Arquivo

Textos com Etiquetas ‘Paraná’

Milho transgênico causa danos no Paraná

7, junho, 2013 Sem comentários

por Rafael Zanvettor | Caros amigos, 06/06/2013

Um dos principais debates que ressoaram no Brasil e no mundo na última década foi o da produção e uso de alimentos geneticamente modificados, os chamados transgênicos. No decorrer dos anos o debate foi se tornando cada vez mais silencioso, enquanto que, por outro lado, a produção de alimentos transgênicos aumentou. O Brasil promulgou uma série de leis, como a 11.150/05, que reestruturou a Comissão Técnica Nacional de Biosegurança (CTNBio), responsável por emitir pareceres autorizando ou não o uso comercial de transgênicos; através das monoculturas de soja e milho geneticamente modificado, o País passou a ocupar o segundo lugar mundial na prdução de alimentos transgênicos, ficando atrás apenas dos EUA.

A fim de trazer este importante debate de volta ao espaço público, o site da Caros Amigos publica uma série de 3 reportagens sobre os transgênicos no Brasil, abordando diferentes temas, para que se possa medir as consequências do uso desses alimentos para a agricultura e saúde do País.

Confira a primeira das reportagens: http://carosamigos.terra.com.br/

 

Monsanto perde processo criminal contra movimentos sociais

29, maio, 2013 Sem comentários

Terra de Direitos, 27/05/2013

A transnacional entrou com processo criminal contra integrantes de organizações e movimentos sociais em 2005. A decisão do TJ demonstra o reconhecimento da legitimidade dos sujeitos coletivos de direitos em meio ao processo de democratização da sociedade brasileira.

A transnacional Monsanto está em mais de 80 países, com domínio de aproximadamente 80% do mercado mundial de sementes transgênicas e de agrotóxicos. Em diferentes continentes, a empresa acumula acusações por violações de direitos, por omissão de informações sobre o processo de produção de venenos, cobrança indevida de royalties, e imposição de um modelo de agricultura baseada na monocultura, na degradação ambiental e na utilização de agrotóxicos.

No Brasil, a invasão das sementes geneticamente modificadas teve início há uma década, com muita resistência de movimentos sociais, pesquisadores e organizações da sociedade civil. No Paraná, a empresa Monsanto usou a via da criminalização de militantes como forma de responder aos que se opunham aos transgênicos.

Na última quinta-feira (23), desembargadores do Tribunal de Justiça (TJ) absolveram por unanimidade cinco militantes acusados injustamente pela Monsanto de serem mentores e autores de supostos crimes ocorridos em 2003. A transnacional entrou como assistente de acusação na ação criminal em resposta à manifestação de 600 participantes da 2ª Jornada de Agroecologia, na estação experimental da empresa, em Ponta Grossa, para denunciar e protestar contra a entrada das sementes transgênicas no estado e as pesquisas ilegais e outros crimes ambientais praticados pela empresa.

Foram acusados Célio Leandro Rodrigues e Roberto Baggio, do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST, José Maria Tardin, à época integrante da AS-PTA – Assessoria e Serviços em Agricultura Alternativa, Darci Frigo, da Terra de Direitos, e Joaquim Eduardo Madruga (Joka), fotógrafo ligado aos movimentos sociais. Em claro sinal de criminalização, a transnacional atribuiu à manifestação, feita por mais de 600 pessoas, como responsabilidade de apenas cinco pessoas, usando como argumento a relação genérica dos acusados com os movimentos sociais.

Em sentido contrário, a decisão do TJ demonstra o reconhecimento da legitimidade dos sujeitos coletivos de direitos na sociedade brasileira. Segundo José Maria Tardin, coordenador da Escola Latina Americana de Agroecologia e da Jornada de Agroecologia do Paraná, o ato na sede da Monsanto em 2003 e posterior ocupação permanente da área chamaram a atenção em âmbito nacional e internacional para a ilegalidade das pesquisas com transgênicos.

Nos anos seguintes às denúncias, a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) e equipe técnica ligada ao governo do estado realizaram vistorias detalhadas nos procedimentos da transnacional. Foram confirmadas ilegalidades que violavam a legislação de biossegurança vigente.

A área ficou ocupada por trabalhadores sem terra durante aproximadamente um ano. Neste período, os camponeses organizaram o Centro Chico Mendes de Agroecologia e cultivaram sementes crioulas. Para Tardin, a agroecologia é o “caminho da reconstrução ecológica da agricultura, combatendo politicamente o modelo do agronegócio e do latifúndio”.

II Seminário da Região Sul – Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos

3, maio, 2013 Sem comentários

Cartaz PARA-PR

Os impactos dos agrotóxicos na saúde dos trabalhadores do município de Rio Azul e alternativas Agroecológicas

24, abril, 2013 1 comentário

Dia 27 de abril de 2013

Local: Câmara Municipal de Rio Azul – Paraná

Programação:

8h00 – Café da manhã

8h45 – Abertura – Autoridades Estaduais e Municipais.

9h00 – Apresentação das conclusões da pesquisa: “Investigação dos Processos de Contaminantes Químicos e seus Impactos na Saúde da População e Trabalhadores Expostos no Paraná” – NESC/TUIUTI

- Apresentação do protocolo de Avaliação das Intoxicações Crônicas por Agrotóxicos.

10h00 – Mesa redonda: Experiências exitosas na Agricultura Familiar e na Agroecologia.

Coletivo Triunfo

Framora – Guilherme Gurski – Rio Azul;

Instituto os Guardiões da Natureza – Prudentópolis – Vânia Mara Moreira dos Santos – advogada e militante ambientalista.

11h00 – Políticas Públicas de Diversificação na Agricultura: Reconversão do tabaco SESA/EMATER/SEAB

11h30 – Atuação do Ministério Público na questão dos Agrotóxicos – Saint Clair Honorato Santos – Coordenador do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Proteção ao Meio Ambiente e Margaret Matos de Carvalho – Procuradora do Trabalho do Ministério Público de Trabalho.

12h00 – Debate e encaminhamentos

13h00 – Encerramento

Lagartas atacam lavoura de milho transgênico no norte do Paraná

15, abril, 2013 1 comentário

Caminhos do Campo (Foto: Reprodução RPC TV)

- R$ 530,00 uma saca de semente de milho transgênico [a convencional custaria cerca de R$ 180,00]

- várias pulverizações reforçadas de inseticidas para combater praga que deveria ter sido controlada pelo milho Bt

- técnicos e a própria reportagem defendem o plantio de refúgio, mas os agricultores falam que não há semente convencional no mercado nem para esses 10% recomendados

- as empresas seguem omissas

- conclusão: os agricultores falam em voltar para o milho convencional

- a reportagem joga a culpa nos agricultores

- e as promessas todas?

Assista ao vídeo do programa Caminhos do Campo, 14/04/2013

As forças do atraso

7, maio, 2012 Sem comentários

Se estive em Brasília, de certo teria engrossado a votação pela detonação do código florestal. Na posição de governador do estado do Paraná, Beto Richa (PSDB) surpreendeu ao vetar projeto de lei que propunha incentivos à adoação da agroecologia e da agricultura orgânica por produtores familiares do estado. Como se lê no expediente abaixo, o governador entende que fortalecer a produção familiar sustentável é proposta inconstitucional e “contrária ao interesse públco” e que o modelo do agronegócio deve permanecer intocado. Para desgosto do pensamento retrógrado que representa, no início de junho o governo federal lançará a política nacional de agroecologia e produção orgânica, elaborada com consultas à sociedade civil e entidades da área, e que tem como uma de suas diretrizes “garantir a segurança e soberania alimentar e nutricional, com o aumento da oferta e do consumo de produtos orgânicos e oriundos de sistemas produtivos em transição agroecológica”.

O projeto de lei 403/2011 foi proposto pelo Deputado Elton Welter (PT) e o veto do governador deve ser apreciado pelo plenário da ALEP na próxima semana.

 

(…)

Demanda por alimentos orgânicos ainda é maior que oferta no PR

3, fevereiro, 2012 Sem comentários

Folha de Londrina, 03/02/2012

A produção de orgânicos vem crescendo a cada ano no Paraná. O Estado já conta com 7.245 produtores, de acordo com levantamento realizado pela Emater e pela Secretaria Estadual de Agricultura e Abastecimento (Seab). O volume de produção saltou de 52.270 toneladas na safra 2002/2003 para 138.241 toneladas na safra 2008/2009, o que representa um crescimento de 164%. Esta safra é o último dado de levantamento disponível. Na safra 2002/2003, eram 3.648 produtores no Paraná.

O diretor do Centro Paranaense de Referência em Agroecologia (CPRA), Márcio Miranda, disse que a produção vem crescendo porque a oferta de produtos não atende o total da demanda. Segundo ele, também tem aumentado a demanda destes produtos para alimentação escolar e para o Programa de Aquisição de Alimentos para a população de baixa renda do governo federal.

Ele acredita que ocorra aumento da produção nos próximos anos por exigência da sociedade e também do meio ambiente.

No Paraná, o consumo é de 1% das vendas do setor de supermercados, segundo informações da Associação Paranaense de Supermercados (Apras). O último ranking da Abras – Associação Brasileira do setor – divulgado em abril de 2011, apontou que o crescimento do volume destes produtos nas lojas é de 15% a 20% nos últimos anos.

Redação FolhaWeb

Feira de sementes em São João do Triunfo – PR

15, agosto, 2011 Sem comentários

Transgênico ameaça produção orgânica

30, junho, 2011 1 comentário

Folha de São Paulo, 24/06/2011

AGNALDO BRITO

ENVIADO ESPECIAL A CAPANEMA (PR)

O cultivo de variedades transgênicas de soja e de milho está ameaçando a frágil cadeia de produção orgânica no sudoeste do Paraná -área cujo perfil fundiário é o da pequena propriedade rural.

A dificuldade na obtenção de grãos convencionais e a deficiência da logística são apontadas como as responsáveis pela contaminação da produção.

“Está cada vez mais difícil obter sementes não transgênicas para os produtores orgânicos. Além disso, há o problema da contaminação na colheita ou no transporte da safra”, afirma Marcio Alberto Challiol, diretor da Gebana, empresa com sede em Zurique, Suíça.

A Gebana, especializada na comercialização de soja, milho e trigo orgânicos, negocia por ano 10 mil toneladas de cereais do Brasil. É uma gota, diante dos volumes da safra brasileira.

Mas a história desse modelo de produção (livre de agrotóxicos e de transgênicos) tem relevo não pelos volumes, mas como prova de que a prerrogativa da Lei de Biossegurança no Brasil não está sendo cumprida.

Leia mais…

Série de reportagens da Rede Brasil Atual sobre o uso de agrotóxicos na fumicultura

7, junho, 2011 Sem comentários

Confira as reportagens da série elaborada por João Peres em:

http://www.redebrasilatual.com.br/temas/trabalho/2011/05/agrotoxicos-na-plantacao-de-fumo-prejudicam-produtores-e-seus-vizinhos

31 de maio, Dia Mundial sem Tabaco

Foto: AS-PTA

 

Portaria reduz área de segurança para transgênico

30, março, 2011 Sem comentários

Decisão que permite o plantio de milho geneticamente modificado em terras vizinhas a áreas de proteção deve ser anunciada no próximo mês

GAZETA DO POVO

Publicado em 30/03/2011 | Foz do Iguaçu - Fabiula Wurmeister, da sucursal

O Instituto de Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) deve publicar no próximo mês uma portaria que estabelece novas regras para o plantio de milho transgênico perto de áreas de preservação ambiental. A mudança tem o aval técnico do Conselho Consultivo do Parque Nacional do Iguaçu (Conparni) e o apoio, entre outros, da Fede­­ração da Agricultura do Paraná (Faep). Decisão semelhante em vigor desde o final de outubro de 2006 beneficia apenas o algodão e a soja geneticamente modificados.

A Lei de Biosegurança protege os parques nacionais por meio de uma espécie de cinturão de segurança da flora e da fauna, chamado zona de amortecimento, que se estende por 10 km no entorno da reserva. Uma portaria do ICMBio ou um decreto presidencial pode determinar, no entanto, que o cultivo do milho transgênico possa ser feito a partir de 1,2 mil metros da unidade. O limite já estabelecido e válido para todo o território nacional para o algodão e para a soja é de no mínimo 1,8 km e 500 metros, respectivamente.

A redução da zona de amortecimento deve beneficiar 54 mil agricultores

Referência em ações de preservação ambiental, o Parque Nacional do Iguaçu (PNI), no Oeste do Paraná, se estende por 185 mil hectares e conta com uma zona de amortecimento de mais 215 mil hectares. A faixa de segurança atinge diretamente perto de 54 mil agricultores de pequeno e médio porte. Caso o ICMBio ou o próprio governo federal reduza o limite de segurança, cerca de 190 mil hectares, hoje restritos, ficarão livres para o cultivo de milho transgênico, essencial na produção de ração para aves e suínos. A agroindústria é o setor econômico mais significativo da região.

Entidades representativas dos agricultores defendem que a alteração é mais vantajosa economicamente que uma ameaça para o meio ambiente. “Estudos feitos até agora apontam que todos os eventos de plantio de milho transgênico no Brasil se deram de forma segura tanto no aspecto ambiental como alimentar, e os resultados são equivalentes aos do milho convencional. Além disso, o milho não cruza com qualquer outra espécie nativa presente no Parque Nacional do Iguaçu”, diz a engenheira agrônoma do departamento técnico e econômico da Fiep, Carla Beck.

Do outro lado da polêmica que se arrasta desde 2005, quando agricultores foram flagrados cultivando soja transgênica em propriedades vizinhas ao PNI, ambientalistas alertam que antes da vantagem econômica é preciso atentar para os riscos. “Estamos diante de uma questão em que o interesse econômico acaba prevalecendo sobre a defesa e a proteção do meio ambiente. Não é possível dizer com toda a certeza que a proximidade com a flora original preservada não traga qualquer prejuízo”, observa o biólogo e ambientalista Maurício Cruz. Manifestações contrárias à mudança foram encaminhadas ao ICMBio, ao Conparni e à Presidência da República.

Zona de amortecimento do Parque Nacional do Iguaçu está ameaçada

28, março, 2011 Sem comentários


Terra de Direitos, 28/03/2011

Reunião do Conselho do parque discutiu na última terça-feira (22) permissão de plantio de milho transgênico dentro da zona de amortecimento de uma das mais importantes áreas de preservação ambiental do país


O Conselho Consultivo do Parque Nacional do Iguaçu firmou, em reunião na última terça-feira (22), posicionamento favorável à permissão de plantio de milho geneticamente modificado a partir de 1,2 mil metros da unidade de conservação. Isso significa que se o ICMBio acatar o posicionamento do Conselho, o plantio será permitido dentro da zona de amortecimento do parque nacional. Até agora, o cultivo de milho transgênico é proibido em todo esse entorno, que abrange 10 km ao redor da unidade.

O direcionamento do conselho foi decidido em votação, em Foz do Iguaçu, que discutiu a permissão do plantio a partir de 800 ou 1.200m do Parque Nacional. Os conselhereiros que não concordaram com o plantio tiveram apenas a opção de se abster. A Terra de Direitos esteve presente na reunião e expôs algumas implicações jurídicas e sócio-econômicas caso se permita o plantio de milho geneticamente modificado na área. Compareceram ainda entidades representativas de agricultores familiares, mas que não puderam se manifestar durante a reunião.

O convite para as entidades participarem da votação foi feito às vésperas do encontro e aconteceu em resposta a uma carta assinada por mais de 50 organizações da sociedade civil e movimentos sociais de todo o Brasil. Na carta, as entidades requerem a imediata paralisação do processo de edição de portaria pelo ICMBio que pretende permitir o plantio de milho transgênico na zona de amortecimento do Parque Nacional do Iguaçu. A manifestação foi protocolada no Instituto Chico Mendes, no Conselho do Parque Nacional do Iguaçu e nos gabinetes da presidência da república.

As discussões sobre a permissão de plantio de milho geneticamente modificado dentro da zona de amortecimento do Parque Nacional do Iguaçu estão ocorrendo há cerca de um ano no Conselho do Parque, sem que a sociedade civil tivesse conhecimento. Processo semelhante está ocorrendo diante da iminência de edição de Decreto a ser assinado pela Presidenta Dilma Rousseff, que permitirá o plantio de milho transgênico a partir de 1,2 mil metros das Unidades de Conservação Federais. Até o momento, nenhum processo de consulta pública junto aos agricultores familiares foi realizado.


Saiba mais:

- Leia a carta entregue na reunião ao poder público.
- Leia a nota técnica sobre o aumento do uso de agrotóxicos nas lavouras de soja transgênica no Paraná.
- Leia documento assinado por diversas organizações da sociedade civil e movimentos sociais sobre “o quadro acelerado de liberações de ogms no Brasil, o controle da cadeia agroalimentar e a sistemática violação ao princípio da precaução” protocolado no Ministério da Ciência e Tecnologia.

 

Procura-se soja convencional

13, outubro, 2010 Sem comentários

Os compradores estrangeiros pagam mais pela soja convencional e aqui as cooperativas estão dispostas a repassar para o produtor a maior parte desse prêmio. Os dados de campo reafirmam que soja transgênica é duplamente desvantajosa: produz menos e tem custo maior de produção, como acabou de mostrar estudo da Embrapa. Mesmo assim, aumenta a área com a soja da Monsanto.

A ideia de uma tecnologia que beneficiaria produtor e meio ambiente ficou apenas na propaganda. O que prevalece na prática é a força do monopólio sobre o  mercado de sementes e a contaminação, que se dá a campo e também na falta de segregação. É o que mostra a reportagem abaixo.

::

Luana Gomes  |  Gazeta do Povo, 12/10/2010

Com lavouras geneticamente modificadas em franca expansão no Brasil, indústrias especializadas no processamento de grãos não- transgênicos prevêem dificuldade de abastecimento

Exportar soja convencional está cada vez mais difícil. Não por falta de comprador, mas de fornecedor. As indústrias que trabalham com este tipo de produto preveem dificuldade de abastecimento no Paraná. Diante da dificuldade para originar grãos convencionais no estado, a Imcopa irá atravessar estados e buscar em Mato Grosso boa parte da matéria-prima trazer para abastecer sua indústria em Araucária, na região metropolitana de Curitiba. Com contratos a cumprir, a Coamo Agroindustrial, com sede em Campo Mourão (Noroeste), está preocupada e também procura alternativas. Quase 90% das 3 milhões de toneladas que a cooperativa espera receber no ciclo 2010/11 serão transgênicos.
Leia mais…

Paraná monitora agrotóxicos

21, julho, 2010 Sem comentários

Começou a vigorar segunda-feira o Sistema de Monitoramento do Comércio e Uso de Agrotóxicos do Paraná (Siagro), que vai monitorar eletronicamente o comércio e venda de agrotóxicos no Estado. Segundo a agência de notícias do Estado, com o sistema as informações de receitas para compra de agrotóxicos emitidas para os produtores deverão ser enviadas eletronicamente para a Secretaria da Agricultura. O objetivo é incentivar o uso racional dos defensivos. (Valor Econômico, 21/07/2010)

O SIAGRO na definição do governo do Paraná:

“As receitas agronômicas que são emitidas pelos profissionais de Engenharia Agronômica no Paraná constituem um Sistema de Monitoramento do Comércio e Uso de Agrotóxicos – Siagro. Este programa possibilita uma avaliação constante desta atividade no Estado para a formulação de políticas públicas para o setor. O comerciante envia eletronicamente informações das receitas que recebe, assim como o profissional a emitir receitas alimenta um banco de dados administrado pela Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento e pelo CREA.”

O Siagro tem como base de seu funcionamento o DECRETO Nº 6107 – 19/01/2010, publicado no Diário Oficial Nº 8143 de 19/01/2010 (abaixo) Leia mais…

Contaminação por transgênicos põe em risco o meio ambiente e viola o Direito dos Agricultores

16, abril, 2010 1 comentário

Para o Ministério da Agricultura contaminação seria de 0,002 a 120 metros; já para a CTNBIo, contaminação a 20 metros seria menor que 1%.

Secretaria de Agricultura do Paraná divulga estudo comprovando contaminação do milho convencional distante até 120 metros do transgênico e isolado por 25 metros de milho comum. A CTNBio criou regra afirmando que seriam necessários apenas 10 metros de bordadura e mais 20 m de isolamento para se evitar a contminação. O estudo inédito do Paraná faz cair por terra a suposta validade científica da regra da CTNBio. A contaminação das espigas coletas a 120 metros chegou a 1,3%. Leia mais…