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Estudo aponta conflitos de interesse em pesquisas sobre cultivos OGM

19, dezembro, 2016 Sem comentários

casa branca e cientistas

Mais de metade dos estudos financiados pelas empresas de biotecnologia apresentou resultados favoráveis às plantas Bt.

via UOL, 16/12/2016

Washington, 16 dez 2016 (AFP) – Pelo menos 40% dos artigos publicados sobre estudos com cultivos de organismos geneticamente modificados (OGM) mostraram conflitos de interesse financeiros, afirmaram pesquisadores franceses.

As conclusões, publicadas na edição de 15 de dezembro da revista US Journal PLOS ONE, se baseiam em centenas de artigos de pesquisas difundidas em publicações científicas.

“Encontramos que foram comuns os vínculos entre os pesquisadores e a indústria do cultivo OGM, com 40% dos artigos considerados em conflitos de interesse”, destacou o estudo.

Os pesquisadores franceses encontraram que os estudos que têm conflitos de interesse foram mais favoráveis às empresas do setor de cultivos geneticamente modificados que os estudos que não receberam financiamento que pudesse interferir.

O estudo se concentrou em artigos sobre a eficácia e a durabilidade dos cultivos que são modificados para ser resistentes a pragas com uma toxina chamada Bacillus thuringiensis.

Thomas Guillemaud, diretor do estudo do Instituto de Pesquisas Agronômicas da França (INRA), disse à AFP que a equipe revisou originalmente 672 estudos antes de reduzi-los a um lote de 579 que mostrou claramente se havia ou não um conflito de interesse com o financiamento.

“Deste total, 404 foram estudos americanos e 83, chineses”, disse.

Para determinar se houve conflito, os pesquisadores examinaram a forma como os estudos foram financiados.

Os conflitos de interesse se determinaram nas pesquisas nas quais um dos autores declarou ter filiação com uma empresa de biotecnologia ou de sementes ou nos que receberam recursos para a sua realização.

“O ponto mais importante foi como nós também mostramos que existe um vínculo estatístico entre a presença dos conflitos de interesse e um estudo que chegará a uma conclusão favorável para o cultivo OGM”, disse Guillemaud.

“Quando os estudos apresentaram conflito de interesse, isto aumentou em 49% a probabilidade de que suas conclusões fossem favoráveis a colheitas de OGM”.

Entre os 350 artigos que não apresentaram conflito de interesse, 36% foram favoráveis a empresas do setor de cultivos OGM.

Enquanto isso, de 229 pesquisas com conflito de interesse, 54% se mostraram favoráveis a este tipo de companhias.

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Liberado algodão transgênico no Tocantins

16, janeiro, 2014 Sem comentários

portaria DOU algodao TO 15jan2014

Tocantins poderá plantar algodão transgênico

Agência Brasil, 15/01/2014

Kelly Oliveira

Brasília – O estado do Tocantins foi autorizado a plantar algodão transgênico. A Portaria nº 30, publicada hoje (15) no Diário Oficial da União, retira o estado da Zona de Exclusão de plantio de algodão geneticamente modificado. O Tocantins foi incluído nessa zona por meio da Portaria nº 21, de 13 de janeiro de 2005.

A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) elaborou um parecer técnico para retirar o estado da Zona de Exclusão, aprovando a medida. De acordo com a Secretaria de Agricultura e Pecuária do Tocantins, a autorização foi expedida após pedido do governo estadual. Com a medida, a secretaria espera ampliar a produção de 5 mil para 40 mil hectares este ano.

Para pedir a autorização, o governo estadual argumentou que a ampliação do plantio de algodão pode contribuir para o desenvolvimento regional e para controlar a presença da lagarta Helicoverpa Armigera, que devasta as lavouras.

Em 2005, quando foi definida a Zona de Exclusão, o objetivo da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) era preservar a cultura de algodão nativo e selvagem no país, evitando cruzamentos. Mas, na época, foram definidas as áreas que poderiam ser incluídas ou retiradas da Zona de Exclusão.

Edição: Marcos Chagas

Tocantins sai da zona de exclusão do algodão transgênico

9, dezembro, 2013 Sem comentários

zona de exclusao algodao MAPA

CTNBio derruba medida que protegia algodão nativo da contaminação por transgênicos no TO

[Matéria do Valor Econômico mais abaixo]

Agrolink, 09/12/2013

A produção de algodão no Estado pode ter um salto a partir de 2014. Tudo porque a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) autorizou o Tocantins a plantar algodão transgênico. O aval foi dado após pedido do Governo do Estado e estudo realizado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). A expectativa da Secretaria da Agricultura e Pecuária (Seagro) é que área plantada passe de cinco mil para 40 mil hectares no próximo ano.

O Tocantins não pode plantar algodão geneticamente modificado por conta de uma zona de exclusão imposta em 2005 pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). A medida englobava toda a região Norte e algumas áreas de diversos Estados. O objetivo dessa zona é evitar que espécies nativas e adaptadas sejam contaminadas. Segundo decisão da época baseada em um parecer da Embrapa, “o isolamento geográfico entre cultivares é a forma mais eficiente de se evitar cruzamentos”. [deixou de ser?] Ficou acertado que em todas as safras o zoneamento seria atualizado, com a possibilidade de retiradas ou inclusões de zonas de exclusão.

A partir da liberação da CTNBio se espera agora que o MAPA publique portaria, ainda na próxima semana, alterando a anterior, que estabelece as zonas de exclusão, conforme explicou o secretário executivo da Seagro, Ruiter Padua. “O transgênico é mais rentável ao produtor porque exige menos gastos com inseticidas, ou seja, melhor também para o meio ambiente. Esperamos também um aumento na produção que havia deixado de ser rentável aos produtores”, explicou. Caberá também ao MAPA publicar portaria que tratará do zoneamento da cultura, quando então estará definitivamente liberado o cultivo do algodão transgênico no Tocantins.

Dentre as justificativas apontadas pelo Governo do Estado e pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) para pedir a autorização ao plantio de algodão transgênico, estavam o desenvolvimento regional e também o controle à lagarta Helicoverpa armigera que vem causando devastação nas lavouras brasileiras [Acontece que o próprio MAPA atribui a explosão da praga com os plantios de transgênicos na região].

Produção

Atualmente, a região da Chapada das Mangabeiras, na divisa com a Bahia, é a maior produtora do grão no Estado. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Estado produziu 18,9 mil toneladas de algodão em caroço na safra 2012/2013, e esperava produzir, na safra 2013/2014, antes da liberação dos transgênicos, 22,7 mil toneladas.

Agrolink com informações de assessoria

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Tocantins aguarda aval da CTNBio para produção de algodão transgênico

13, setembro, 2013 Sem comentários

O governador do Tocantins, estado da ruralista Kátia Abreu, alega vantagens econômicas para defender o plantio da variedade transgênica, ignorando por completo o desastre que essas sementes estão causando na vizinha Bahia.

A defesa da liberação do algodão transgênico no estado foi apresentado à CTNBio pelo pesquisador da Embrapa Paulo Barroso, ex-membro da distinta comissão.

Em 2005, a mesma Embrapa divulgou parecer afirmando que “o isolamento geográfico entre cultivares é a forma mais eficiente de se evitar cruzamentos [entre variedades transgênicas e nativas de algodoeiro]”. O que de lá pra cá deve ter mudado na biologia reprodutiva da espécie para fazer cair a regra?

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Surgiu, 11/09/2013

O Tocantins aguarda o sinal verde da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) para iniciar o plantio de algodão transgênico ainda neste ano. A solicitação para autorização do cultivo foi feita pelo governador Siqueira Campos, visando aumentar a produção do grão no Estado e desenvolver a economia regional. A solicitação já recebeu relatório favorável da Embrapa e o documento será apresentado à Comissão.

Segundo o secretário da Agricultura e Pecuária (Seagro), Jaime Café, com a liberação para o plantio de algodão transgênico, na região do Tocantins que faz divisa com a Bahia, a produção crescerá significativamente. “Se ocorrer como foi na Bahia e no Mato Grosso, a produção de algodão transgênico pode expandir para 10% da área plantada com soja. O que no Tocantins significa 40 mil hectares”, informou o secretário, acrescentando que atualmente a produção de algodão gira em torno de seis mil hectares.

A liberação beneficiará os produtores tocantinenses que terão seus custos com a produção reduzidos. “Somente na parte de agrotóxicos, poderemos diminuir os custos em 20%. Além disso, a produtividade será maior”, afirma Café, já que a planta modificada é mais resistente a pragas, como insetos.

 

Mapa que define as zonas de exclusão do algodoeiro transgênico em função da presença de espécies nativas

 

Proibição

O Tocantins não pode plantar algodão geneticamente modificado por conta de uma zona de exclusão imposta em 2005 pelo Ministério da Agricultura. A medida englobava toda a região Norte e algumas áreas de diversos Estados. O objetivo dessa zona é evitar que espécies nativas e adaptadas sejam contaminadas. Segundo decisão da época baseada em um parecer da Embrapa, “o isolamento geográfico entre cultivares é a forma mais eficiente de se evitar cruzamentos”. Ficou acertado que em todas as safras o zoneamento seria atualizado, com a possibilidade de retiradas ou inclusões de zonas de exclusão.

 

 

Mais pragas já resistem a plantas com gene transgênico, diz estudo

13, junho, 2013 Sem comentários

Plantas com mutação que repelem insetos já não são tão eficazes.

Estudos foram feitos em oito países, de cinco continentes.

Da France Presse, via G1, 12/06/2013

Mais espécies de pragas têm se tornado resistentes aos tipos mais populares de cultivos transgênicos que repelem insetos, exceto em regiões onde os fazendeiros seguem os conselhos dos especialistas.

Um estudo publicado na edição da revista “Nature Biotechnology” desta semana aborda um aspecto importante dos chamados milho e algodão Bt – plantas que carregam um gene cuja finalidade é exalarem uma bactéria denominada Bacillus thuringiensis, tóxica para os insetos.

Cientistas franceses e americanos analisaram as descobertas de 77 estudos realizados em oito países de cinco continentes, a partir de dados de monitoramentos de campo.

Das 13 principais espécies de pragas examinadas, cinco eram resistentes em 2011, em comparação com apenas uma em 2005, afirmaram. O marco de referência foi uma resistência em mais de 50% dos insetos em uma área determinada. Das cinco espécies, três eram pragas de algodão e duas, de milho.

Três dos cinco casos de resistência foram registrados nos Estados Unidos, que respondem por menos da metade dos cultivos de Bt, enquanto os outros foram encontrados em África do Sul e Índia.

Sinais de alerta

Os autores disseram ter descoberto um caso de resistência precoce, em menos de 50% dos insetos, em outra praga de algodão americana. E houve “sinais de alerta” precoces (1% de resistência ou menos) em outras quatro pragas de algodão e milho em China, Estados Unidos e Filipinas. Os cientistas encontraram grandes diferenças na velocidade com que se desenvolveu a resistência Bt.

Em um caso, levou dois anos para os primeiros sinais aparecerem. Em outros, os cultivos Bt permaneceram tão eficientes em 2011 como eram 15 anos atrás. O que fez a diferença foi que os fazendeiros separaram “refúgios” suficientes de cultivos não Bt, afirmaram os autores do estudo.

A ideia por trás deste refúgio vem da biologia evolutiva. Os genes que conferem resistência são recessivos, o que significa que os insetos podem sobreviver em plantas Bt só se tiverem duas cópias de um gene resistente, uma de cada progenitor.

Possível solução

Plantar refúgios perto de cultivos Bt reduz as chances de dois insetos resistentes copularem e passarem o duplo gene para seus descendentes. “Modelos de computador mostraram que os refúgios devem ser bons para retardar a resistência”, afirmou o coautor do estudo Yves Carriere, entomologista da Universidade do Arisona, em Tucson, em um comunicado.

A evidência prática disto é demonstrada no caso de uma praga do algodoeiro denominada lagarta rosada (Pectinophora gossypiella), explicou seu colega, Bruce Tabashnik. Os cultivos Bt no sudoeste dos Estados Unidos, onde os fazendeiros trabalham com cientistas para projetar uma estratégia de refúgio, não têm problema de resistência.

Na Índia, no entanto, as lagartas rosadas se tornaram resistentes no prazo de seis anos, simplesmente porque os fazendeiros não seguem as diretrizes ou obtêm aconselhamento. Os cientistas alertam que a resistência a cultivos Bt é mera questão de tempo, pois todas as pragas acabam, eventualmente, se adaptando à ameaça que enfrentam. Mas os refúgios foram feitos para retardá-la.

Só em 2011, 66 milhões de hectares de terra foram cultivadas com plantios Bt. Naquele ano, o milho Bt respondeu por 67% do milho plantado nos Estados Unidos e o algodão Bt entre 79% e 95% do algodão cultivado em Estados Unidos, Austrália, China e Índia.

Os plantios transgênicos encontram oposição na Europa e em outras partes do mundo, onde ambientalistas afirmam que são uma ameaça potencial à saúde humana e ao meio ambiente.

Mutações em pragas ameaçam eficácia dos transgênicos

28, julho, 2012 Sem comentários

Um novo estudo mostra que as mutações genéticas que levam os insetos praga a desenvolver resistência às plantas transgênicas podem ser muito mais diversas em condições de campo do que nos testes de laboratório. Estes são frequentemente usados visando o desenvolvimento de estratégias que possam evitar a emergência da resistência nas pragas, mas as novas evidências indicam que tais testes podem ser insuficientes. A pesquisa foi publicada no Proceeding of the National Academy of Sciences (PNAS).

Haonan Zhang, pesquisador da Nanjing Agricultural University, China, e sua equipe, investigaram as mutações genéticas de Helicoverpa armigera em áreas de algodão transgênico no norte do país e descobriram que a lagarta apresenta mutações genéticas mais diversas do que antes imaginado, permitindo-a sobreviver, potencialmente, nas culturas transgênicas.

Assim como nas mutações recessivas já observadas em estudos de laboratório, os pesquisadores identificaram também mutações dominantes que podem blindar as lagartas da ação de toxinas como o Bacillus thuringiensis (Bt) – bactéria de solo que produz uma toxina letal a organismos com sistema digestivo alcalino [e que é usado nas plantas transgênicas] – e outros inseticidas. A dominância na mutação significa que uma única cópia do gene seria suficiente para conferir resistência nos descendentes da praga.

Isso também pode significar que o recomendado plantio de áreas de refúgio para a multiplicação dos insetos em plantas convencionais também pode ser menos eficaz do que se imaginava.

“A resistência dominante é mais difícil de se manejar e não pode ser prontamente reduzida pelo refúgio, que são úteis para quando a resistência é recessiva”, disse Bruce Tabashnik, co-autor do estudo e chefe de Entomologia da Universidade do Arizona.

Tabashnik acrescentou que para além das mutações conhecidas, a equipe achou muitas outras mutações, a maioria no mesmo gene, mas uma em um gene completamente diferente.

Graham Head, chefe da gestão global de resistência de insetos da Monsanto disse ao SciDev.Net que a detecção precoce de resistência é um objetivo importante, mas afirmou que o estudo de Zhang não estabelece uma relação direta entre esses novos mecanismos genéticos e a real capacidade da larva de sobreviver nas plantações de algodão.

Adaptado de Scidev.net, 26/07/2012.

Link to the report abstract

 

CTNBio aprova algodão inseticida + tolerante a glufosinato de amônio

18, fevereiro, 2011 Sem comentários

Agência Estado, 17/02/2011.

A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) aprovou hoje a liberação comercial de uma variedade de algodão geneticamente modificado da Bayer CropScience denominada TwinLink, que reúne resistência [leia-se toxicidade] a lagartas e tolerância ao glufosinato de amônio. Essa foi a única liberação comercial aprovada pela CTNBio entre os cinco pedidos apresentados na reunião de hoje, já que para os demais serão necessárias mais avaliações.

Com essa decisão, a CTNBio eleva para oito o número de variedades de algodão transgênicas aprovadas para plantio no Brasil. No total, são agora 28 sementes liberadas, sendo outras 15 de milho e cinco de soja. (…)


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A grande mentira do algodão transgênico na Espanha

26, agosto, 2010 Sem comentários

Agricultores e ecologistas na Espanha apresentam dados comprovando que, além das possíveis consequências à saúde e ao meio ambiente, o algodão transgênico não é mais lucrativo pois exige maior despesas com insumos e sementes caras.

Segue abaixo íntegra da nota em Espanhol divulgada pela Plataforma Rural,

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Monsanto multada em US$ 2,5 milhões nos EUA

15, julho, 2010 Sem comentários

A Monsanto concordou em pagar uma multa de US$ 2,5 milhões por prestar informações erradas nos rótulos de sementes de algodão transgênico. Trata-se da maior multa do tipo já aplicada pelo EPA (Agência de Proteção Ambiental, na sigla em inglês).

A empresa, a maior sementeira do mundo, violou a Lei Federal sobre Inseticidas, Fungicidas e Rodenticidas quando vendeu e distribuiu sementes inseticidas transgênicas [Bt] violando as restrições impostas pelo EPA. Segundo a agência, entre 2002 e 2007 a Monsanto distribuiu nacionalmente as sementes de algodão transgênico Bollgard e Bollgard II sem as restrições exigidas pelo EPA que visam evitar a resistência dos insetos pragas ao inseticida.

Extraído de: Reuters, 08/07/2010.

Instituto Agropecuário da Colômbia multa Monsanto por sementes de algodão transgênico

31, março, 2010 Sem comentários

O Instituto Agropecuário da Colômbia (ICA, na sigla em espanhol) impôs à Companhia Agrícola Colombiana (Coacol), representante da Monsanto no país, uma multa equivalente a cerca de US$ 270 mil pelo fato de a semente transgênica de algodão ter provocado perdas aos agricultores na safra 2008/2009.

A decisão levou em conta a reclamação apresentada ao ICA pela Confederação Colombiana de Algodão (Conalgodón), alegando que a publicidade da empresa sobre a semente, tecnicamente conhecida como DP 164 B2RF, era errônea, enganosa e insuficiente. Segundo Luz Amparo Fonseca, presidente da Conalgodón, a publicidade falava em até 97% de resistência ao ataque da lagarta [do gênero] Spodoptera, o que levou os produtores não tomar medidas de prevenção e controle da praga. “Entretanto, as perdas por esta praga foram imensas, prejudicando 2.400 agricultores que semearam 7 mil hectares”, esclareceu Fonseca.

Devido a estas perdas, os agricultores não descartam ainda processar a Monsanto pelos danos econômicos, seja de forma individual oucoletiva (através de suas cooperativas). Leia mais…

O desastre do algodão da Monsanto na Índia

21, janeiro, 2010 Sem comentários

Vale a pena conferir este trecho do filme produzido pela ONG indiana Deccan Development Society e pela Andra Pradesh Coalition in Defense of Diversity. Mostra as promessas feitas pela Monsanto e os péssimos resultados colhidos pelos agricultores.