Arquivo

Arquivo de agosto, 2014

EUCALIPTO TRANSGÊNICO – O QUE VOCÊ PRECISA SABER

27, agosto, 2014 Sem comentários

Políticas Públicas e Cultura de Direitos, com Paulo Vanucchi

24, agosto, 2014 Sem comentários

CARTAZ AULA INAUGURAL POS WEB

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XII Feira Regional de Sementes Crioulas – São João do Triunfo, PR

23, agosto, 2014 Sem comentários

XII feira SJT

Monocultura

22, agosto, 2014 Sem comentários


Amosta da biodiversidade visível a olho nu em uma amostra de solo na Cidade do Cabo na visão do fotógrafo David Liittschwager. Cerca de 30 diferentes espécies de plantas e mais 70 de insetos, aproximadamente

 


a amostra

 


Na Costa Rica, foram mais de 150 espécies, entre plantas, insetos e outros.

 


Já numa monocultura de milho em Iowa, nos EUA…

 

Cornstalks Everywhere But Nothing Else, Not Even A Bee

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Negócio da China

21, agosto, 2014 Sem comentários

Globo Rural, 15/08/2014

China rejeita 1,3 mil toneladas de milho transgênico dos EUA

Substância transgênica desenvolvida pela Syngenta não é aprovada no país

Aproximadamente 1,3 mil toneladas de milho geneticamente modificado dos Estados Unidos foram rejeitadas no Porto de Xiamen, na China. De acordo com a imprensa local, o grão continha traços de uma substância transgênica não permitida pelas autoridades chinesas.

Em dezembro do ano passado, 1,4 mil toneladas de milho geneticamente modificado dos EUA já haviam sido recusadas também em Xiamen. Na ocasião, parte do carregamento foi destruída, enquanto que outra foi mandada de volta para o país de origem. Desde o ano passado, a China já bloqueou mais de 1 milhão de toneladas de milho dos EUA por conter uma substância transgênica desenvolvida pela gigante Syngenta não permitida no país.

Monsanto perde briga por royalties da soja argentina

Assim como Europa, China também tem embargado grãos modificados, dando preferência aos convencionais

Herbicida da Monsanto estaria provocando doença renal em trabalhadores

21, agosto, 2014 Sem comentários

Adital, 20/08/2014

Uma epidemia de uma doença desconhecida, que destrói os rins e tem levado à morte milhares de agricultores em várias partes da América Central e Ásia pode estar relacionada ao herbicida glifosato, vendido sob a marca Roundup, da Companhia Monsanto, indústria multinacional de agricultura e biotecnologia, com sede nos Estados Unidos. Apesar dos alertas dos cientistas sobre os perigos da enfermidade, os EUA não estariam reconhecendo a gravidade da questão.

Há anos, a comunidade científica tenta desvendar o mistério da epidemia de doença renal crônica, que já atingiu países da América Central, além da Índia e Sri Lanka, situados no continente asiático. A doença acomete agricultores pobres que realizam trabalho braçal pesado em más condições de vida e trabalho, em localidades de climas quentes. Em todas as ocasiões em que a enfermidade foi diagnosticada, os trabalhadores haviam sido expostos a herbicidas e metais pesados.

Essa enfermidade é conhecida como CKDu (Doença Renal Crônica de causa desconhecida). Tal afecção dos rins não resulta de diabetes, hipertensão ou outros fatores de risco relacionados à dieta. Diferentemente do que acontece na doença renal ligada a essas debilidades, muitos dos danos da CKDu ocorrem nos túbulos renais, o que sugere uma etiologia tóxica, ou seja, causada por infecção.

Hoje, a CKDu é a segunda maior causa de mortalidade entre os homens de El Salvador, situado ao norte da América Central. Com população de 6,2 milhões de habitantes em área territorial de 21 mil km2, o menor país densamente povoado do subcontinente apresenta, atualmente, a maior taxa de mortalidade por doença renal no mundo. Os vizinhos centro-americanos Honduras e Nicarágua também apresentam taxas extremamente altas de mortalidade por doença renal. Em El Salvador e Nicarágua, mais homens estão morrendo por CKDu do que por HIV/AIDS, diabetes e leucemia juntas.

 

Hoje, a CKDu é a segunda maior causa de mortalidade entre os homens de El Salvado

Na Nicarágua, a epidemia atinge, principalmente, trabalhadores do setor de cana-de-açúcar. No país, que exporta 40% de seu açúcar para os EUA, a esperança de vida de um canavieiro oscila em torno de 49 anos. A causa dessas mortes prematuras se deve à Doença Renal Crônica. Tanto é que, nas planícies do país, região de fartas plantações de cana-de-açúcar, uma pequena comunidade chamada La Isla já testemunhou tantos desses casos que tem sido denominada La Isla de las Viudas (“A Ilha das Viúvas”, em português).

Além da América Central, a Índia e o Sri Lanka foram duramente atingidos pela epidemia. No Sri Lanka, mais de 20 mil pessoas morreram por CKDu nas últimas duas décadas. No estado indiano de Andhra Pradesh, mais de 1,5 mil pessoas receberam tratamento para a doença desde 2007. Como a diálise e o transplante de rim são raros nessas regiões, provavelmente, a maioria dos que sofrem de CKDu irá morrer da doença renal. Leia mais…

Dia de Campo na TV – Conservação de variedades crioulas no Semiárido

20, agosto, 2014 Sem comentários

II Festa da Semente Crioula – Mandirituba, Paraná

18, agosto, 2014 Sem comentários

feira Mandirituba

APA Botucatu discute plantio de árvores transgênicas

15, agosto, 2014 Sem comentários

Diálogo Florestal, 13/08/2014

No último dia 8 de agosto representantes das empresas florestais participantes do Diálogo Florestal, Fibria e Suzano e a empresa FuturaGene participaram da reunião ordinária do Conselho Gestor da Área de Proteção Ambiental Botucatu (APA Botucatu), para apresentar os trabalhos que vem sendo feitos para o desenvolvimento e liberação comercial de árvores transgênicas. Representantes da WWF-Brasil e Florestar, membros do Fórum Florestal de São Paulo (FF-SP), também participaram do evento além das ONGs atuantes na região da APA e membros do Conselho Gestor.

O assunto, árvores transgênicas, entrou em pauta no FF-SP em seu encontro realizado nos dias 19 e 20 de maio de 2014, motivado pelos últimos acontecimentos que envolveram o Plano de Manejo da APA Botucatu. Apesar de aprovado pelo CONSEMA-SP em fevereiro de 2014, foram excluídos por proposta da FIESP os itens do plano que tratavam da proibição do uso de transgênicos e restrição ao uso de agrotóxicos no território da referida Unidade de Conservação. Os itens não foram excluídos definitivamente, uma vez que o encaminhamento do CONSEMA foi criar um Grupo de Trabalho para discutir os dois temas no contexto da APA e fazer uma proposta que os inclua novamente no Plano de Manejo.

Além disso, o assunto também é pauta em âmbito nacional pelo Diálogo Florestal e em breve poderá entrar na pauta do FSC internacional, uma vez que as empresas já pleiteiam a liberação do plantio comercial das árvores transgênicas e o FSC não permite este procedimento, ou seja, não são certificadas empresas que plantam transgênicos comercialmente.

Durante a reunião que aconteceu dia oito, os representantes das empresas, ONGs e universidade, ficaram mais de 2 horas dialogando, fazendo perguntas, expondo pontos de vistas e recebendo informações. Os representantes das ONGs se preocupam com os impactos sociais e ambientais do eucalipto transgênicos e não estão convencidas de que os estudos são suficientes para garantir que os impactos não irão acontecer. As ONGs ainda defendem que os organismos transgênicos sejam proibidos dentro dos limites da APA Botucatu, com base no princípio da precaução, criando assim uma área controle, livre de transgênico. As empresas Fibria, Suzano e FuturaGene, estão abertas ao diálogo, mostram os investimentos que estão sendo feitos em pesquisa e declaram que qualquer evidencia de impacto negativo, as árvores transgênicas não serão utilizadas comercialmente.

O momento é de manter vivo o diálogo sobre o tema. A próxima oportunidade será a consulta pública do CTNBIO sobre o processo de liberação comercial da árvore transgênica desenvolvida pela empresa FuturaGene, a ser realizada em Brasília no dia 04 de setembro de 2014. Para participar deve-se fazer a inscrição pelo site da CTNBio.

A ctnbio liberou, mas ninguém sabe se mosquitos GM funcionarão

14, agosto, 2014 Sem comentários

Pesquisadora da USP afirma que dados disponíveis até o momento não podem garantir que Aedes aegypti transgênico funcionará. Resultado só virá com liberação massiva dos mosquitos. O número de mosquitos no ambiente diminui na presença do mosquito modificado, mas não a doença.

Fica a pergunta: se não está comprovado que funciona, por que a CTNBio liberou?

http://www.upi.com/Science_News/2014/07/23/Genetically-modified-mosquitos-set-to-fight-dengue-fever-in-Brazil/4701406125909/

 

 

La tierra en Paraguay

13, agosto, 2014 Sem comentários

Milho transgênico não resiste ao ataque de lagartas no Mato Grosso

11, agosto, 2014 Sem comentários

Reportagem mostra no campo o resultado de uma tecnologia que não funciona somado ao mercado de sementes concentrado nas mãos de meia dúzia de grandes empresas.

Globo Rural, 10/08/2014

Agricultores de Mato Grosso que apostaram no milho transgênico estão frustrados. As variedades, que deveriam resistir ao ataque de lagartas, não funcionaram

Falta pouco pro agricultor Daniel Schenkel terminar a colheita do milho safrinha, na propriedade em Campo Verde, sudeste do Mato Grosso. Pelo quarto ano seguido, ele apostou no milho transgênico. O agricultor plantou o milho com resistência à lagarta, conhecido como “bt”.
Ele é chamado assim porque recebeu uma toxina extraída da bactéria Bacillus thuringiensis. Quando a lagarta come a planta, ela morre.

O problema é que nesta safra, o desempenho de muitas lavouras no estado ficou abaixo do esperado. Em abril deste ano, o Globo Rural mostrou a plantação de Daniel. Na época, o milho transgênico estava infestado de lagartas e, para evitar mais prejuízos, o jeito foi adotar na lavoura transgênica o mesmo manejo usado  na plantação convencional, ou seja, passar mais inseticida. E gastar mais do que o previsto!

“A saca de semente transgênica custa R$ 450 pra gente e a convencional R$ 250. No convencional eu fiz quatro aplicações de inseticida. No transgênico fiz três. Não compensa”, explica o agricultor.

O milho transgênico foi desenvolvido justamente para reduzir os custos de produção, como explica o agrônomo Márcio Ferreira, professor da Universidade Federal de Mato Grosso. “Teoricamente, o milho transgênico não precisaria de pulverização com inseticidas para a lagarta”.

Para que o milho transgênico seja eficiente, a recomendação é que ele seja cultivado associada ao milho convencional em uma área chamada de refúgio. Neste local, os insetos poderão sobreviver e se reproduzir, reduzindo as chances de que desenvolvam resistência ao transgênico.

Na área de refúgio, as plantas convencionais devem estar no máximo a 800 metros de distância das plantas de milho “bt”. Elas podem ser cultivadas no perímetro da lavoura ou em faixas, dentro da área de cultivo.

O agricultor Daniel Schenkel diz que seguiu a recomendação. “Eu fiz 10% de refúgio com bordadura, com áreas nos cantos pro convencional exatamente como a empresa pedia e no final o resultado não foi o esperado”, diz.

O sinal verde para o uso do milho transgênico no Brasil foi dado em 2007 com a aprovação das três primeiras variedades com resistência ao ataque de lagartas. De lá prá cá, o número de materiais disponíveis aos agricultores se multiplicou, assim como a presença dos transgênicos nos campos brasileiros. Hoje a estimativa é de que 80% das lavouras plantadas em todo o país sejam transgênicas.

Com tanto transgênico no mercado, o agricultor Fernando Ferri encontrou um problema para fazer a área de refúgio. Na lavoura dele, não deu para plantar convencional. Ele não achou sementes para comprar: “As empresas não tem volume suficiente nem para esses 10$ de refúgio que são recomendados”.

A Aprosoja notificou extra judicialmente as quatro empresas detentoras das tecnologias disponíveis no mercado. Quer explicações para o que aconteceu no campo.

“Nós temos produtores com prejuízos em todas as regiões do estado e precisamos ter destas empresas detentoras, uma posição, uma resposta, porque desta perda de eficiência”,  afirma Luiz Nery Ribas, diretor técnico da Aprosoja- MT.

As quatro empresas não quiseram gravar entrevistam, mas enviaram notas. A Dupont Pioneer informou que constatou o desenvolvimento de resistência da lagarta do cartucho ao milho “bt”, mas que a tecnologia continua oferecendo ampla proteção contra importantes lagartas que atacam a cultura.

Já a Syngenta informou que tem equipes técnicas preparadas para esclarecer as dúvidas dos agricultores e buscar soluções integradas. A Dow Agrosciences disse que já entrou em contato com a associação dos produtores e que continua participando de discussões sobre o tema. E a Monsanto destacou que a preservação e a sustentabilidade das tecnologias “bt” dependem do cumprimento das recomendações técnicas.

Contaminação de lavouras tradicionais por transgênicos prejudica meio ambiente, dizem especialistas

11, agosto, 2014 Sem comentários

Agência Senado, 06/08/2014

O alto índice de contaminação de lavouras convencionais por lavouras transgênicas viola os direitos humanos e prejudica o meio ambiente, segundo denunciaram participantes de audiência pública realizada nesta quarta-feira (6) pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).

O representante do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), João Pedro Stédile, explicou que as sementes transgênicas não são democráticas, ou seja, não podem conviver com outros tipos de sementes sem contaminá-las. Stédile destacou que o uso de transgênicos representa a introdução da propriedade privada nas sementes e deixa os pequenos agricultores sem oportunidade de escolha.

– Hoje, é praticamente impossível os pequenos agricultores terem segurança que vão plantar algo convencional e não vão colher transgênicos – lamentou.

O professor da Escola Superior de Agricultura da Universidade de São Paulo (USP), Paulo Kasgeyam, explicou que a contaminação das lavouras é feita pelo vento e, no caso do milho transgênico, pela norma da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), o produtor deve respeitar uma distância de 100 metros ou de 20 metros vazios mais 10 fileiras de milho das lavouras vizinhas para evitar a contaminação.

Os debatedores ressaltaram que, além de destruir a biodiversidade da natureza, o uso de sementes transgênicas também ocasiona o maior uso de agrotóxicos, já que essas sementes são mais resistentes aos venenos.

– E esses venenos matam a biodiversidade, matam a natureza, contaminam as águas e trazem graves consequências para a saúde humana – protestou Stédile.

O professor Rubens Onofre Nodari, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), acrescentou que o uso da transgenia não colabora para combater a fome no mundo. O professor explicou que os transgênicos são desenhados para facilitar, temporariamente, práticas de manejo dos agricultores e não para melhorar o rendimento da produção.

– À medida que aumentou a área de cultivo dos transgênicos, aumentou a fome do mundo – afirmou. Leia mais…

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Mosquitos transgênicos aqui de Juazeiro

9, agosto, 2014 Sem comentários

por


Roberto Malvezzi (Gogó)


Está sendo divulgado em nível nacional, como absoluto sucesso, a soltura de mosquitos transgênicos do Aedes Aegypti, como forma de combate à dengue, aqui na cidade de Juazeiro da Bahia. Os números dizem que no “bairro de Mandacaru a incidência da dengue caiu 90%”. No bairro do Itaberaba também.

Em primeiro, Mandacaru é um distrito de irrigação, está afastado do centro urbano de Juazeiro. Itaberaba é dos muitos bairros pobres e insalubres da cidade, para onde vieram milhares de trabalhadores da cana e da fruticultura irrigada.

O caso tem sido comentado em nível mundial porque a soltura dos mosquitos – aqui trabalho feito pela Moscamed, mas que traz a larva da empresa britânica Oxitec – foi feito sem os cuidados da precaução. O macho é geneticamente modificado em laboratório, copula com a fêmea e as larvas dessa fêmea morrem. É bom lembrar que as primeiras experiências foram feitas em regiões do Caribe e aqui agora nas periferias de Juazeiro. Portanto, lugares pobres e de terceiro mundo. Enfim, somos cobaias dessa experiência.

O caso já foi dado como sucesso e a CTNBio já liberou a experiência para todo território nacional.

Eu que sou morador da cidade – imagino que também muitos outros cidadãos juazeirenses – estou me perguntando se essa experiência pode mesmo ser considerada o sucesso propalado.

Nunca tivemos tantos mosquitos na cidade – e olha que sempre tivemos em nuvens – como estamos tendo agora. Nas manifestações de julho do ano passado a massa que subiu a ponte que une Juazeiro à Petrolina carregava mosquiteiros na cabeça para protestar contra a praga que devora a cidade. Alguns bares abertos colocaram mosquiteiros nas mesas para que as pessoas pudessem sentar-se ali e beber sua cerveja. Uma pizzaria da cidade, também com um espaço aberto, oferece repelentes para os fregueses passarem no corpo e assim poderem comer suas pizzas em paz.

Será que a solução está mesmo na transgenia? Ou é o saneamento? Como não ter mosquito numa cidade que não tem saneamento básico, cujos bairros com até 30 mil pessoas tem o esgoto correndo a céu aberto? Claro que precisamos nos livrar da dengue, mas ela não é o único problema da cidade, já que existem uma quantidade enorme de outros mosquitos – muriçoca, muruin, etc. – que fazem um inferno em nossas casas e nos espaço públicos.

Nem vamos falar do impacto da transgenia na natureza. Será mesmo que a proliferação dos outros mosquitos na cidade nada tem a ver com a soltura do Aedes transgênico ? E os demais possíveis desequilíbrios ambientais foram efetivamente avaliados?

Enfim, seria preciso muito mais cuidado e ampliação do leque de informações, da situação como um todo, para que a CNTBIO decidisse o que já decidiu. Isso é muito bom para empresas, para o poder público que pode lavar as mãos diante do inferno que é viver numa nuvem de mosquitos numa cidade sem saneamento. Para o povo, a solução ainda está por vir.

Versões legendadas de “O Veneno está na mesa 2”

8, agosto, 2014 Sem comentários

Já estão disponíveis as versões legendadas em inglês e espanhol de “O Veneno está na mesa 2”:

Português – http://goo.gl/Mznqll
Inglês – http://goo.gl/I4TeGy
Espanhol – http://goo.gl/kyyRpY

 

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