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Textos com Etiquetas ‘milho crioulo’

Milho pipoca

23, março, 2013 Sem comentários

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Cafpal promove dia de campo sobre milho crioulo

20, fevereiro, 2013 1 comentário

gazeta de palemira jan2012

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Agricultura familiar mira independência com sementes crioulas de milho

27, novembro, 2012 Sem comentários

SFA fomenta criação do primeiro banco de germoplasma do milho crioulo do Mato Grosso do Sul

24, outubro, 2012 Sem comentários

 

DPDAG/SFA/MS

Com objetivo de dar suporte à criação do primeiro banco de germoplasma do milho crioulo cultivado no Mato Grosso do Sul, e consequentemente fomentar a produção orgânica e agroecológica nos núcleos de agroecologia da Associação de Produtores Orgânicos (APOMS) e nos trinta e oito bancos comunitários de sementes de adubos verdes implantados, a Divisão de Política, Produção e Desenvolvimento Agropecuário da Superintendência Federal de Agricultura (DPDAGSFA/MS) realizou no mês de setembro, um levantamento das variedades de milho crioulo cultivados em comunidades agrícolas tradicionais como: Aldeias indígenas, quilombolas e assentamentos rurais nos municípios de Corumbá, Miranda, Ponta Porã, Caarapó, Dourados e Juti.

As sementes recolhidas nessas comunidades serão reproduzidas nos próximos dias na Estação Experimental de adubos verdes da SFA/MS em Bandeirantes e posteriormente serão encaminhadas amostras para a Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia em Brasília, com objetivo de identificar e fazer a leitura dessas variedades. Testes preliminares realizados no laboratório de Fitopatologia do MAPA em Campo Grande (Lanagro/MS), com sede na SFA/MS, demonstraram que as variedades de milho encontradas não apresentaram transgenia para os eventos testados por meio dos testes imunocromatográficos.

A coordenação dos trabalhos de laboratório e de campo foram feitos pelos técnicos, Eleane Ferreira e Valter Loeschner, Agentes de Atividades Agropecuárias da SFA/MS e contou com o aval da DPDAG, do Superintendente Orlando Baez e da Coordenação de Agroecologia do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, por meio das linhas de ação e fomento do Programa PBCAV/SDC/MAPA – PROBIO.

O projeto visa identificar as melhores variedades de milho crioulo que poderão ser cultivados no sistema orgânico e agroecológico de produção, uma vez que o milho transgênico não é permitido no sistema e cada vez mais aumenta a procura e demanda das empresas por milho convencional dessa natureza, para produção de rações usadas no sistema de produção animal orgânico.

As ações foram realizadas em conjunto com a Associação dos Produtores Orgânicos do Estado (APOMS) com o auxilio da Pastoral da Terra de Juti e Caarapó. Foram recolhidos até o momento doze variedades de milho cultivados nas aldeias indígenas (Teiy Kue), quilombolas (Furnas do Dionísio) e assentamentos rurais (PA Mato Grande em Corumbá e PA Itamarati em Ponta Porã).

Existem muitas dúvidas por parte dos técnicos e produtores sobre a correta identificação dessas variedades de milho encontradas, além de nomenclaturas diferentes dependendo da região onde são cultivados. A intenção dos técnicos da DPDAG é levar esse material em março de 2013 para a Embrapa em Brasília, e fazer a identificação científica do material, para que ele possa ser reproduzido em larga escala nas cinco unidades demonstrativas e nos bancos comunitários de sementes crioulas implantadas pela SFA. O objetivo é garantir a preservação desse material genético nas mãos dos produtores e futuramente no banco de germoplasma, a ser implantado na UEMS de Aquidauana, a instituição se mostrou interessada no projeto em função do curso de Agronomia.

Teste garante semente livre de contaminação por transgênicos

Durante o ciclo vegetativo dessas variedades crioulas na unidade demonstrativa da SFA, será feito um trabalho de acompanhamento técnico pelo Pesquisador da Embrapa Pantanal, Sr. Alberto Feiden, que posteriormente estará publicando resultados no próximo Seminário de Agroecologia de Mato Grosso do Sul. Feiden também é integrante da Comissão Estadual da Produção Orgânica (CPOrg/MS).

Informações mais detalhadas sobre o Programa PBCAV/DPDAG/SFAMS pelo fone (067)3041-9369(067)9994-5001 e-mail: valter.loeschner@agricultura.gov.br

En defensa del maíz

10, junho, 2012 Sem comentários

No estado de Tlaxcala, México, mobilização dos agricultores levou à aprovação de lei que reconhece o milho como patrimônio originário da região. Os pontos no mapa indicam regiões onde os agricultores cultivam e conservam inúmeras variedades locais de milho, agrupas em 12 diferentes raças.

Sai milho transgênico, entra o crioulo

19, maio, 2012 Sem comentários

Milho Crioulo e não sementes transgênicas no programa troca-troca do Governo do estado do RS

Enviado por Rocheli Wachholz | CAPA – Centro de Apoio ao Pequeno Agricultor

O conselho do Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento dos Pequenos Estabelecimentos Rurais (Feaper/RS) suspendeu, em votação no dia 24/04, a distribuição de sementes transgênicas de milho no Troca-Troca de sementes para a safra 2012-2013. O programa, desenvolvido pela Secretaria de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo (SDR) do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, tem por objetivo facilitar a formação das lavouras dos pequenos produtores.

Através de ampla mobilização do Centro de Apoio ao Pequeno Agricultor (CAPA) Núcleo Pelotas e do Fórum da Agricultura Familiar (FAF), através do seu GT de sementes, os conselheiros do Feaper derrubaram por nove votos a seis a distribuição de sementes transgênicas como política pública e a aprovação da compra e distribuição pelo Estado de sementes crioulas.

A coordenadora do CAPA núcleo Pelotas, Rita Surita considera esta decisão uma grande vitória, tanto para garantir a preservação e multiplicação das sementes de milho crioulo como pelo receio da contaminação através dos transgênicos. “Nossa preocupação é muito grande com a contaminação e com o desconhecimento por parte dos agricultores em relação ao tipo de sementes que estavam recebendo”, completa.

Segundo o engenheiro agrônomo do CAPA e coordenador do GT de sementes do Fórum da Agricultura Familiar, Roni Bonow o movimento pela preservação e multiplicação das sementes de milho crioulo começou já em 2010, quando o conselho do Feaper inseriu as sementes de milho transgênico no programa troca-troca de sementes do estado. “Organizamos a jornada pela preservação do milho crioulo e realizamos na região sul um movimento para que os agricultores, prefeituras e sindicatos não pedissem as sementes transgênicas do troca-troca. Além disso, construimos em conjunto com a Unaic e Conab um projeto que doou 30 toneladas de milho crioulo para aproximadamente seis mil famílias de agricultores familiares, alcançando ótimo resultados de produtividade, grande diversidade de sementes plantadas e multiplicação das variedades crioulas e, esta semana tivemos esta dupla vitória, a retirada do milho OGM do programa e a inserção do milho crioulo e feijão para os agricultores familiares ”, explica Bonow.

Este ano, novamente o território Zona Sul, numa ação do Fórum Regional da Agricultura Familiar em parceira com a CONAB e Bionatur irá fornecer sementes orgânicas de hortaliças para 3.900 famílias, incentivando o plantio orgânico e valorizando as sementes produzidas pelos assentados da região. Sobre isso comenta Rita Surita: “nosso trabalho é mostrar a viabilidade de construir uma agricultura sustentável à partir do material genético e das sementes produzidas pelos próprios agricultores. Não queremos ser apenas contra os transgênicos, temos que mostrar que a agricultura tradicional tem muito a ensinar e que a humanidade tem se sustentado em diferentes épocas e convivido com drásticas mudanças praticando uma agricultura em parceria com a natureza”.

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Milhares de cientistas e a ONU estão preocupados com o uso do milho transgênico

26, outubro, 2011 1 comentário

26/10/2011

O milho crioulo, originário do México, já que ali se encontram 59 de suas variedades, não apenas é o cultivo mais importante no mundo e faz parte do patrimônio cultural e alimentar da humanidade, mas também servirá para fazer frente à mudança climática e à fome, garantiu Antonio Turrent, vice-presidente da União de Cientistas Comprometidos com a Sociedade (UCCS).

A reportagem é de Angélica Enciso e está publicada no jornal mexicano La Jornada, 25/10/2011. A tradução é do Cepat (Via IHU/Unisinos)

Turrent asseverou que grande parte da plantação feita no país é das variedades nativas, razão pela qual acabar com elas e semear milho transgênico significaria uma produção próxima a zero do grão crioulo nessas áreas.

Não haverá maneira de deter o fluxo genético dos milhos transgênicos, razão pela qual se estenderá a todo o país em um caminho sem retorno. Os grãos geneticamente modificados também não representam produtividade maior, além de colocarem em risco os milhos nativos, assinalou.

O Greenspeace, Sementes da Vida e Raúl Hernández – ganhador do Iniciativa México 2010 – assinalaram que já se detectou milho contaminado com transgênicos. Por essa maneira, coloca-se em risco a condição privilegiada do México como reservatório genético.

Entidades internacionais privilegiadas, como a FAO, demonstraram sua preocupação com a contaminação genética no caso de se introduzirem cultivos transgênicos nos centros de origem, por exemplo, a batatinha transgênica na Bolívia ou o milho transgênico no México. Fizeram um apelo à organização Iniciativa México para não permitir que se contamine com a premiação o projeto Milhos Mexicanos, que, garantiram, foi financiado pela Monsanto, empresa transnacional que busca comercializar sementes transgênicas no país, as quais representam um sério risco de contaminação por fluxo genético os milhos mexicanos.

Aproximadamente mil cientistas nacionais e internacionais manifestaram sua preocupação com os riscos do uso de milho transgênico no México, e inclusive o relator especial da Organização das Nações Unidas para o Direito à Alimentação, Olivier De Schutter, propôs, em sua recomendação oficial, a volta da moratória sobre as provas de campo e no cultivo comercial de milho transgênico, com a finalidade de proteger a biodiversidade das gramíneas.

Os consumidores serão afetados, pois o principal alimento – que provê 55% de ingestão calórica diária e 22% das proteínas aos mexicanos – será colocado em perigo. Também coloca em perigo a produção e variabilidade que possibilita a riqueza de pratos mexicanos, para cada um dos quais se requer uma variedade específica, disse Adelita San Vicente Tello, da Sementes da Vida.

Além disso, está demonstrado que a coexistência de milhos transgênicos e não transgênicos não é possível. É muito grave que indústria e governo façam falsas promessas para os problemas do campo, como os milhos transgênicos tolerantes a secas. É do conhecimento da Monsanto e dos funcionários da Secretaria de Agricultura, Pecuária, Desenvolvimento Rural, Pesca e Alimentação que estes milhos acabarão na lista de promessas falidas da tecnologia dos transgênicos: maior rendimento e menor uso de agroquímicos, disse, por sua vez, Alejandro Espinosa, das UCCS.

Para ler mais:

Pesquisadores alertam para problema da contaminação do milho crioulo

28, abril, 2011 Sem comentários

Do campo à mesa

10, março, 2011 Sem comentários

Vídeo produzido pela Campanha Sin maiz no hay país, do México, em defesa da agricultura familiar para a alimentação dos mexicanos.

 

DEL CAMPO A TU MESA pretende establecer una liga entre los ciudadanos y los consumidores de las zonas urbanas con los productores y el campo mexicano, para que el ciudadano se de cuenta que los alimentos que encontramos en las ciudades provienen del campo y nos ligan a él.

Queremos que en las zonas urbanas se logre entender que lo que sucede en el campo, que muchas veces se percibe como algo lejano y ajeno, tiene que ver directamente con el ciudadano y su necesidad más básica: su alimentación.

Saiba mais em http://www.sinmaiznohaypais.org/

Sementes crioulas preservadas

18, novembro, 2010 Sem comentários

Zero Hora-RS, 12/11/2010

Projeto selecionou 22 produtores como guardiões da espécie

Lavouras de milho começam a se desenvolver em todo o Estado, mas, em Tenente Portela, têm um ingrediente especial: a utilização de sementes crioulas, com o objetivo de que as espécies não se percam em meio ao uso dos transgênicos.

O agricultor Leonel Lanz de Azevedo, 49 anos, maneja as sementes crioulas de milho como se fossem um tesouro. Cuidadosamente, coloca-as em garrafas. Tem consciência de que ali está guardando sua contribuição para a manutenção de uma espécie.

Morador de Alto Alegre, interior de Tenente Portela, onde cultiva dois hectares para subsistência, Azevedo é um dos 22 “guardiões” das sementes selecionados pela prefeitura para a missão de preservar espécies crioulas.– São sementes passadas de geração em geração. Sinto muito orgulho em preservá-las – explica o agricultor. Mesmo sabendo que a espécie não é tão rentável quanto o milho transgênico [ponha os custos na ponta do lápis e verá que a realidade é outra], conhece a importância da missão.

O programa Guardiões da Agrobiodiversidade é uma iniciativa do Departamento de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural de Tenente Portela, em parceria com a Emater, o Conselho de Missão Entre Índios (Comin), o Conselho Intereclesial de Igrejas e o Ministério da Agricultura.A iniciativa reúne ainda três grupos indígenas, que preservam espécies nativas.

Os guardiões recebem recursos para subsidiar o plantio das variedades e acompanhamento de técnicos para organização, planejamento da produção e melhorias nas propriedades. Até o momento, já foram identificadas e estão sendo resgatadas 14 variedades de milho crioulo e uma de milho nativo.

A Embrapa desenvolve programa semelhante. O grande diferencial das sementes crioulas está na qualidade da alimentação que proprocionam, como explica o pesquisador do órgão Gilberto Bevilaqua:

– Muitas chegam a ter 10, 20 vezes mais aminoácidos essenciais, minerais e outros micronutrientes.


Pesquisa comprova qualidade das sementes da paixão

25, agosto, 2010 Sem comentários

Dois ensaios comparativos foram implantados no município de Juazeirinho, região do Cariri, com 10 variedades de sementes crioulas de milho e duas desenvolvidas pela Embrapa (milho catingueiro e 1051).

Os primeiros resultados revelaram que mesmo com pouca chuva (cerca de 250 mm) as sementes de paixão tiveram melhor desempenho que as variedades melhoradas testadas.

Para estabelecer os parâmetros de comparação, agricultores foram consultados e elencaram os critérios que julgam mais importantes, como: quantidade de palha (utilizada para alimentar animais), produção de grãos, qualidade das espigas, altura das plantas e diâmetro do caule (pensando no consórcio com outras culturas), peso da espiga, entre outros. Em todos esses critérios o comportamento das variedades crioulas superou o das sementes melhoradas.

Na Paraíba, as sementes tradicionais, ou crioulas, receberam o nome de Sementes da Paixão por serem fruto de uma longa trajetória de experimentação.

Reportagem completa e apresentação com os dados preliminares dos ensaios estão disponĩveis na página da AS-PTA.

Entidades intensificam jornada a favor do milho crioulo

13, agosto, 2010 Sem comentários

A possibilidade da chegada do milho transgênico na região sul com a inclusão das sementes modificadas no programa gaúcho de financiamento Troca-Troca, já para a próxima safra, começa reascender os debates sobre biotecnologia, produtividade e saúde alimentar. Buscando preservar as variedades do milho crioulo e varietal, entidades ligadas à Agricultura Familiar aceleram uma jornada de ações em Pelotas e região. Leia mais…

Prefeituras do RS contra o milho transgênico

3, julho, 2010 Sem comentários

PREFEITURAS DA AZONASUL ENTRAM NA BRIGA CONTRA O MILHO TRANSGÊNICO

Pelo menos 18 das 22 prefeituras pertencentes à Associação dos Municípios da Zona Sul (Azonasul) optaram pelo veto ao milho transgênico incluído pelo governo do estado no programa Troca-Troca de sementes deste ano. A constatação foi feita ontem (1º) durante reunião do Fórum de Agricultura Familiar da região sul do Rio Grande do Sul, realizada na sede da Azonasul, em Pelotas.

O grande risco da decisão de incluir o milho transgênico tomada pelo Conselho do Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento dos Pequenos Estabelecimentos Rurais (FEAPER), discutido durante o encontro, é que devido a proliferação de lavouras transgênicas nas mais diversas regiões do estado, será difícil controlar a contaminação das variedades não transgênicas. “Já que o milho possui o sistema de polinização aberta possibilitando o cruzamento de cultivares e variedades através de eventos simples como, a força dos eventos ou resíduos nos corpos de animais e aves a contaminação é muito simples”, explicou o presidente da Azonasul, Cássio Mota, prefeito de Canguçu.

Mota também elencou a preocupação do grupo com relação à definição das normas que devem ser respeitadas pelos agricultores para o plantio das lavouras, principalmente no que diz respeito a fiscalização do cumprimento da legislação.

Para a Azonasul, o Rio Grande do Sul está dando um passo em direção ao atrelamento dos agricultores familiares às grandes multinacionais produtoras e detentoras das patentes de sementes transgênicas. “Caminhamos, sem dúvida alguma, na direção da total perda dos agricultores do direito de acesso aos recursos genéticos e da mais significativa tradição da agricultura, a tradição de guardar, reproduzir e propagar suas próprias sementes”, defendeu o presidente.

POSIÇÃO – A entidade já está formulando documento que será enviado à Secretaria Estadual de Agricultura e Pecuária criticando a inclusão das sementes transgênicas e pedindo a manutenção das sementes crioulas dentro do programa Troca-troca. Com relação às prefeituras que disponibilizaram o milho aos produtores, a entidade vai alertar sobre os riscos que correm e solicitar a revisão do posicionamento junto, principalmente, aos sindicatos e entidades representantes dos trabalhadores rurais.

Fonte: AZONASUL, 02/07/2010.

http://www.cangucuemfoco.com.br/2010/07/azonasul-contra-o-milho-transgenico.html

Seminário sobre milho crioulo em Tenente Portela – RS

29, abril, 2010 7 comentários

Milho crioulo gigante: patrimônio cultural do Peru

25, fevereiro, 2010 5 comentários

O Instituto Nacional de Cultura do governo peruano declarou como “patrimônio cultural” o conjunto de conhecimentos associados ao cultivo de uma variedade de milho branco de grãos gigantes. A declaração aconteceu em 04 de janeiro.

Esta declaração — a primeira que se outorga no país sobre métodos de produção de um cultivo — significa que os ditos conhecimentos são considerados parte da identidade e cultura do povo peruano e serão protegidos para as futuras gerações. O milho é conhecido como Paraqay Sara na língua indígena quechua. Leia mais…