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Textos com Etiquetas ‘milho transgênico’

Paraguai: entidades denunciam impactos das monoculturas transgênicas

27, agosto, 2010 Sem comentários

http://www.redrural.org.py/

Agência de Informação Frei Tito para a América Latina, 26/08/2010

por Tatiana Félix, jornalista da Adital

Uma intensa mobilização de entidades ambientalistas aconteceu ontem (25), no Paraguai, com o objetivo de apresentar para a sociedade os impactos negativos do monocultivo de grãos transgênicos como a soja e o milho. Segundo as entidades, este tipo de cultivo afeta, diretamente, os direitos humanos das comunidades campesinas e indígenas, e, também o de toda a população. Na ocasião também foi lançada a campanha nacional “Paraguai livre de milho transgênico”.

A análise foi apresentada pela Associação de ONGs do Paraguai (POJOAJU), a Coordenadora de Direitos Humanos do Paraguai (CODEHUPY) e a Rede Rural de Organizações Privadas de Desenvolvimento (REDE RURAL). Eles afirmaram que “todos os produtos com manipulação genética estão destinados a aumentar os biocombustíveis, afetando a ecologia, a economia, o ambiente, mas, não estão destinados a superar a falta de alimentos da população mundial”. Leia mais…

Os números mágicos do ISAAA

14, agosto, 2010 Sem comentários

A Céleres responde pela seção brasileira do ISAAA, entidade patrocinada pela Monsanto, Syngenta e outras para propagandear os supostos sucessos dos transgênicos pelo mundo. Sua principal estratégia reside na divulgação de números que ninguém sabe de onde saem. Pergunta, aliás, que nenhum jornal faz, como se vê abaixo.

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Transgênicos já ocupam metade da área plantada

O milho transgênico deverá abocanhar mais da metade da área plantada com o cereal no Brasil na safra 2010/11. Se nada excepcional ocorrer no meio do caminho, serão 7,1 milhões de hectares de um total de 12,8 milhões de hectares com milho nas safras de inverno e de verão. (Valor Economico, 10/08/2010) Leia mais…

Justiça Federal do PR proíbe milho transgênico da Bayer

28, julho, 2010 Sem comentários

Mauro Zanatta, de Brasília

Valor Economico, 28-07-2010

A Vara Ambiental da Justiça Federal do Paraná anulou ontem a liberação comercial do milho geneticamente modificado “Liberty Link”, produzido pela multinacional alemã Bayer. A decisão foi motivada pela ausência de um plano de monitoramento pós-liberação comercial para variedades transgênicas que deveria ter sido exigido pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio).

“Impõe-se reconhecer a sua nulidade, por promover a liberação de organismo geneticamente modificado sem a prévia e necessária definição de plano de monitoramento”, escreveu, em parecer definitivo, a juíza Pepita Durski Tramontini.

A Justiça Federal também determinou a proibição da venda de sementes de milho da Bayer nas regiões Norte e Nordeste por falta de estudos de impacto ambiental específicos para os biomas da região. Em complemento, também determinou à CTNBio a adoção de um prazo máximo para a abertura de dados protegidos de processos e pareceres apresentados pelas indústrias de biotecnologia. “As informações que instruem o pedido da empresa são de interesse público, devendo ser a todos os interessados disponibilizadas, salvo declarado o seu sigilo pela CTNBio”, decidiu a juíza Tramontini.

Pela decisão, a Bayer está proibida de vender, semear, transportar, importar e descartar sementes transgênicas sob pena de multa diária de R$ 50 mil. Em nota, a empresa afirmou não ter sido informada sobre a decisão. “A empresa aguardará comunicado para se pronunciar”.

A ação civil pública, movida pelas ONGs Terra de Direitos, AS-PTA, Idec e ANPA, também queria impedir a comercialização das sementes de milho transgênico das multinacionais Syngenta e Monsanto até a realização de medidas de coexistência com outras variedades. Mas a Justiça Federal não acolheu os argumentos. “Mais uma vez, o Poder Judiciário teve que corrigir atos ilegais da CTNBio”, diz a consultora jurídica do Idec, Andrea Lazzarini Salazar. O especialista da AS-PTA, Gabriel Fernandes, aponta “absurdo” na falta de acesso a processos públicos da CTNBio e a falta de estudos ambientais no Norte e Nordeste. “Agora, eles terão que cumprir”.

Em 16 de maio de 2007, a CTNBio aprovou o milho tolerante a herbicidas a base de glufosinato de amônio. Por 17 votos contra quatro, e com base em estudos feitos em Goiás, Paraná e Rio Grande do Sul, o colegiado afirmou que o milho da Bayer não apresentava “evidências de ameaça à saúde humana, animal ou ao meio ambiente”.

Desde então, setores da sociedade civil criticam a liberação. As ONGs questionam o bloqueio ao acesso aos procedimentos de liberação, o que violaria o direito à informação e seria incompatível com a publicidade garantida aos documentos de interesse público.

A decisão da Justiça uso como argumento a urgência da elaboração de medidas de biossegurança para garantir a coexistência das variedades orgânicas, convencionais ou ecológicas com as transgênicas, e termos claros para garantir o monitoramento dos transgênicos. É preciso, diz a juíza, monitorar “organismos não-alvo” (solo, parte aérea e águas, incluindo bioacumulação), “insetos-alvo”, fluxo gênico para o milho convencional e resíduo da proteína “Bt” no solo.

Justiça proíbe venda de milho transgênico da Bayer

28, julho, 2010 1 comentário

LÍGIA FORMENTI  Agencia Estado

27-07-2010

BRASÍLIA – A Justiça Federal do Paraná proibiu a venda do milho transgênico Liberty Link, produzido pela Bayer. A decisão, dada pela juíza federal Pepita Durski Tramontine, da Vara Ambiental de Curitiba, na segunda-feira, afirma que o produto somente poderá retornar ao mercado depois de a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) aprovar o plano de monitoramento do produto no mercado.

Na sentença, a juíza também determinou a proibição do uso do milho, resistente ao herbicida glufosinato de amônio, no Norte e Nordeste até que sejam realizados estudos ambientais do produto nas regiões. “Nesses locais, não basta a aprovação do plano de monitoramento pela CTNBio. É preciso que estudos anteriores, relacionados à segurança, sejam realizados”, explicou a advogada e consultora do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), Andrea Lazzarini Salazar. Leia mais…

Justiça suspende liberação de milho transgênico da Bayer

27, julho, 2010 Sem comentários

Em decisão publicada ontem, Justiça Federal do Paraná anula a autorização da liberação comercial do milho Liberty Link da Bayer e reprova atos da CTNBio

A disputa envolvendo transgênicos ganhou um novo capítulo em sua história. Por decisão judicial, a Bayer está agora proibida de comercializar o milho Liberty Link – resistente ao herbicida glufosinato de amônio – em todo o país pela ausência de um plano de monitoramento pós-liberação comercial. A juíza federal Pepita Durski Tramontini, da Vara Ambiental de Curitiba, também anulou a autorização da liberação especificamente nas regiões Norte e Nordeste do Brasil por não haver estudos sobre os impactos dessa tecnologia nos biomas dessas regiões.

Pela sentença, a Bayer será multada em 50 mil reais por dia caso não suspenda imediatamente a comercialização, a semeadura, o transporte, a importação e até mesmo o descarte do Liberty Link.

De acordo com a sentença, a ratificação dada pelo Conselho de Ministros (o Conselho Nacional de Biossegurança) à autorização do milho também não se sustenta, pois tal decisão ministerial se baseou em ato viciado da CTNBio. Leia mais…

Ecologistas destroem campo experimental de transgênicos na Espanha

15, julho, 2010 Sem comentários

Em 12 de julho dezenas de pessoas destruíram dois campos experimentais de milho transgênico da Syngenta situados no município de Torroella de Montgrí, na região da Catalunha, na Espanha.

Em nota, os manifestantes afirmaram: “Destruímos o experimento transgênico a céu aberto da Syngenta porque entendemos que este tipo de ação direta é a melhor maneira de responder à política de fatos consumados mediante a qual o governo regional, o Estado e as multinacionais biotecnológicas há doze anos nos impõem unilateralmente os organismos geneticamente modificados (OGMs) na agricultura e na alimentação.”

Leia a íntegra do manifesto.

p.s.: De fato consumado o Brasil entende…

Milho transgênico domina mercado de sementes

7, julho, 2010 Sem comentários

De cada 4 novas variedades de milho lançadas hoje no mercado, 3 são transgênicas. É isso o que mostram os dados do Registro Nacional de Cultivares do Ministério da Agricultura.

Diminui a oferta de sementes convencionais

Em 2008, ano em que o plantio de milho transgênico foi liberado, mais da metade das cultivares lançadas foi de sementes transgênicas. Em 2009 essa proporção seguiu crescendo e atingiu a marca de 63%.

A rápida substituição do milho híbrido convencional pelo transgênico vem sendo confirmada nesse primeiro semestre de 2010. Até o momento, o milho transgênico representa 76% dos lançamentos.

Com o mercado de sementes concentrado nas mãos de poucas empresas, a tendência indica que em pouquíssimo tempo os produtores de milho que não tiverem suas sementes próprias serão obrigados a plantar variedades transgênicas.

E depois as empresas argumentarão que a rápida adoção dos transgênicos é resultado de grande aceitação dos agricultores.

Grupos multinacionais ampliam domínio na área de transgênicos

Milho transgênico chega ao mercado, e rápido

Prefeituras do RS contra o milho transgênico

3, julho, 2010 Sem comentários

PREFEITURAS DA AZONASUL ENTRAM NA BRIGA CONTRA O MILHO TRANSGÊNICO

Pelo menos 18 das 22 prefeituras pertencentes à Associação dos Municípios da Zona Sul (Azonasul) optaram pelo veto ao milho transgênico incluído pelo governo do estado no programa Troca-Troca de sementes deste ano. A constatação foi feita ontem (1º) durante reunião do Fórum de Agricultura Familiar da região sul do Rio Grande do Sul, realizada na sede da Azonasul, em Pelotas.

O grande risco da decisão de incluir o milho transgênico tomada pelo Conselho do Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento dos Pequenos Estabelecimentos Rurais (FEAPER), discutido durante o encontro, é que devido a proliferação de lavouras transgênicas nas mais diversas regiões do estado, será difícil controlar a contaminação das variedades não transgênicas. “Já que o milho possui o sistema de polinização aberta possibilitando o cruzamento de cultivares e variedades através de eventos simples como, a força dos eventos ou resíduos nos corpos de animais e aves a contaminação é muito simples”, explicou o presidente da Azonasul, Cássio Mota, prefeito de Canguçu.

Mota também elencou a preocupação do grupo com relação à definição das normas que devem ser respeitadas pelos agricultores para o plantio das lavouras, principalmente no que diz respeito a fiscalização do cumprimento da legislação.

Para a Azonasul, o Rio Grande do Sul está dando um passo em direção ao atrelamento dos agricultores familiares às grandes multinacionais produtoras e detentoras das patentes de sementes transgênicas. “Caminhamos, sem dúvida alguma, na direção da total perda dos agricultores do direito de acesso aos recursos genéticos e da mais significativa tradição da agricultura, a tradição de guardar, reproduzir e propagar suas próprias sementes”, defendeu o presidente.

POSIÇÃO – A entidade já está formulando documento que será enviado à Secretaria Estadual de Agricultura e Pecuária criticando a inclusão das sementes transgênicas e pedindo a manutenção das sementes crioulas dentro do programa Troca-troca. Com relação às prefeituras que disponibilizaram o milho aos produtores, a entidade vai alertar sobre os riscos que correm e solicitar a revisão do posicionamento junto, principalmente, aos sindicatos e entidades representantes dos trabalhadores rurais.

Fonte: AZONASUL, 02/07/2010.

http://www.cangucuemfoco.com.br/2010/07/azonasul-contra-o-milho-transgenico.html

Mato Grosso do Sul fiscaliza isolamento do milho transgênico

30, junho, 2010 Sem comentários

Globo Rural, 30/06/2010.


Resta saber se está ou não havendo contaminação quando a regra é cumprida. Estudo da Secretaria de Agricultura do Paraná mostrou que o isolamento de 100 m criado pela CTNBio é ineficaz.

Alemanha planta milho transgênico acidentalmente

17, junho, 2010 Sem comentários

Coexistência impossível |Uma variedade de milho geneticamente modificada e banida da União Europeia foi cultivada acidentalmente em diferentes regiões da Alemanha. O milho transgênico NK603 [liberado no Brasil], da empresa americana Pioneer Hi-Bred, foi plantado em sete estados.

A origem do acidente ainda não é clara, mas ele poderá provocar um prejuízo de milhões de euros para os agricultores, uma vez que as lavouras agora terão que ser destruídas.

A Pioneer Hi-Breed, sediada em Buxtehude, perto de Hamburgo, considera que se trata de uma contaminação de grau menor, tendo afetado apenas (sic) 2 mil hectares, enquanto a Greenpeace indica que se tratam de 3 mil hectares.

Segundo o Greenpeace, as autoridades alemãs já tinham conhecimento do problema desde o início de março mas, por questões burocráticas, apenas agora os agricultores estão sendo informados. Considera-se que ainda é possível evitar uma expansão descontrolada da variedade, destruindo-se as lavouras antes do milho florescer.

Extraído de:

BBC News, 07/06/2010.

Entidades protestam contra governo gaucho pela distribuição de sementes transgênicas de milho aos pequenos agricultores

14, junho, 2010 Sem comentários

O Centro de Apoio ao Pequeno Agricultor (Capa), órgão vinculado à Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, e o Fórum de Agricultura Familiar da Região Sul do Rio Grande do Sul repudiaram, em nota à imprensa, a distribuição de sementes transgênicas de milho.

A notícia é da Agência Latino-Americana e Caribenha de Comunicação (ALC), 11-06-2010 e foi distribuída pelo IHU-Unisinos.

A decisão foi tomada no final de maio pelo Conselho do Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento dos Pequenos Estabelecimentos Rurais (Feaper), que liberou a inclusão de sementes transgênicas de milho no Troca-Troca, programa de financiamento e subsídio para a aquisição de sementes por agricultores familiares.

“O estímulo dado por um órgão do governo ao uso de material transgênico é inconsequente. Traz graves implicações para o meio ambiente, para a manutenção da biodiversidade e para os próprios agricultores familiares, em uma área estratégica para a produção de alimentos”, diz a nota do Capa e do Fórum.

Eles alertam que é impossível implantar qualquer processo de isolamento no ambiente das pequenas propriedades rurais. Leia mais…

Produtores não isolam milho transgênico no RS

18, maio, 2010 Sem comentários

A regra de isolamento entre milho transgênico e comum já nasceu fortemente criticada dentro do próprio órgão que a criou, a CTNBio, e foi objeto de ação judicial questionando sua eficácia. Mais recentemente, a Secretaria de Agricultura do Paraná demonstrou por testes moleculares que a contaminação ocorre mesmo quando a norma é cumprida. Nesse contexto, o Correio do Povo (18/05) informou que o Ministério da Agricultura autuou produtores gaúchos que não adotaram isolamento nenhum, mas que alegam que seus vizinhos não relataram danos. De acordo com a matéria, essas declarações podem servir para atenuar a pena.

Já pensou se a moda pega e a aplicação de multa passa a depender de o produtor comprovar que foi prejudicado?

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RS tem milho transgênico fora de normas da CTNBio | Correio do Povo, 18 de maio de 2010

Produtores gaúchos respondem a processo administrativo no Ministério da Agricultura (Mapa) por descumprimento das regras de plantio de milho transgênico determinadas pela CTNBio, que têm por objetivo evitar a contaminação do produto convencional. Eles teriam desconsiderado as normas de coexistência, que exigem distância de cem metros entre a lavoura de milho transgênico e a comum, espaçamento que pode cair para 20 metros se houver um refúgio de dez linhas de convencional entre os cultivos. Os casos ocorreram em quatro propriedades em Chiapetta, Horizontina, Doutor Maurício Cardoso e Getúlio Vargas.

O Mapa determinou a colheita das plantas que estavam na área excedente. Os produtores encaminharam defesa e apresentaram imagens comprovando a retirada, além de declarações de vizinhos sobre a ausência de danos. De acordo com o responsável técnico pela fiscalização do Mapa, Francisco Gama, os documentos podem ser atenuantes na definição das penas, que variam entre advertências e multas no valor de até R$ 1,5 milhão.

– p.s.: A matéria não informa se as plantas de milho foram arrancadas antes ou depois da floração. Caso tenha sido depois, de nada adiantará a medida. A contaminação já terá ocorrido.

Monsanto quer doar milho transgênico para Haiti

17, maio, 2010 Sem comentários

Thalles Gomes | Porto Príncipe/Haiti


A denúncia foi feita no último dia 10 de maio em artigo escrito pelo Padre inglês Jean-Yves Urfié, ex-professor de química do Collège Saint Martial, em Porto Príncipe. “A empresa transnacional Monsanto está oferecendo aos agricultores do país um presente mortal de 475 toneladas de milho transgênico, junto com fertilizantes associados e pesticidas, que serão entregues gratuitamente pelo Projeto WINNER [Vencedor, em inglês], com o respaldo da embaixada dos Estados Unidos no Haiti”, alertou Urfiè. Segundo ele, a multinacional Monsanto já começou a distribuir sementes de milho transgênicas nas regiões de Gonaives, Kenscoff, Pétion-Ville, Cabaré, Arcahaie, Croix-des-Bouquets e Mirebalais.

A forte repercussão dessa denúncia obrigou o Ministro da Agricultura do Haiti, Joana Ford, a convocar uma coletiva de imprensa no último dia 12 de maio em Porto Príncipe. “O Haiti não tem a capacidade para gerenciar os OGM [Organismos Geneticamente Modificados]” afirmou o Ministro Ford antes de desmentir que a doação da Monsanto fosse de milho transgênico.

“Nós tomamos todas as precauções antes de aceitar a oferta feita pelo multinacional Monsanto para fazer uma doação de 475,947 kg de sementes de milho híbrido e 2.067 kg de sementes de hortaliças. Devemos também mencionar que, na ausência de uma lei que regulamenta a utilização de Organismos Geneticamente Modificados (OGM) no Haiti, não posso permitir a introdução de sementes ‘Roundup Ready’ ou qualquer outra variedade de transgênicos“, enfatizou o Ministro.

Segundo Ford, as sementes híbridas oferecidos pela Monsanto são adaptadas às condições tropicais do Haiti. A doação integra uma campanha do Ministério da Agricultura para revitalizar o setor agrícola depois do terremoto de 12 de Janeiro. Para tanto, informa o Ministro, mais de 65 mil hectares de terra estão sendo beneficiados com tratores para o preparo do solo, fertilizantes, defensivos agrícolas e formação para os agricultores.

A própria Monsanto se viu obrigada a se pronunciar sobre o caso. “Nós acreditamos que a agricultura é a chave para a recuperação a longo prazo do Haiti”, afirmou a transnacional em nota publicada em sua página na internet. “Após o desastre, a Monsanto doou dinheiro para a recuperação”, continua a nota, “mas era evidente que a doação de nossos produtos – milho e sementes de hortaliças de qualidade – poderia realmente fazer a diferença na vida dos haitianos”. Foi imbuída deste espírito de generosidade que a maior fornecedora de sementes do Mundo resolveu doar ao Haiti o equivalente a US$ 4 milhões em sementes de milho híbrido, repolho, cenoura, berinjela, melão, cebola, tomate, espinafre e melancia. 60 toneladas dessas sementes chegaram em território haitiano na primeira semana de maio.

Outras 70 toneladas aportaram na capital Porto Príncipe no dia 13 de maio. A previsão é que, para os próximos 12 meses, mais 345 toneladas de sementes híbridas de milho sejam distribuídas para os agricultores do país.

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Forum da Agricultura Familiar repudia transgênicos no Troca-Troca de sementes

13, maio, 2010 Sem comentários

O programa troca-troca foi criado em 1996 para subsidiar sementes de cebola e milho para pequenos produtores. Cada produtor teria uma cota máxima de sementes que poderia pegar e que seria devolvida a um banco de sementes estadual após a colheita. Agora, as organizações do Fórum da Agricultura Familiar da Região Sul do Rio Grnde do Sul denunciam que o governo estadual está patrocinando a distribuição de sementes de milho transgênico por meio do troca-troca.

Confira a aseguir a nota de repúdio divulgada esta semana pelo Fórum e publicada no blog da UNAIC.

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Contaminação por transgênicos põe em risco o meio ambiente e viola o Direito dos Agricultores

16, abril, 2010 1 comentário

Para o Ministério da Agricultura contaminação seria de 0,002 a 120 metros; já para a CTNBIo, contaminação a 20 metros seria menor que 1%.

Secretaria de Agricultura do Paraná divulga estudo comprovando contaminação do milho convencional distante até 120 metros do transgênico e isolado por 25 metros de milho comum. A CTNBio criou regra afirmando que seriam necessários apenas 10 metros de bordadura e mais 20 m de isolamento para se evitar a contminação. O estudo inédito do Paraná faz cair por terra a suposta validade científica da regra da CTNBio. A contaminação das espigas coletas a 120 metros chegou a 1,3%. Leia mais…