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Arquivo de julho, 2014

Embrapa alerta que milho RR pode virar planta daninha na soja

30, julho, 2014 Sem comentários

Agricultores notificam empresas por falha em transgênicos

29, julho, 2014 Sem comentários

Eu já sabia, diria o Zagalo…

Agricultores do Mato Grosso notificaram quatro empresas de biotecnologia reclamando da perda de eficiência de um tipo de milho transgênico

Milho transgênico teria falhado em conferir a prometida resistência a lagartas

Khaled Desouki/AFP, via Exame, 28/07/2014

São Paulo – A Associação de Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) informou nesta segunda-feira que notificou extrajudicialmente quatro empresas de biotecnologia reclamando da perda de eficiência de um tipo de milho transgênico.

A entidade disse que variedades de milho Bt da Monsanto, DuPont, Dow Chemical e Syngenta falharam, na última safra, em conferir a prometida resistência a lagartas.

“As lagartas deveriam morrer ao comerem o milho. Mas, considerando que elas não morreram neste ano, produtores tiveram de gastar em média 120 reais por hectares… em um período em que os preços do milho estão terríveis”, disse o presidente da Aprosoja-MT, Ricardo Tomczyk, Segundo a Aprosoja-MT, o custo de produção aumentou em decorrência das aplicações a mais de inseticidas.

As empresas dizem que cabe aos produtores utilizar a tecnologia adequadamente, seguindo as recomendações técnicas para garantir a eficiência da tecnologia.

“A companhia orienta os produtores rurais quanto à necessidade de adoção de um sistema de manejo integrado de pragas, que inclui, entre outras ações, o cultivo das áreas de refúgio que são essenciais para manter o equilíbrio das populações de pragas-alvo”, disse a Dow AgroSciences, divisão de agronegócios da Dow Chemical, em nota.

Já a DuPont afirmou que seus híbridos “continuam a oferecer controle efetivo contra um amplo espectro de pragas e, quando combinados com as melhores práticas de manejo”, permitem que os produtores atinjam todo o potencial das variedades.

A Dow disse que está analisando as alegações indicadas no documento da Aprosoja e disse que vai se posicionar dentro de um prazo de dez dias cobrado pela associação.

Já a DuPont informou que “até o momento não recebeu nenhuma notificação” sobre a eficiência da tecnologia.

A Monsanto informou que ainda não recebeu a notificação extrajudicial da Aprosoja e que vai se manifestar quando analisar os respectivos termos da notificação. Procurada pela Reuters, a Syngenta não se manifestou imediatamente.

A Aprosoja quer que as empresas ofereçam soluções para as falhas apresentadas pela tecnologia e uma forma de ressarcir os prejuízos enfrentados pelos produtores rurais de Mato Grosso.

 

Festa da Agricultura Familiar em Nova Iguaçu – RJ

28, julho, 2014 Sem comentários

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Governo finaliza regras para refúgio de transgênicos em até seis meses

28, julho, 2014 Sem comentários
A pressa para liberar as sementes era tamanha que não foram criadas regras para tentar retardar o aparecimento de pragas resistentes. Além disso, o pensamento liberal avesso a regras superou mesmo os interesses da empresa de esticar a vida útil da tecnologia. A CTNBio, que deveria ter criado essas regras no momento das liberações, disse que  o caso não era de biossegurança. Agora, quase sete anos e alguns insetos turbinado depois, o Ministério da Agricultura corre atrás do prejuízo.

Milho Bt é atacado por lagartas que deveria combater

Milho Bt é atacado por lagartas que deveria combater

O governo deve aprovar uma Instrução Normativa para regulamentar o refúgio de soja, milho e algodão, em até seis meses, disse o ministro da Agricultura, Neri Geller.

Segundo Geller, a Embrapa e os centros de pesquisa agropecuária vêm coordenando os estudos técnicos e debates com entidades de produtores rurais e empresas de defensivos agrícolas para a criação de regras nacionais para o manejo de culturas transgênicas (refúgio). A IN pretende estabelecer valores percentuais para áreas de refúgio.

“O refúgio é uma necessidade e essa discussão está sendo concluída. Nós vamos implantar o refúgio dentro de critérios técnicos muito bem estabelecidos num prazo máximo de quatro a seis meses”, disse o ministro, em cerimônia no ministério do Comitê Estratégico Soja Brasil (Cesb), que premiou os produtores de soja com maiores índices de produtividade do país.

Geller ainda comentou que o ministério vem tomando o cuidado para construir uma norma que não represente apenas o padrão pretendido pelas empresas. “Não vamos aceitar em hipótese alguma que os padrões sejam das empresas, vamos fazer refúgio com critérios técnicos pré-estabelecidos, inclusive pelos produtores. Vamos discutir e estabelecer regras conjuntamente”, afirmou Geller.

“Obviamente que nós vamos escutar o setor [agropecuário], seja a indústria de defensivos sejam os centros de pesquisa da iniciativa privada ligados aos produtores, mas a decisão vai ser nossa [do ministério]”, concluiu.

De acordo com o diretor do Departamento de Sanidade Vegetal do ministério, Luís Eduardo Rangel, durante todo o mês de julho a IN estará em consulta pública para ajustes no texto final das regras.

(Cristiano Zaia | Valor)

Experiências e aportes ao Bem Viver

27, julho, 2014 Sem comentários

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Colômbia cria programa para a Agricultura Familiar

19, julho, 2014 Sem comentários

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Arraiá do poder popular

18, julho, 2014 Sem comentários

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Guardiões de sementes enriquecem experiências pessoais

17, julho, 2014 Sem comentários

Diário Popular (Pelotas), 16/07/2014

Evento na sede da Embrapa Clima Temperado reuniu guardiões de espécies vegetais e animais

 

Por: Cássia Medronha

As sementes crioulas são as adaptadas ao ambiente específico de determinado local ao longo de muitos anos. (Foto: Paulo Lanzetta - Especial DP) (Foto: )

As sementes crioulas são as adaptadas ao ambiente específico de determinado local ao longo de muitos anos. (Foto: Paulo Lanzetta – Especial DP)

“Descobri naquele momento que aquela era a minha cota com a humanidade”, descreve agricultor Juarez Felipi Pereira, do município de Barra do Ribeiro. Ele conta que há 12 anos se identifica com uma responsabilidade e viveu um momento especial na sua vida ao se dar conta desse papel.

Após trabalhar por 30 anos na atividade agrícola convencional, passou por um período de reeducação alimentar e converteu a produção para o cultivo orgânico. Na tentativa de resgatar variedades crioulas, como o arroz farroupilha presente em sua família por mais de 80 anos, conta ter tido uma especial lembrança do que já fazia com sete anos de idade. Foi então que desabafou com os olhos cheios d’água a citação do início desta matéria. “Foi um momento fantástico, cheio de vida”, completa Juarez.

Hoje com 56 anos, mantém 36 variedades de arroz crioulo, 12 com destino comercial em feiras. O autoconhecimento fez com que o agricultor agisse imitando um pesquisador, fazendo relatórios dos seus cultivos sem saber se um dia seriam vistos e sem imaginar que, mais tarde, seria chamado de guardião de sementes crioulas de arroz.

Segundo o pesquisador da Embrapa Clima Temperado Irajá Antunes, as sementes crioulas são as adaptadas ao ambiente específico de determinado local ao longo de muitos anos. Cada uma adquire características regionais e culturais, contribuindo com a biodiversidade e segurança alimentar das famílias mantenedoras, já que se tornam mais resistentes e menos dependentes de insumos.

Os chamados guardiões são vistos atualmente praticamente como heróis, já que preservam o patrimônio cultural das espécies, proporcionam segurança alimentar para a humanidade e por toda a dedicação a que se submetem.

Troca de conhecimentos
Um evento iniciado na terça-feira (15) na sede da Embrapa Clima Temperado reuniu guardiões de espécies vegetais e animais de diversos municípios dos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A quarta edição do Seminário de Agrobiodiversidade e Segurança Alimentar lotou o auditório principal da instituição de pesquisa, em evento realizado em parceria com a Emater/RS, e que se encerra na quarta-feira, às 17h.

“Mais do que técnico, este seminário é humano, pois encara as experiências quase raras destes guardiões e as perspectivas de futuro para o setor”, explica Antunes. Ele acredita que a variedade crioula é um tipo de melhoramento genético feito pela seleção do próprio agricultor, que geralmente trabalha sozinho, com muita dedicação, de acordo com sua realidade.

O trabalho da pesquisa e da extensão é de resgate das variedades tradicionais, com procedências variadas, de sua recuperação, na busca do controle de geração dessas sementes, e de motivação dessa prática. “Dentro da programação desta edição será realizado um troca-troca de sementes entre os guardiões e agricultores participantes para estabelecimento de compartilhamento de saberes e, ainda, discutidos os avanços realizados a partir da carta aberta feita no seminário de 2013”, fala o pesquisador e coordenador do evento, Irajá Antunes.

Políticas Públicas
Segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), apresentados pelo diretor da Conab, João Marcelo Intini, os melhores rendimentos econômicos estão concentrados nas menores propriedades, ou seja, na agricultura familiar.

Nos próximos dez anos a demanda por alimentos crescerá 20% e caberá ao Brasil atender 40% desse crescimento, grande parte pelas propriedades familiares. O constante avanço do país em produção de alimentos aponta que vamos continuar aumentando a produção e a exportação.

“Já comemos em quantidade suficiente, mas não na qualidade em que gostaríamos, e, apesar de ainda não ser o suficiente, avançou-se muito nos últimos anos nesse sentido”, afirma Intini, remetendo os resultados às políticas públicas que aproximaram o governo do diálogo com a sociedade no campo.

Para ele, um exemplo disso é o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) que está em 3.915 municípios do Brasil, envolvendo 185.979 famílias de quilombolas, indígenas e agricultores familiares. O diretor da Conab apresentou no Seminário um decreto que deve ser publicado nos próximos dias sobre o PAA Sementes, que irá disponibilizar R$ 16 mil por DAP (Declaração de Aptidão ao Pronaf), exigindo 5% das compras do PAA para sementes, sendo que hoje essas ocupam apenas 1,42%.

A nova resolução também propõe veto aos transgênicos, cadastro de ofertantes e novas demandas. Segundo o coordenador estadual do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA/SC), Anderson Munarini, seria necessário uma política pública específica para sementes, já que o PAA tem resoluções específicas para alimentos e não são praticáveis para o grupo de guardiões. “Só os guardiões sabem da dificuldade de manter essas sementes”, declara Anderson, referindo-se aos danos por contaminação por agrotóxicos e transgênicos nas propriedades vizinhas, que geram perdas e retrocesso ao trabalho dos guardiões.

Já para Alcemar Inhaia, presidente da Bionatur em Candiota, a expectativa com o PAA Sementes é grande para avançar em compras públicas que promovam segurança alimentar. Ele conta que graças às políticas públicas ampliou as variedades crioulas e varietais, passando de três para 40 crioulas e 110 espécies no total. Atualmente, beneficiam 20 toneladas de sementes por ano, produzidas em assentamentos, e ofertam kits de hortaliças a preço de R$ 64,00, que rendem em R$ 1.500,00 em alimentos para quem planta.

Pesticidas que matam insetos também estão diminuindo a população de aves, alerta estudo

16, julho, 2014 Sem comentários

Se é Bayer…

O Globo, 10/07/2014

Cientistas holandeses mostraram que número de espécies diminuiu, com o aumento do uso de neonicotinoides

Um polêmico pesticida que se tornou um dos mais utilizados no mundo foi, pela primeira vez, associado diretamente à redução do número de aves em áreas agrícolas. Cientistas mostraram que a população de 15 espécies que se alimentam de insetos, como andorinhas e estorninhos, têm diminuído significativamente na Holanda, ao longo dos últimos 20 anos, com o aumento do uso de pesticidas neonicotinoides, ou neônicos, que começaram a ser utilizados nos anos 1990.

Segundo os pesquisadores, os resultados sugerem que os neonicotinoides, que também são associados à diminuição do número de abelhas e outros insetos polinizadores, pode ter impactos ainda mais negativos sobre o meio ambiente, em relação ao que já se acreditava.

O estudo é o primeiro a encontrar uma correlação direta entre o produto, fabricado pela empresa alemã Bayer Cropscience, e o declínio de aves. A expectativa é que os resultados aumentem a pressão sobre o governo do Reino Unido para mudar sua postura tolerante em relação a neonicotinoides, considerados, até então, seguros para o meio ambiente.

Ecologista da Universidade de Radboud, na Holanda, Caspar Hallmann disse que havia uma ligação forte e estatisticamente significativa entre os níveis de concentrações de uma substância química chamada imidacloprida, encontrada em águas de superfície, e o registro de diminuição de diversas espécies de aves, como a toutinegra, cotovias e tordos, compilado anualmente por ornitólogos.

– Em locais onde a concentração de imidacloprida na água passa de 20 nanogramas por litro, as populações de aves tendem a diminuir em 3,5%, em média, a cada ano. Isto significa que, dentro de dez anos, 30% da população dessas aves estaria em declínio – disse ele. – Esta não é, definitivamente, a prova de que o produto causa as mortes. No entanto, há uma linha de evidência sendo construída para explicar o que está acontecendo. Sabemos que o número de insetos também caiu nestas áreas e que os mesmos são um alimento importante para estas aves.

No mês passado, um grupo de pesquisadores analisou centenas de estudos publicados sobre neonicotinoides e descobriu que estavam ligados ao declínio de uma grande variedade de vida selvagem – de abelhas a minhocas e borboletas – que não são as pragas-alvo dos inseticidas.

O estudo mais recente, publicado na revista Nature, procurou analisar as variações das populações de uma grande variedade de espécies de aves em diferentes zonas da Holanda, antes e depois da introdução do imidacloprida em 1995.

– Também levamos em consideração outros fatores que possam estar relacionados ao declínio destas aves. Mas nossa análise mostra que o imidacloprida foi de longe o melhor fator explicativo para as diferentes tendências registradas nas áreas – disse o professor Hans de Kroon of Sovon, do Centro Holandês para Campo Ornitologia, que supervisionou a pesquisa.

– Os neonicotinóides sempre foram considerados toxinas seletivas. Mas nossos resultados sugerem que eles podem afetar todo o ecossistema. Este estudo mostra o quão importante é ter bons dados de campo, e analisá-los com rigor – disse o professor de Kroon.

Os pesquisadores não conseguiram encontrar um declínio comparável em aves antes da introdução do imidacloprida e não foram capazes de vincular os declínios em aves a mudanças nos métodos de cultivo ou uso da terra. Eles acreditam que a explicação mais provável é que os neonicotinóides estão causando escassez de alimentos para as aves que comem insetos, especialmente quando estão alimentando seus filhotes.

A União Europeia introduziu uma moratória de dois anos sobre determinados usos de neonicotinóides. No entanto, estes pesticidas são amplamente utilizados no tratamento de sementes para cultivos aráveis. Eles são criados para serem absorvidos pela muda em crescimento e são tóxicos para o sistema nervoso central de pestes que prejudicam o plantio.

Ao comentar o assunto, representantes da Bayer disseram que a pesquisa não apresenta argumentos aceitáveis.

 

 

Projeto proíbe venda de sementes de plantas transgênicas tolerantes a herbicidas

16, julho, 2014 Sem comentários

Agência Câmara, 14/07/2014

A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 6432/13, do deputado Ivan Valente (Psol-SP), que proíbe no território nacional a venda, o cultivo e a importação de sementes de plantas alimentícias transgênicas com tolerância a herbicidas (substâncias usadas na destruição de ervas daninhas).

A proposta também proíbe a importação de produtos alimentícios in natura ou industrializados obtidos dessas plantas. Pelo texto, o Poder Executivo regulamentará a medida no prazo de 180 dias.

“Os agricultores podem levar uma vantagem operacional utilizando cultivares tolerantes a herbicida, mas, para o consumidor dos produtos alimentícios derivados delas, não há nenhuma vantagem”, explica Valente.

“As plantas transgênicas tolerantes a herbicida não morrem com a aplicação do defensivo, mas o absorvem, aumentando o nível de resíduo dessa substância no produto que será utilizado como alimento pelo consumidor”, complementa. Para o parlamentar, isso pode ser nocivo à saúde humana.

Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Lara Haje
Edição – Marcelo Oliveira

Milho que deveria resistir às pragas traz problemas para produtores de MS

15, julho, 2014 Sem comentários

E ainda há quem, como a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), insista em defender que o milho transgênico reduz o uso de agrotóxicos. “O fato incontestável é que as lavouras transgênicas são manejadas usando menos defensivos agrícolas”, atestou a ruralista em artigo na Folha de São Paulo três dias após publicação da matéria que segue.

milho herculex

G1, 02/07/2014

Lavouras com variedades transgênicas têm grande infestações.

Saída foi aumentar o número de aplicações de defensivos.

 

Os produtores de milho de Mato Grosso do Sul estão preocupados. Eles investiram em sementes de variedades transgênicas resistentes ao ataque de lagartas, só que a infestação nas lavouras é grande. A saída foi aumentar o número de aplicações de defensivos.

O agricultor Edemilson Vincenzi cultiva 830 hectares de milho em uma propriedade no município de Maracaju. Há sete anos, ele investe em uma variedade transgênica, por ser mais resistente às pragas, mas nas últimas safras, a eficiência tem diminuído e o produtor precisou aumentar o número de aplicações de defensivos. O resultado foi o aumento no custo de produção.

A lavoura recebeu três aplicações de inseticidas e ainda assim é possível ver espigas danificadas. Em uma delas, a lagarta do cartucho come os grãos a vontade. O agricultor explica que em espigas como esta, a produção pode cair pela metade.

A tecnologia utilizada nessas variedades transgênicas promete maior resistência das plantas às pragas, como lagartas e percevejos, mas para maior eficiência é preciso sempre reservar uma área para o plantio do milho convencional, a chamada área de refúgio, que deve ser de 5% a 10% da área total.

A técnica do refúgio não é obrigatória, apenas uma recomendação, e, por isso, nem sempre é praticada por todos os produtores, conforme explica o pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), especialista em combate de pragas, Crébio José Ávila.

Em outra lavoura, também em Maracaju, foram cultivados 850 hectares com milho com a mesma tecnologia e outros 260 hectares com o tipo convencional. Mesmo seguindo todas as recomendações, as aplicações de inseticidas foram necessárias, como conta a agricultora Renata Azambuja.

O pesquisador explica que o problema não é visto apenas em Mato Grosso do Sul, produtores de outros estados também tem enfrentado a mesma situação. “É um problema generalizado no Brasil porque essa não-adoção da área de refúgio, principalmente, contribuiu para o desenvolvimento da resistência”, diz Crébio.

Políticas Públicas e transição agroecológica no Brasil: reflexões a partir de estudos de caso

15, julho, 2014 Sem comentários

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I Festival das sementes da fartura do Piauí

13, julho, 2014 Sem comentários

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Cuidado: não tem antídoto

10, julho, 2014 Sem comentários

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Lançamento do projeto Aliança pela Agroecologia no Paraguai

9, julho, 2014 Sem comentários

Invitacion Alianza Paraguay

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