e adulterações, na fábrica da empresa Syngenta, de origem suíça, em Paulínia (SP). Os problemas foram encontrados após fiscalização da Agência, realizada na última semana.

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